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terça-feira, 12 de outubro de 2021

Glossário de Termos TURISMÓLOGO




Você tem dúvidas sobre o significado de algum termo da área do turismo? Então consulte o nosso glossário!


Glossário de Termos Acadêmico

Glossário de Termos Acessibilidade

Glossário de Termos Alfabeto fonético

Glossário de Termos Alimentos & Bebidas

Glossário de Termos Biologia

Glossário de Termos de Ski

Glossário de Termos Pessoa com Deficiência

Glossário de Tipologia dos meios de Hospedagem


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Dicionário de Turismo - Termos Técnicos do meio Turístico

Conheça o dicionário de turismólogia que reúne aproximadamente seis mil conceitos e explicações de verbetes, termos e expressões, inclusive alguns em língua estrangeira já incorporados ao nosso vocabulário, usados em atividades com elevado grau de inter-relacionamento e integração, como é o caso do turismo, atividades turísticas, gastronômicas e hoteleiras. Tem por objetivo auxiliar estudantes e pessoas que desempenham trabalhos profissionais ligados a elaboração, análise e acompanhamento de projetos relacionados com estas áreas de conhecimento.

Conceitos Definições Siglas & Tipologias.
Aplicações em Gestão de Turismo - 2018.
Autor: Luis Falcão.
Nº de páginas: 1050.
Área de concentração: Pesquisa.
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Cortesia: Divulgação de download Blog Dicionário de Turismo

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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Termos Técnicos do meio Turístico - Dicionário de Turismo - 3T oficial


Dicionário de Turismo. 
Termos Técnicos do meio Turístico. 3T oficial

Conceito Definições Siglas & Tipologias.
Aplicações em Gestão de Turismo.
Autor: Luis Falcão.
Nº de páginas: 1100.
Área de concentração: Pesquisa.
Google Drive.  Atualizado em 20/11/2022
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Termos Técnicos do meio Turístico - Dicionário de Turismo - 3T oficial

     O autor deste livro defende um conhecimento Técnico do meio Turístico compreensível e socialmente relevante. Para isso, se fez necessário um cuidadoso mapeamento dos principais conceitos turístico que permeiam nosso dia-a-dia e introduzem o leitor em importantes discussões teóricas, sem se perderem, contudo, em um vocabulário excessivamente técnico. Os conceitos selecionados, abordados de forma dinâmica, tem o objetivo de auxiliar na contextualização dessa informação, por meio de glossário, como facilitador da aprendizagem, considerando o volume e a velocidade da informação que permeia o ambiente organizacional e educacional, do âmbito do turismo. Este glossário reúne material básico sobre conceitos, definições, siglas, termos técnicos e científico, com exemplos na área.

Luis Falcão - Turismólogo

Luis Falcão turismólogo - Dicionário de Turismo
   O dicionário de turismologia reúne oito mil oitocentos e trinta e dois, conceitos, definições e verbetes, siglas e tipologias, termos Técnicos e expressões, inclusive alguns em língua estrangeira já incorporados ao nosso vocabulário, usados em atividades com elevado grau de inter-relacionamento e integração, como é o caso do turismo, atividades turísticas, gastronômicas e hoteleiras. Tem por desígnio auxiliar estudantes e pessoas que desempenham trabalhos profissionais ligados a elaboração, análise e acompanhamento de projetos relacionados com estas áreas de conhecimento.

Os verbetes estão apresentados em ordem alfabética para facilitar a leitura. Os conceitos de Áreas de Conhecimento e Campos de Saber estão contidos: Turismo, Hotelaria, Gastronomia, Geografia, Eventos entre outros da área Turística.



1. Dicionário 2. Siglas 3. Definições 4.  Termos Técnicos 5. Tipologias  6. Turismo.

Referência Bibliográfica:

FALCÃO, L,A,C. Dicionário de Turismo - Termos Técnicos do meio turístico: Conceitos, Definições, Siglas e Tipologias, Glossário 3T.  1ª edição. Disponível em: < dicionariodeturismo.blogspot.com.br > Acesso em: 

Cortesia: Divulgação de download Blog Dicionário de Turismo

LINK: dicionariodeturismo.blogspot.com

Apostila Acadêmica: Disponível, gratuitamente, para download em PDF: 

Livro:






Luis Falcão - Turismólogo
Turismólogo "Luis Falcão"
"Turismólogo Luis Falcão"

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Glossário de Termos Acadêmicos


Glossário de Termos Acadêmicos

Utilizados em redações, teses, dissertações e trabalhos acadêmicos



Glossário de (Termos Acadêmicos) 
-- ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ



ABSTRACT: (Termos Acadêmicos) É a tradução do resumo na língua vernácula para a língua inglesa, sendo, também, um elemento obrigatório. Sua configuração é a mesma do resumo em língua vernácula. É um breve resumo de um artigo de pesquisa, tese, revisão, conferência, proceeding ou qualquer análise aprofundada sobre um determinado assunto ou disciplina, e é frequentemente usado para ajudar o leitor a tomar conhecimento rapidamente do propósito do artigo. Quando utilizado, um abstract sempre aparece no início de um manuscrito, que actua como o ponto de entrada para qualquer artigo científico ou pedido de patente dado. Abstracção e serviços de indexação estão disponíveis para um número de disciplinas acadêmicas, visando a elaboração de um corpo de literatura para esse assunto particular.

AGRADECIMENTO: (Termos Acadêmicos) (opcional) Elemento opcional, destinado àqueles cujo auxílio foi fundamental para a concretização do trabalho. (apresenta-se sob a mesma configuração da dedicatória). manifestação de gratidão do autor da pesquisa às pessoas que colaboraram no seu trabalho. Deve ter a característica de ser curto e objetivo.

AMOSTRA: (Termos Acadêmicos) Parcela significativa do universo pesquisado ou de coleta de dados.

ANÁLISE: (Termos Acadêmicos) Trabalho de avaliação dos dados recolhidos. Sem ela não há relatório de pesquisa.

ANEXO: (Termos Acadêmicos) (opcional) Anexos são textos ou documentos não elaborados pelo autor. A identificação é feita por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Material de fontes diversas, que contribui para melhor esclarecer o texto do relatório de pesquisa.

APÊNDICE: (Termos Acadêmicos) (opcional) Apêndices são textos ou documentos elaborados pelo autor. A identificação é feita por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos (centralizados). A Apêndice é o mesmo que anexo, entretanto os materiais foram feitos pelo autor do trabalho.

APUD: (Termos Acadêmicos) É uma palavra latina que significa junto a, perto de, em. É empregada em referências bibliográficas para fazer uma citação indireta, ou seja, citar um trecho que não foi lido diretamente na obra original, mas citado por outro autor. A expressão latina “apud” significa “citado por”. Então, quando você fizer citação de um texto que não leu, mas que outro(a) autor(a) leu e citou, diz-se que a citação que você faz é intermediada por esse(a) outro(a) autor(a), ou seja, por quem você efetivamente leu.

ARTIGO: (Termos Acadêmicos) É um trabalho que apresenta os resultados obtidos a partir do estudo de um tema.

BIBLIOGRAFIA: (Termos Acadêmicos) Lista de obras utilizadas ou sugeridas pelo autor do trabalho de pesquisa. É um termo generalizado para designar a listagem das fontes de consulta utilizadas na pesquisa de determinado tema para elaboração de um trabalho escrito.

CAPA: (Termos Acadêmicos) Protege o trabalho e deve constar o nome do autor, o título do trabalho e a instituição onde a pesquisa foi realizada.

CAPA DURA: (Termos Acadêmicos) (obrigatório) Conceito: a capa dura é um elemento obrigatório para os trabalhos de conclusão de curso das FIO. Ela é a parte que protege o trabalho e também deve trazer algumas informações, como as seguintes: Fundamentação: ABNT NBR 14724:2011 - item 3.6 e item 4.1.1 Conteúdo: a) « nome da instituição; » b) « nome do curso; » c) « nome do aluno; » d) « título; » e) « subtítulo (se houver); » f) « cidade da instituição, juntamente com o ano da entrega. ».

CAPÍTULO: (Termos Acadêmicos) Uma das partes da divisão do relatório de pesquisa. Lembrando que o primeiro capítulo será a Introdução e o último as Conclusões do autor. Entre eles o texto da pesquisa.

CIÊNCIA: (Termos Acadêmicos) Conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto conquistados através de métodos próprios de coleta de informação.

CITAÇÃO: (Termos Acadêmicos) Quando se transcreve ou se refere o que um outro autor escreveu.

CITAÇÕES: (Termos Acadêmicos) As citações são referências às informações extraídas de livros, filmes, periódicos, sites e outras fontes. Elas servem para esclarecer ou sustentar o assunto do texto.

COLETA DE DADOS: (Termos Acadêmicos) Fase da pesquisa em que se reúnem dados através de técnicas específicas.

CONSIDERAÇÕES FINAIS: (Termos Acadêmicos) Esta é a parte final da pesquisa, nesta seção, o autor deverá realizar uma síntese dos elementos constantes no texto do trabalho, unindo ideias e fechando as questões apresentadas na introdução do trabalho.

CONCLUSÃO: (Termos Acadêmicos) Parte final do trabalho onde o autor se coloca com liberdade científica, avaliando os resultados obtidos, propondo soluções e aplicações práticas.

CONHECIMENTO CIENTÍFICO: (Termos Acadêmicos) Conhecimento racional, sistemático, exato e verificável da realidade. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na metodologia científica.

CONHECIMENTO EMPÍRICO (ou conhecimento vulgar): (Termos Acadêmicos) Conhecimento obtido ao acaso, após inúmeras tentativas, ou seja, o conhecimento adquirido por meio de ações não planejadas.

CONHECIMENTO FILOSÓFICO: (Termos Acadêmicos) Fruto do raciocínio e da reflexão humana. É o conhecimento especulativo sobre fenômenos, gerando conceitos subjetivos. Busca dar sentido aos fenômenos gerais do universo, ultrapassando os limites formais da ciência.

CONHECIMENTO TEOLÓGICO: (Termos Acadêmicos) Conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. Não pode, por sua origem, ser confirmado ou negado. Depende da formação moral e das crenças de cada indivíduo.

CORPO DO TEXTO: (Termos Acadêmicos) Desenvolvimento do tema pesquisado, dividido em partes, capítulos ou itens, excluindo-se a Introdução e a Conclusão.

CRONOGRAMA: (Termos Acadêmicos) Planejamento das atividades da pesquisa, descrito na Metodologia, dentro de um espaço pré-determinado de tempo. Normalmente é demonstrado através de um gráfico.

DEDICATÓRIA: (Termos Acadêmicos) (opcional) É um elemento opcional, no qual o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho a outras pessoas, como amigos, parentes etc. parte opcional que abre o trabalho homenageando afetivamente algum indivíduo, grupos de pessoas ou outras instâncias.

DEDUÇÃO: (Termos Acadêmicos) Conclusão baseada em algumas proposições ou resultados de experiências.

DISSERTAÇÃO: (Termos Acadêmicos) Após conduzir uma investigação a respeito de um tema, o autor deve fazer sua própria reflexão. É exigida como requisito para a conclusão do Mestrado.

ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS: (Termos Acadêmicos) Chama-se de pré-textuais aqueles que precedem o texto dos trabalhos acadêmicos, auxiliando sua apresentação, de acordo com padrões pré-estabelecidos. A preparação de um trabalho acadêmico, seja ele uma lição de casa, uma pesquisa encomendada por um professor, um artigo, uma monografia, uma dissertação ou uma tese, não pode prescindir de sua apresentação gráfica. O aspecto visual dos trabalhos apresentados, a estética e a correta utilização de capas, papel, impressão, margens, diagramação, espaçamento e numerações constituem elementos importantes para a avaliação do trabalho tanto quanto o conteúdo propriamente dito.

ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS: (Termos Acadêmicos) São elementos complementares ao trabalho que devem estar, como o próprio nome diz, após o texto. São elementos pós-textuais: referências, glossário, apêndices, anexos e índice.

ELEMENTOS TEXTUAIS: (Termos Acadêmicos) Parte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Introdução (Obrigatório); Desenvolvimento (Obrigatório); Conclusão (Obrigatório)

ENTREVISTA: (Termos Acadêmicos) Instrumento de pesquisa utilizado na fase de coleta de dados.

EPÍGRAFE: (Termos Acadêmicos) (opcional) Citação relacionada ao tema tratado, seguida da identificação do autor da citação. As epígrafes também podem constar nas folhas de abertura das sessões primárias.

ERRATA: (Termos Acadêmicos) (opcional) Este elemento é utilizado caso seja necessário corrigir algo errado no texto.

EXPERIMENTO: (Termos Acadêmicos) Situação provocada com o objetivo de observar a reação de determinado fenômeno.

FICHA CATALOGRÁFICA: (Termos Acadêmicos) (obrigatório) A ficha catalográfica deve vir impressa no verso da página de rosto do trabalho. Basta substituir os dados da ficha pelas informações de seu trabalho, respeitando as pontuações.

FICHAMENTO: (Termos Acadêmicos) Anotações de coletas de dados registradas em fichas para posterior consulta. É um método de registro e armazenamento de informações que, por meio de fichas, facilita o acesso a diversos conteúdos sobre o assunto a ser pesquisado. No fichamento, deve-se registrar a identificação completa da obra (nome, autor, editora, ano de publicação, local de publicação, edição), além de uma síntese (resumo) com os principais conteúdos ou temas do texto.

FOLHA DE APROVAÇÃO: (Termos Acadêmicos) (obrigatório) Elemento obrigatório, que deverá ser incluída na versão final, após a aprovação do trabalho pela banca examinadora.

FOLHA DE ROSTO: (Termos Acadêmicos) (obrigatório) Folha seguinte à capa e deve conter as mesmas informações contidas na Capa e as informações essenciais da origem do trabalho.

GÊNEROS ACADÊMICOS: (Termos Acadêmicos) São produzidos no ambiente das universidades e visam facilitar a comunicação entre alunos, professores e pesquisadores. Possuem diferentes propósitos: pesquisa científica, relatório de atividades de aula, resumo de obras e outros gêneros textuais.

GLOSSÁRIO: (Termos Acadêmicos) (opcional) Elemento opcional no qual são listados em ordem alfabética os termos e expressões específicas utilizadas no texto para facilitar a compreensão do leitor. Palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual leitor, acompanhadas de definição.

GRÁFICO: (Termos Acadêmicos) Representação gráfica das escalas quantitativas recolhidas durante o trabalho de pesquisa.

HIPÓTESE: (Termos Acadêmicos) Suposição de uma resposta para o problema formulado em realção ao tema. A Hipótese pode ser confirmada ou negada.

ÍNDICE: (Termos Acadêmicos) (opcional) Elemento opcional, no qual são listadas palavras ou frases segundo determinado critério, que remetem para informações contidas no texto, como identificação e localização de figuras, tabelas gráficos e quadros. lista de palavras ou frases que são ordenadas segundo um determinado critério, com indicação de sua localização no texto. É um elemento pós-textual, portanto, situa-se no final do trabalho (não confundir com sumário).

INDUÇÃO: (Termos Acadêmicos) Processo mental por intermédio do qual, partindo de dados particulares, suficientemente constatados, infere-se uma verdade geral ou universal, não contida nas partes examinadas. Instrumento de Pesquisa: material utilizado pelo pesquisador para colher dados para a pesquisa.

INTRODUÇÃO: (Termos Acadêmicos) (este tópico deve ser numerado por 1) Primeiro capítulo de um relatório de pesquisa, onde o pesquisador irá apresentar, em linhas gerais, o que o leitor encontrará no corpo do texto. Por isso, apesar do nome Introdução, é a última parte a ser escrita pelo autor. Para a monografia, é recomendável a inclusão da estrutura do trabalho.

JUSTIFICATIVA: (Termos Acadêmicos) Convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado. A justificativa consiste na apresentação, de forma clara e objetiva, das razões de ordem teórica ou prática que justificam a realização da pesquisa ou o tema proposto.

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS: (Termos Acadêmicos) (opcional) Elemento opcional que apresenta, em ordem alfabética, as abreviaturas e siglas utilizadas no trabalho, seguidas das correspondentes palavras ou expressões, por extenso.

LISTA DE ILUSTRAÇÕES: (Termos Acadêmicos) (opcional) Elemento opcional, que apresenta uma lista de ilustrações, elaborada conforme a ordem que cada item é apresentado no texto. Cada ilustração deve ser designada por seu nome específico, travessão, título e respectivo número da folha ou página. Quando necessário, recomenda-se a elaboração de uma lista própria para cada tipo de ilustração (figuras, quadros, organogramas, plantas, fotografias, gráficos, fluxogramas e outros). Veja, a seguir, um exemplo de uma lista própria para figuras.

LISTA DE SÍMBOLOS: (Termos Acadêmicos) (opcional) Elemento opcional, no qual, os símbolos e seus respectivos significados são apresentados, de acordo com a ordem em que aparecem no texto.

LISTA DE TABELAS: (Termos Acadêmicos) (opcional) Elemento opcional que exibe a lista de tabelas, de acordo com a ordem apresentada no texto, seguidas dos números de suas respectivas páginas.

LOMBADA: (Termos Acadêmicos) (obrigatório) Conceito: consiste na parte da capa do trabalho que reúne as margens internas das folhas, sejam elas costuradas, grampeadas, coladas ou mantidas juntas de outra maneira. Fundamentação: ABNT NBR 15287:2004

MARGENS: (Termos Acadêmicos) As margens das páginas devem ser apresentadas, da seguinte maneira: a) « anverso: esquerda e superior de 3 cm, direita e inferior de 2 cm; » b) « verso: direita e superior de 3 cm, esquerda e inferior de 2 cm;

MATERIAL E MÉTODOS OU METODOLOGIA: (Termos Acadêmicos) (este tópico deve ser numerado por 3) A Metodologia é o tópico do projeto de pesquisa que abrange maior número de itens, pois responde às seguintes questões: Como? Com quê? Onde? Quanto?

MATERIAL PERMANENTE: (Termos Acadêmicos) Descrição de todo capital necessário para aquisição de materiais que têm duração contínua. São aqueles materiais que se deterioram com mais dificuldade como automóveis, materiais áudio-visuais (projetores, retroprojetores, máquinas fotográficas, filmadoras etc.), mesas, cadeiras, armários, geladeiras, computadores etc.

MATERIAL DE CONSUMO: (Termos Acadêmicos) Descrição de todo capital necessário para aquisição de materiais que têm duração limitada. São aqueles materiais que se deterioram como giz, filmes fotográficos, fitas de vídeo, gasolina, material de limpeza (sabão, detergentes, vassouras etc)

MÉTODO: (Termos Acadêmicos) A palavra método deriva do grego e quer dizer caminho. Método então, no nosso caso, é a ordenação de um conjunto de etapas a serem cumprias no estudo de uma ciência, na busca de uma verdade ou para se chegar a um determinado conhecimento.

METODOLOGIA: (Termos Acadêmicos) “methodo” Significa caminho; “logia” significa estudo. É o estudo dos caminhos a serem seguidos para se fazer ciência.

MONOGRAFIA: (Termos Acadêmicos) “mono” Significa um, “grafia” significa escrita, ou seja, escrito por um. É um estudo científico, com tratamento escrito individual, de um tema bem determinado e limitado, que venha contribuir com relevância à ciência. É a recapitulação de uma base bibliográfica estabelecida. Normalmente é exigida como trabalho de conclusão de cursos de graduação.

NOTAS DE RODAPÉ: (Termos Acadêmicos) As notas de rodapé são utilizadas quando é preciso explicar algo sem quebrar a ideia principal do parágrafo. As notas devem ser digitadas dentro das margens, utilizando fonte “Arial”, tamanho 10, espaço entrelinhas simples (1cm) e separadas por um traço. A numeração será crescente para todo o trabalho, não sendo reiniciada em cada capítulo.

OBJETIVOS: (Termos Acadêmicos) Determina o que o pesquisador quer atingir com a realização do trabalho de pesquisa. Objetivo é sinônimo de meta, fim. Os objetivos podem ser separados em Objetivos Gerais e Objetivos Específicos.

PAGINAÇÃO: (Termos Acadêmicos) A paginação do trabalho deve seguir as seguintes regras: a) « as páginas pré-textuais, a partir da folha de rosto, são contadas, mas não numeradas. Ou seja, os números destas páginas não devem ser impressos nas mesmas; » b) « a numeração deve ser impressa a partir da primeira folha da parte textual (Introdução), em algarismos arábicos; » c) « se o trabalho for digitado apenas no anverso da folha, a numeração deve vir no canto superior direito da página, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha; »

PARÁFRASE: (Termos Acadêmicos) Citação de um texto, escrito por um outro autor, sem alterar as idéias originais. Ou, eu reproduzo, com minhas próprias palavras, as idéias desenvolvidas por um outro autor.

PESQUISA: (Termos Acadêmicos) Ação metódica para se buscar uma resposta; busca; investigação.

PÔSTER CIENTÍFICO: (Termos Acadêmicos) Reúne elementos verbais e não-verbais (texto e design). Muito utilizado em congressos científicos.

PREMISSAS: (Termos Acadêmicos) Proposições que vão servir de base para uma conclusão.

PROBLEMA: (Termos Acadêmicos) Marco referencial inicial de uma pesquisa. É a dúvida inicial que lança o pesquisador ao seu trabalho de pesquisa.

RECURSOS FINANCEIROS: (Termos Acadêmicos) Descrição minuciosa de todo o dinheiro necessário para a realização da pesquisa. Costuma ser dividido em Material Permanente, de Consumo e Pessoal.

REFERENCIAL TEÓRICO: (Termos Acadêmicos) (este tópico deve ser numerado por 2) Este item consiste em realizar uma revisão dos trabalhos já existentes sobre o tema abordado, que pode ser em livros, artigos, enciclopédias, monografias, teses, filmes, mídias eletrônicas e outros materiais cientificamente confiáveis. O referencial teórico permite verificar o estado do problema a ser pesquisado, sob o aspecto teórico e de outros estudos e pesquisas já realizados.

REFERÊNCIA: (Termos Acadêmicos) É o conjunto padronizado de elementos que identificam os documentos citados no trabalho. Deve-se indicar o(s) autor(es), pelo último sobrenome, em maiúsculas, seguido do(s) prenome(s) e outros sobrenomes, abreviado(s) ou não. Recomenda-se, tanto quanto possível, o mesmo padrão para abreviação de nomes e sobrenomes, usados na mesma lista de referências. Os nomes devem ser separados por ponto-e-vírgula, seguido de espaço. A monografia é finalizada com as referências utilizadas para a execução do mesmo, listando-as em ordem alfabética.

RELATÓRIO: (Termos Acadêmicos) É um documento técnico com o objetivo de auferir a produção científica do autor.

RESENHA: (Termos Acadêmicos) É uma descrição minuciosa de um livro, de um capítulo de um livro ou de parte deste livro, de um artigo, de uma apostila ou qualquer outro documento. Resenhar significa destacar as propriedades de um objeto, mencionar seus aspectos mais importantes, descrever as circunstâncias que o envolvem, sempre de acordo com uma intenção/finalidade previamente definida pelo resenhador.

RESENHA CRÍTICA: (Termos Acadêmicos) É um resumo comentado, uma apreciação crítica sobre determinada obra/fato, ou seja, além de fazer o resumo, acrescenta-se uma avaliação, julgamento(s) de valor, apreciação, crítica. Quanto à extensão, as resenhas, por suas características especiais, não estão sujeitas a limite de palavras: você deverá verificar a finalidade do trabalho e o espaço em que ela será utilizada, pois se for, por exemplo, publicada em jornais/revistas, o periódico orienta sobre o número máximo de linhas.

RESENHA RESUMO: (Termos Acadêmicos) É um texto que sintetiza o objeto a ser resenhado, sem julgamento de valor, sem crítica ou apreciação do resenhador; trata-se de um texto informativo, descritivo, que apenas resume as informações básicas para conhecimento do leitor/ouvinte/assistente.

RESULTADOS E DISCUSSÃO: (Termos Acadêmicos) (este tópico deve ser numerado por 4) Nesta parte, deverão ser apresentados, em forma de gráficos ou tabelas, os dados obtidos na pesquisa, demonstrando a importância dos mesmos e comparando-os com outros estudos já realizados.

RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA - ABSTRACT: (Termos Acadêmicos) (obrigatório) É a tradução do resumo na língua vernácula para a língua inglesa, sendo, também, um elemento obrigatório. Sua configuração é a mesma do resumo em língua vernácula.

RESUMO NA LÍNGUA VERNÁCULA: (Termos Acadêmicos) (obrigatório) Elemento obrigatório que traz as informações essenciais acerca da monografia.

REVISÃO DE LITERATURA: (Termos Acadêmicos) Estudo crítico sobre o estado da arte no conhecimento em determinado tema de interesse, mostrando e discutindo as obras e autores essenciais sobre esse tema.

SUMÁRIO: (Termos Acadêmicos) (obrigatório) Conceito: o sumário é a enumeração das divisões, seções, capítulos e outras partes do trabalho, seguindo a mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede. A construção do sumário é uma das últimas tarefas a serem feitas no trabalho. Enumeração das principais divisões, seções e demais partes do trabalho, na mesma ordem e grafia em que aparecem no texto. Normalmente é constituído pelo título do capítulo e a página a ele referente (não confundir com índice).

TÉCNICA: (Termos Acadêmicos) Forma mais segura e ágil para se cumprir algum tipo de atividade, utilizando-se de um instrumental apropriado.

TEORIA: (Termos Acadêmicos) Conjunto de princípios e definições que servem para dar organização lógica a aspectos selecionados da realidade empírica. As proposições de uma teoria são consideradas leis se já foram suficientemente comprovadas e hipóteses se constituem ainda problema de investigação.

TESE: (Termos Acadêmicos) É a apresentação de um avanço ou inovação em uma área do conhecimento científico. É necessária para a obtenção do Doutorado.

TÓPICO: (Termos Acadêmicos) Subdivisão do assunto ou do tema. É um esquema conceptual ou formal com certas fórmulas que se repetem praticamente sem variações. Pode-se falar de constantes temáticas ou temas universais que atravessam várias obras.

TÓPICO FRASAL: (Termos Acadêmicos) É a ideia central ou nuclear do parágrafo, ou seja, uma espécie de resumo do ponto a ser explorado no parágrafo que segue. Cada parágrafo tem um tópico frasal próprio, o que equivale a dizer que não se deve escrever parágrafos com mais de uma ideia nuclear.

TÓPICO GLOBAL: (Termos Acadêmicos) É um conjunto de páginas relacionadas entre si por um tema destacado no qual existem muitos constituintes dentro do âmbito do assunto a considerar.

UNIVERSO: (Termos Acadêmicos) Conjunto de fenômenos a serem trabalhados, definido como critério global da pesquisa.

APUD: (Termos Acadêmicos) Significa “citado por”. Nas citações é utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um determinado autor na verdade pertence a um outro. Ex.: (Napoleão apud Loi) ou seja, Napoleão “citado por” Loi

ET AL. (ET ALII):  et al. (et alii) (Termos Acadêmicos) Significa “e outros“. Utilizado quando a obra foi executada por muitos autores. Ex.: na obra escrita por Helena Schirm, Maria Cecília Rubinger de Ottoni e Rosana Velloso Montanari escreve-se: SCHIRM, Helena et al.

IBID OU IBDEM: ibid ou ibdem (Termos Acadêmicos) significa “na mesma obra“.

IDEM OU ID: idem ou id (Termos Acadêmicos) Significa “igual a anterior“.

IN: In (Termos Acadêmicos) Significa “em“.

IPSIS LITTERIS: ipsis litteris (Termos Acadêmicos) Significa “pelas mesmas letras“, “literalmente“. Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade, mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita com erros de linguagem.

IPSIS VERBIS: ipsis verbis (Termos Acadêmicos) Significa “pelas mesmas palavras“, “textualmente“. Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou sic.

OPUS CITATUM OU OP.CIT.: opus citatum ou op.cit. (Termos Acadêmicos) significa “obra citada“

PASSIM: PASSIM (Termos Acadêmicos) significa “aqui e ali“. É utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da obra.

SIC: sic (Termos Acadêmicos) Significa “assim“. Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis.

SUPRA: supra (Termos Acadêmicos) Significa “acima“, referindo-se a nota imediatamente anterior.

Fonte:
Normatização de Trabalhos Acadêmicos
http://fio.edu.br/manualtcc/co/Principal_%20web.html



Saiba Mais

Dicionário de Turismo - Termos Técnicos do meio Turístico

Conheça o dicionário de turismólogia que reúne aproximadamente seis mil conceitos e explicações de verbetes, termos e expressões, inclusive alguns em língua estrangeira já incorporados ao nosso vocabulário, usados em atividades com elevado grau de inter-relacionamento e integração, como é o caso do turismo, atividades turísticas, gastronômicas e hoteleiras. Tem por objetivo auxiliar estudantes e pessoas que desempenham trabalhos profissionais ligados a elaboração, análise e acompanhamento de projetos relacionados com estas áreas de conhecimento.

Conceitos Definições Siglas & Tipologias.
Aplicações em Gestão de Turismo - 2018.
Autor: Luis Falcão.
Nº de páginas: 1050.
Área de concentração: Pesquisa.
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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Glossário de Termos Náuticos de Cruzeiro




Você tem dúvidas sobre o significado de algum termo da área náuticos de cruzeiro? Então consulte o nosso glossário! Escolha abaixo a letra desejada.




Glossário de Temos do Turismo

A

ADRIÇA - Cabo que é usado nos barcos com a função de içar velas, galhardetes ou
vergas nos mastros.

AFT: a parte de trás do navio.

AIR/SEA: pacote formado por dois tipos de viagem: aéreo + marítimo. Em alguns pacotes envolvendo a parte aérea e a marítima, as taxas portuárias poderão está incluídas.

AMARRA - Denominação dada ao cabo que prende a âncora de um barco.

AMIDSHIPS: a parte central/do meio do navio.

AMURADA - Parte superior do costado de uma embarcação, que se ergue acima do
bojo do casco.

AMANTILHO - Cabo que possui uma extremidade presa no topo do mastro e a
outra que se liga a extremidade da retranca, de forma a mantê-la na posição
horizontal.

ÂNCORA - Peça com peso proporcional ao peso do barco, que é jogada ao fundo
da água com o fim de segura-lo.

ARMADOR - É aquela pessoa que arma um navio, ou seja, aquela que trata de seu
provimento e o explora comercialmente.

ANCORADO: é quando o navio fica parado no mar e o desembarque dos passageiros é feito pelos botes. O verbo em inglês é to anchor. Compare com ATRACADO.

ARMAÇÃO - É a forma do arranjo das velas de um barco.

ARQUEAÇÃO - Número que expressa as medidas de volume dos espaços de uma
embarcação.

ARRIBAR - Afastar-se da linha do vento. Também entendido como desvio de rota
em decorrência de tempestade. Este tipo de desvio é chamado de arribada forçada.

ARINQUE - É o nome conferido ao cabo que se prende a uma bóia na superfície
d'água e no fundo, a uma pequena âncora. Nome usual na pesca para localização
de redes.

ASA DE POMBA - Termo usado pelos marinheiros dos barcos mercantes à
vela, quando a embarcação navega com vento de popa e as velas dos barcos se
abriam para ambos os bordos.

ATRACADO: é quando o navio fica parado no cais do porto e o desembarque dos passageiros é feito no píer, sem o uso de botes. O verbo em inglês é to dock. Compare com ANCORADO.

B

BAÍA: pequeno golfo de boca estreita a qual se
alarga para o interior.

BAREBOAT CHARTER: fretamento de barco sem o
serviço prestado pela tripulação que também não
está incluído no preço.

BARLAVENTO - Lado de onde sopra o vento.

BARGE: tipo de barco muito comum na Europa que
navega nos canais próximo das cidades.

BEAUFORT - Escala que mede a potência dos ventos de 1 a 12. Criada por
Sir Francis Beaufort (1774-1857), Almirante da Marinha Britânica, que durante
longos anos prestou serviços como notável hidrógrafo.

BERTH: 1) cama. 2) cabine de passageiro.

BIGOTA - Espécie de moitão chato sem roldana e com furo, por onde passa
um cabo. Normalmente usada nos antigos veleiros para esticar as enxárcias.

BOCA - Largura da embarcação, considerando-se, para tanto, sua parte mais larga
transversalmente.

BOTE - Pequena embarcação de proa fina e popa quadrada, possuindo uma grande
boca em relação ao comprimento.

BORDA - Parte superior do costado.

BORDA - FALSA - Parapeito no convés, que visa a evitar a queda de pessoas na
água.

BOW: a parte da frente do navio.

BRIDGE:área onde o capitão e parte da tripulação
navegam o navio.

BUJARRONA - Vela de formato triangular presa ao estai de proa.

C

CABINA - Alojamento destinado ao comandante, oficiais ou passageiros de um
barco. O mesmo que câmara.

CABIN SHARE: tipo de acomodação oferecida por alguns Cruzeiros a passageiros que estão viajando sozinho e aceitam dividir sua cabine com um outro do mesmo sexo, em troca de um preço mais barato. A venda deste segmento pode ser também através de vendas de cabines solicitadas e marcadas mais tarde (guarantee stateroom).

CABO - Denominação dada à corda de uso náutico.

CABOTAGEM - Antigamente o termo restringia-se à navegação costeira.
Posteriormente a cabotagem dividiu-se entre pequena e grande. A pequena
cabotagem refere - se, ainda, à navegação costeira e a grande cabotagem a
navegação de longo curso.

CABRESTANTE - Aparelho de forma cilíndrica com eixo vertical, que desprovido de
motor, é acionado pela força física de homens ou animais, de modo, a enrolar cabos
ou tracionar pesos.

CAÇAR - Ato de puxar a escota de uma vela, no senti do de melhorar sua exposição
ao vento.

CADERNAL - É um moitão com dois ou três gornes (roldanas).


CALADO - É a profundidade de água necessária para a flutuação de um barco.
Distância que vai da linha da água até a parte inferior da quilha.

CAMBADA - Virada de bordo de um veleiro, recebendo vento pela popa. O mesmo
que jibe.

CARAMANCHÃO - Denominação dada nos antigos iates ao espaço à popa, onde
fica o timão ou roda de leme. É o local onde ficam os aparelhos de governo da
embarcação e seu centro de comando. Equivale ao cockipt dos modernos iates de
lazer.

CARTA NÁUTICA - Representação gráfica de uma área de águas navegáveis.
Mostra os meridianos de latitude e longitude. Informa os navegadores sobre a
profundidade das águas, faróis, bóias, perigos submersos, etc.

CARANGUEJA - Verga que se projeta do mastro em ângulo e sustenta a vela ou
velas principais em barcos desse tipo de armação tradicional.

CASCO - É o corpo de um barco sem mastros, velas, estais ou qualquer outro
elemento que compõe uma embarcação.

CASHLESS SYSTEM: sistema de crédito a bordo.

CAT - É o tipo mais primário de barco, cujo único mastro fica próximo à proa,
carregando apenas uma vela. Espécie de barco ideal para iniciantes.

CATEGORY: preço gradual, da mais cara a mais
barata, das cabines similares.

CHACREIRA - Tipo de canoas de pranchões com convés. Pode ter cabina para
comando. Usada para transportes de cargas. No passado era uma embarcação
muito comum no Sul do Estado do Rio Grande do Sul, atualmente quase
desaparecida da navegação. Consta que o nome -chacreira- , como era chamada
no Sul do Estado, seja derivado do fato que essas embarcações carregavam
hortaliças e demais produtos das chácaras de agricultores portugueses nas ilhas
próximas a cidade do Rio Grande, para onde demandavam em busca do mercado.

CITY CAT: significa catamaran.

CONVÉIS - É o pavimento de uma embarcação.

CORRIMÃO - Peça de madeira dos antigos iates que se estendia pela parte superior
da amurada.

COSTADO - Parte externa do casco de um barco.

COSTURA DE MÃO - É uma alça que resulta da dobra de um cabo, sendo que o
chicote após a formação da alça é costurado no próprio cabo.

CRUISE FARE: o preço atual do bilhete do Cruzeiro excluindo: as taxas de embarque, as taxas portuárias, a tarifa aérea, as gorjetas, as sobretaxas de segurança, as sobretaxas de combustível, as taxas de usuário da alfândega, a taxa de imigração e a taxa de inspeção agrícola.

CUNHO - Peça de madeira ou metal, onde se prendem escotas ou adriças.


D

DRAGA - Tipo de embarcação própria para retirar material do fundo, especialmente
no aprofundamento de canais de acesso a portos.

E

EMBARKATION STATION: estação de embarque
"Abondono do navio".

ENCALHAR - Quando o casco se encontra com o fundo de um corpo aquático, de
forma a imobilizar o barco, impedindo sua navegação.

ENFRECHATE - Espaços paralelos entre um estai e outro existente nas
enxárcias, onde se situa uma espécie de degraus de madeira, que alcançam o topo
dos mastros. É o mesmo que enfrechadura.

ENTRALHAR - Unir a vela a uma corda contínua mediante costuras.

ENXÁRCIAS - Conjunto de cabos de aço que sustentam um mastro ereto.

ESCOTA - Cabo que é usado para trabalhar com uma vela.

ESCOTILHA - Abertura em cabina ou convés. Apresentam-se como uma espécie de
tampa de alçapão ou como pequenos postigos.

ESCOVÉM - Orifício de metal, que une o costado ao convés, de forma, a passar a
amarra da âncora.

ESTAI - Cabo de aço que visa a sustentar um mastro verticalmente.

F

FALCAÇA - Voltas redondas com fios finos usando uma agulha, em torno da
extremidade de um cabo cortado, de modo a impedir que este se desfie.

FATEIXA - Âncora com quatro braços ou garras. Geralmente usada por pescadores.

FAROLETE - É uma armação metálica para sinalização das vias navegáveis, tendo
em sua parte superior, uma luz cujo raio de alcance é inferior a 10 milhas náuticas.

FERRAR - Amarrar as velas com cabos nas retrancas, estais ou no pau de
bujarrona.

FINAL PAYMENT: pagamento integral da tarifa do Cruzeiro (cruise fare) + as taxas não incluídas nesta tarifa.

FIRST SITTING: o horário mais cedo dos dois horários de jantar oferecido pelo Cruzeiro. Geralmente em torno de 6:30pm.

FIÓRDE: golfo estreito e profundo entre montanhas
altas.

FORQUETA - Peça metálica com uma forquilha, onde se apóiam os remos de um
barco.

FORWARD: parte dianteira do navio.

FREESTYLE CRUISING: Cruzeiro que permite om passageiro almoçar e jantar onde e com quem
quiser.

G

GAIOLA - Tipo de embarcação a vapor, de pouco calado, dotado de pás giratórias à
popa ou em ambos os costados dos barcos.

GAIÚTA - Proteção de lona ou madeira, que é colocada sobre uma escotilha,
impedindo a passagem d'água. Entende-se, também , como uma pequena cabina.

GALHARDETE - Pequena bandeira içada nos mastros e mastaréus como sinal,
identificação ou aderno.

GAMING: o mesmo que GAMBLING, que significa
qualquer atividade de cassino praticada a bordo do
navio.

GANGWAY: porta de Entrada ou rampa de Acesso
ao navio.

GIG - Embarcação fina e comprida, que é movida a remos, podendo ter de quatro a
oito remadores.

GOLFO: porção de mar que entra fundo pela terra e
cuja abertura é muito larga.

GORNE - Denominação dada a roldana de um moitão.

GRATUITIES: gorjeta paga pelos serviços prestados pela tripulação ao passageiro.

GUARANTEE STATEROOM: Guarantee refere-se ao compromisso da cia de Cruzeiro em confirmar a viagem do passageiro no preço da categoria de acomodação especificada por ele ou em outra superior. Por ser uma tarifa acordo, nenhum preço adcional será cobrado. Por isso, quando você reserva uma cabine em um Cruzeiro, existem duas opções:

I – CABINE CONFIRMADA NO MOMENTO DA
RESERVA:
a) O benefício é que você saberá o número da sua
cabine e exatamente onde ela está localizada
dentro do navio.
b) Se você estiver viajando com amigos ou
parentes, que estão acomodados em outra cabine,
esta condição funciona perfeitamente porque você
poderá reservar a sua cabine próxima da deles.

II – CABINE SOLICITADA NO MOMENTO DA
RESERVA E CONFIRMADA MAIS TARDE:
a) Quando a sua cabine é reservada 1 dia depois
ou mais adiante, isso é o que chamamos de
guarantee stateroom.
b) Se você não tiver a necessidade de reservar a
sua cabine próxima de alguma outra, essa
possibilidade se encaixa perfeitamente.

GUINCHO - Aparelho manual ou dotado de motor, usado para soltar ou recolher a
âncora. Também usado para movimentar equipamentos de cargas.

H

HOUSE - FLAG: significa o emblema, a marca ou
logomarca da companhia que é a possuidora do
navio ou da aeronave.

L

LIDO: restaurante.
LOWER (BED): cama de solteiro do beliche que fica
próxima ao chão.

LUXURY CRUISE: estilo de Cruzeiro de luxo que
supera os serviços de luxo dos melhores resorts e a
culinária dos melhores restaurantes do mundo.
Cruzeiros de Luxo costumam navegar ao redor do
mundo.

K

KETCH - É similar ao yawl, apenas com a diferença de que o mastro de
mezena é maior e situa-se a vante do pedestal da roda de leme. Suas velas são
triangulares.

M

MALAGUETA - Pino de madeira que fica em torno da roda do leme. E, também
em determinados pontos dos antigos veleiros, para amarração de escotas e adriças.

MANILHA - Peça de metal, dobrada em forma de -U-, tendo um pino com rosca
atravessado por entre suas duas extremidades.

MANTA - Termo usado pelos pescadores que significa cardume.

MASTARÉU - É uma espécie de verga, que se fixa a um mastro real e ergue-se
verticalmente a este, de modo a aumentar - lhe a altura. Pode ergue - se a vante ou
a ré do mastro.

MASTRO - Peça de madeira ou metal, que se arvora em um barco com a finalidade
de sustentar as velas.

MESTRE - Significa comandante de um barco. A palavra deriva do magister
navis da Roma antiga. No Brasil a palavra mestre e capitão já significaram a
mesma coisa. Porém, com o tempo, mestre ficou sendo o capitão de navios da
pequena cabotagem e a palavra capitão para os que comandavam navios de longo
curso.

MEZENA - É um mastro de menor altura, situado à popa de um yawl ou ketch.
Designação também conferida pelos pesquisadores da lagoa dos Patos ao mastro
de popa de suas canoas.

Midship: parte do meio do navio.

MILHA NÁUTICA - Medida de distância cuja unidade é de 1.852 metros.

MOITÃO - Caixa de madeira ovalada, onde se localiza uma roldana, conhecida
por gorne, por onde passam adriças, escotas e outros cabos.

Muster Station: estação de Emergência.


N

NICHE/SPECIALTY CRUISE: oferece aos seus passageiros viagens focadas em cursos e seminários abordo que são finalizados nos destinos culturais da cidade visitada. Seus destinos mais comuns são Antarctica, Hawaii, Europa, o Mediterrâneo, as Ilhas Gregas e Ásia.

NONTRADITIONAL CRUISE: é um Cruzeiro sem muitas restrições e obrigações impostas ao passageiro, como: comer quando quiser, onde quiser, com quem você quiser e poder usar roupas casuais a toda hora. Algumas cias de Cruzeiro que operam neste segmento são: Windstar, Princess, Norwegian Freestyle and Disney Cruise Line.

NÓ - Laço apertado de um cabo. Também, unidade que mede velocidade e
corresponde a 1.852 metros.

O

OLEADO - Denominação dada aos antigos abrigos dos navegadores feitos de lona
e impregnados de óleo ou tinta a base de óleo.

OLHAL - Abertura, como um anel costurado em uma vela ou lona, por onde passam
cabos.

OPEN SITTING: livre acesso para mesas de jantar
não ocupadas ao contrário das mesas com pré-
reserva. O hóspede faz as 3 refeições a qualquer
hora e com quem desejar.

ORÇAR - Navegar o mais próximo possível pela da linha do vento.

P

PARELHA - Denominação dada pelos pescadores a um barco equipado para a
pesca.

PATRÃO - Denominação dada a um comandante de barco pesqueiro. Também
para quem está no comando de um barco a remos, de onde possivelmente derive o
termo para o mundo pesqueiro do Sul do Brasil.

PÉ DO MASTRO - O mesmo que base do mastro.

PERNADA - Um dos cordões de um cabo.

PONTAL - Altura máxima interna de um casco, considerando - se a distância
vertical que vai do plano transversal superior até a parte mais inferior do fundo.

POPA - Extremidade traseira de um barco.

PORÃO - Nome dado a espaços de grandes dimensões que se abrem no convés
e vão até o fundo do casco. Local destinado ao depósito da carga.

PORT: o lado esquerdo do navio.

PORT OF CALL: é o porto de escala durante a
viagem do navio.

PORT OF DEPARTURE: é o porto de partida ou o
porto de onde a viagem do Cruzeiro se inicia.

PORTSIDE: o seu lado esquerdo, olhando para a
frente do navio.

PORTHOLE: pequena janela circular de um navio.

PREMIUM CRUISE: oferece o mesmo estilo de viagem dos resort/contemporary cruises além de atrações e facilidades adicionais como serviços de bordo mais refinados. O navio pode acomodar no máximo até 1500 hóspedes e o seu tamanho depende da companhia que o opera.

PROA - Extremidade dianteira de um barco.

PROEIRO - Significa tripulante. Denominação mais usualmente conferida àqueles
que tripulam barcos de pesca artesanal.

PROMENADE DECK: também chamado de lounge deck, é o andar do navio onde fica sua área pública.

PRUMO - É um cabo fino com marcações de metro em metro com uma chumbada
na extremidade, usada para sondagens de profundidade.

Q

QUAD RATE: tarifa econômica promocional oferecida para passageiros que se dispõem a serem
acomodados em uma cabine para 4 pessoas. A venda deste segmento pode ser também através de vendas de cabines solicitadas e marcadas mais tarde (guarantee stateroom).

QUILHA - Peça que se salienta com a mais com a mais inferior do fundo de um
barco. Também conhecida por partilhão ou bolina.

PURSERS OFFICE: recepção, escritório da parte de
hotelaria e documentação do navio.

R

RAIA - Local de um corpo aquático onde se desenvolvem competições de barcos de
recreio.

RESORT/CONTEMPORARY CRUISE: Cruzeiro com estilo de resort. O navio pode acomodar até 3000 hóspedes que têm a bordo uma diversidade de atrações, programas e facilidades. Muitos oferecem atividades específicas para crianças. O valor do pacote varia de acordo com a estação, da linha de Cruzeiro e do itinerário.

RETRANCA - Verga de madeira ou metálica onde está presa a parte inferior de uma
vela.


RIZAR - Significa diminuir a área vélica, enrolando-se a vela na retranca. A
redução da vela é técnica de velejar usada para assegurar melhor governo do barco,
em decorrência de ventos demasiadamente fortes.

RUN OF SHIP: significa que você poderá ser
acomodado em qualquer lugar do navio.


S

SAIL AND STAY PROGRAM: produto de viagem combinando um Cruzeiro com a estadia de 1 ou 2 semanas no destino da viagem, onde após este término, o passageiro embarca novamente no Cruzeiro para retornar ao porto de partida ou continuar o resto da viagem para as cidades que restam ser visitadas.

SAILING TIME: o horário de partida do Cruzeiro do
pier.

SECOND SITTING: o horário mais tarde dos dois
horários de jantar oferecido pelo Cruzeiro.

SHORE EXCURSIONS: city tours oferecidos pelo
Cruzeiro em cada cidade visitada durante a viagem.
Na maior parte das vezes com cobrança de taxas de
serviço.

SISTER SHIPS: são navios que pertecem a mesma
frota da cia de Cruzeiro.

SLOOP - Barco à vela de um mastro com apenas uma vela de proa.

SOTAVENTO - Lado para onde solta vento.

SOLTEIRO - Denominação dada a um barco a bordo sem destinação especial,
podendo ter múltiplos fins.

STARBOARD SIDE: o lado direito do navio,
olhando para a frente do navio.

STEERAGE: classe de um navio com baixo valor
cujas cabines são desconfortáveis e na maior parte
das vezes sem nenhuma facilidade incluída no
preço.

STERN: parte de trás do navio.

SUPERLINER: significa Cruzeiro de luxo.


T

TABLE ASSIGNMENT: reservas de assentos e
mesas específicas no restaurante de um Cruzeiro.

TENDER: lancha ou pequeno barco salva-vidas
usado para transportar os passageiros do navio, que
está ancorado, até à terra.

TBA: (to be assigned) sujeito a
marcação/solicitação.

TRADITIONAL CRUISE: é um Cruzeiro com hora
marcada para as refeições, com companheiro de
mesa fixo e com a obrigatoriedade do uso de roupas
formais (terno para os homens e vestidos para as
mulheres). Algumas cias de Cruzeiro que operam
neste segmento são: Carnival, Celebrity, Crystal,
Holland America e Royal Caribbean.

TRALHA - Parte da rede de pesca, onde a malha é costurada a uma corda contínua.

TRANS-CANAL: refere-se ao Cruzeiro que passa no
Canal do Panamá.

TRIPLE RATE: tarifa econômica promocional oferecida para passageiros que se dispõem a serem acomodados em uma cabine para 3 pessoas . A venda deste segmento pode ser também através de vendas de cabines solicitadas e marcadas mais tarde (guarantee stateroom).

TIBURGUEIRO - Denominação dada em São Lourenço do Sul ao pescador pobre,
de poucas redes, que usa uma pequena canoa e pesca próximo aos juncais ou a
banhados que se ligam à Lagoa dos Patos.

U

UPPER (BED): cama de solteiro do beliche que fica
sobre a lower bed.

V

VELA - Tecido de diversos materiais (algodão, dacron, nylon, terylene, Kevlar,
mylar e outros) usado para impelir um barco, usando a força do vento.

VALUE/TRADITIONAL CRUISE: estilo de Cruzeiro
de férias do tipo all-inclusive por pessoa e por dia. O
navio é de porte médio e os destinos mais comuns
são: Caribe, Canadá e Europa. São os que oferecem
os menores preços de viagem.

VERGA - É uma peça de madeira que está fixada a um mastro, podendo atravessá - lo ou não. Via negra serve as velas.


W

WEATHER DECK: é a parte do deck do navio sem cobertura, geralmente onde se localiza a piscina.

WEATHER SIDE: são os lados do navio que são expostos aos ventos marítimos.

Y

YAWL - É um tipo de veleiro, cujas velas triangulares estão divididas em dois
mastros. O mais curto dos dois é chamado de mastro da mazena e situa - se a ré do
pedestal da roda de leme. 


Glossário de Temos do Turismo




INGLÊS - PORTUGUÊS 
acessible stateroom - cabine adaptada para deficientes.
alien - não cidadão ou não de origem do lugar em questão.
aft - popa.
airfare - tarifa aérea.
at sea - no mar.
azipod - propulsion sistema de propulsão localizado na parte externa do casco do navio com capacidade giratória de 3600.
beam - a largura do navio na parte mais larga.
bellboy - carregador das malas.
berth - leito abordo.
bildge - parte mais ínfima do navio.
blast - som do silvar ou apitar do navio.
ballast - lastro ou o que dá estabilidade ao navio.
black water - água que contem matéria fecal.
boat drill - exercício de evacuação da nave.
boarding - embarque.
booking - reserva.
bow - proa.
bridge - ponte ou estação de navegação.
bulkhead - comporta.
bunk - beliche.
cabin - cabine.
cabin - steward camareiro.
capers - jornal de bordo.
come about - virar o navio de volta.
connecting stateroom - cabine com acesso direto para outra cabine.
crew only - acesso somente permitido a tripulantes.
crew bar - bar da tripulação.
crewmess - refeitório da tripulação
cruise - cruzeiro.
customs - alfândega.
davits - serviola para içar os botes salva-vidas.
debarkation - desembarque.
deck plan - mapa do navio.
deck - coberta.
destination - destino.
dock - atracar.
draft - distancia entre o nível do mar ao casco do navio, profundidade mínima requerida para o navegar ou flutuar da embarcação.
dry dock - estaleiro ou doca seca, instalações apropriadas para a construção
ou reparo de navios.
embarkation - Embarque.
fantail - saliência da parte traseira do navio.
flag of convenience - situação benéfica ao dono de um navio registrado em um país que oferece custos laborais e de impostos menores.
first sitting - primeiro turno do restaurante.
fitness center - Academia.
fjords - uma grande entrada do mar envolta de altas montanhas rochosas.
folio - número da conta a bordo do passageiro.
fore - Proa.
forward - Proa.
freestyle dining - serviço de restaurante sem turnos.
galley - cozinha do navio.
gangway - portão de acesso para embarque e desembarque de pessoas.
guest privilege - Tripulante com permissão de gozar das áreas destinadas
apenas aos hospedes.
gratuities - um pequeno gesto, geralmente em dinheiro, dado a alguém, tal como um garçom ou camareira,em agradecimentos para os serviços prestados.
grey water - água dos drenos da galley, das máquinas de lavagem, do SPA, entre outras.
helm - leme do navio.
hold - parte do navio destinada a carga.
homeport ou turn around - porto de embarque e desembarque, onde inicial
e termina o cruzeiro.
host ou hostess - anfitrião ou anfitriã. Quem recepciona, recebe e dá as boas-vindas, a passageiros,em restaurantes, boates e bares.
hull - casco do navio.
inside cabin - cabine interna sem janela.
knots - unidade da velocidade igual a uma milha náutica(1.852 m ou 6076 pés)por a hora.
lower level ou lower - primeiro piso do restaurante.
main seating - primeiro turno.
manifest - lista de nomes de tripulantes e passageiros a bordo.
maiden voyage - viagem inaugural de uma embarcação.
mess - refeitório da tripulação.
midship - meio do navio.
minibar - um refrigerador pequeno em uma cabine, estocada com bebidas alcoólicas e não alcoólicas e peticos.
muster station - podendo ser um lounge ou uma área qualquer designada, onde os passageiros serão guiados, por um tripulante, à estação de embarque ao bote salva-vidas.
nautical mile - milhas nauticas = 1.852 m (6076 pés).
ocean view - cabine com vista para o mar.
officer mess - refeitório destinado ao uso exclusivo dos oficiais.
offshore - no mar.
on board - a bordo.
onshore ou ashore - em terra.
open sitting - um novo conceito de jantar a bordo, onde os passageiros podem escolher quando, onde, e com quem jantar, incluindo a escolha da mesa e garçom para todas as noites, caso seja de sua escolha ou preferência.
physicaly chalenged - passageiro com dificuldade de locomoção.
playroom - sala de jogos para crianças de todas as idades.
petty officer - mess refeitório destinado ao uso exclusivo dos petty officers e officers..
port charges - taxas inclusas ou adicionadas na tarifa de cruzeiro, destinadas ao custeio dos serviços oferecidos no porto.
portholes - Escotilhas.
portmaning - Tripulante, membro de uma equipe de emrgência a bordo,
em 24 horas de prontidão.
port side - lado esquerdo do navio.
port of call - porto de escala.
pursers ou front desck - Recepção.
sailing date - data de partida, inicio do cruzeiro.
seasick Marear.
seating assignment - acento designado.
second sitting - segundo turno do restaurante.
sign off - dia de desembarque do tripulante indo para as férias ou
de transferência para outro navio.
sign on - dia de embarque do tripulante vindo das férias, de transferência ou ingressando pela primeira vez a bordo.
shipboard - a bordo do navio.
shore excursion - Excursões em terra.
shore excursion desck - balcão de escurções.
shoreside - lado terra.
slot machine - caça níqueis.
sommelier - expert em vinhos.
special needs - passageiro que requer um cuidado ou atenção especial,
por limitações físicas ou psicológicas.
staffmess - refeitório destinado ao uso exclusivo dos staffs e officers.
standard stateroom - cabine simples.
starboard side - lado direito do navio.
stateroom - Cabine.
stern - parte traseira do navio.
tender - navio pequeno utilizado para o transporte de pessoas abordo
para a costa ou vise e versa.
trivia - brincadeira do tipo adivinhação.
upgrade prover - ou ser provido por um nível de serviço superior.
upper bunk - cama de cima de um beliche.
upper level ou upper - segundo andar do restaurante.
vessel - Navio.
wake - rastro do navio produzido pelas hélices do motor.
wake-up call - chamada de despertar.
wine steward - atendente de vinhos, responsável pelo pedido de vinhos
e de seu armazenamento.


PORTUGUÊS -INGLÊS
porto de embarque - home port
porto de escala - port of call
coberta - Deck


SIGLAS
ATM - Caixa eletronico 24 horas.
AWTS - Advaced Wastewater Treatment System
CCL - Carnival Cruise Lines
CICF - Cruise Indutry Charitable Foundation
CLIA - Cruise Lines International Association
CTO - Caribbean Tourist Organzation
ECC - European Cruise Council
GRT - Gross Registered Tons
ICCL - International Council Of cruise Lines
IMO - International Maritine Organization
MARPOL - International Convention for the Prevention of Polution from Ships
NCL - Norwegian Cruise Line
OBF - Oceans Blue Foundation
OCTA - Ocean Conservation Tourism Alliance
P&O - Peninsula and Oriental Steam Company
PSA - Passanger Shiping Association – Inglaterra
RCI - Royal Caribbean International
RCCL - Royal Caribbean Cruise Line
RCCI - Royal Caribbean International
SOLAS - Safety of life at Sea.
USPH - United States Public Health
USCG - United States Coast Gard
VDR - Voyager Data Recorder

Fonte: Setemaresturismo.com.br

Glossário de Temos do Turismo






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