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quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Parque Nacional do Superagui - Turismo em Guaraqueçaba PR


Localizado no litoral paranaense, o Parque Nacional do Superagui protege belíssimas paisagens de restinga, manguezal e floresta, emolduradas ao longe pelas montanhas da Serra do Mar, de um lado, e pelo imenso e agitado Oceano Atlântico, do outro. Além disso, o parque criado em 1989 protege diversas espécies da fauna e flora que podem ser contempladas pelos visitantes que se aventuram a conhecê-lo, como o mico-leão-da-cara-preta e o papagaio-de-cara-roxa, facilmente avistados em revoadas que ocorrem em todo amanhecer e entardecer na ilha de Pinheiros.

O reconhecimento da ilha de Superagüi como patrimônio natural e histórico não é recente. Já em 1970, Superagüi foi inscrita sob o n° 27 no Livro de Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico da Divisão do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do Paraná. Integra a Zona Núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, desde sua primeira fase de implantação em 1991.


Turismo

Duas grandes ilhas costeiras com mais de 40 quilômetros de praias arenosas desertas e manguezais bem conservados...Dunas, lagoas, restingas e florestas da Mata Atlântica, um dos cinco biomas mais ameaçados do mundo.. tudo isso dentro do gigantesco complexo estuarino lagunar do Lagamar, situado no litoral Norte do Paraná, na divisa com Estado de São Paulo. É nesse lugar de paisagens belíssimas e rica biodiversidade que se localiza o Parque Nacional do Superagui!

O Parque também protege a maior população do mico-leão-da-cara-preta Leonthopitecus caissara, uma espécie que é endêmica da região. As Ilhas do Pinheiro e Pinheirinho, também integrantes do Parque Nacional do Superagui, são um dos dormitórios mais importantes do papagaio-da-cara-roxa ou chauá (Amazona brasiliensis) também ameaçado de extinção.

Além de ver toda a beleza natural que o parque oferece, o visitante também tem a oportunidade de vivenciar uma experiência caiçara. São comunidades tradicionais fruto da miscigenação entre índios, negros e colonizadores europeus que residem no território há séculos. Em diversas comunidades ocorre o turismo de base comunitária, onde é possível consumir pratos típicos, se hospedar, conhecer o modo de vida tradicional, incluindo o fandango. Este ritmo musical era originalmente feito em mutirões agrícolas que foram perdendo força mas cuja resiliência caiçara mantém a tradição viva até os dias de hoje.


Atrações

O Parque Nacional do Superagui tem uma grande importância em termos de conservação, pois abriga várias espécies ameaçadas de extinção, tanto no âmbito nacional quanto estadual. Além disto, é a única Unidade de Conservação de Proteção Integral que protege significativamente ambientes de praias arenosas no Estado do Paraná.

A maior porta de entrada do parque é a comunidade da Barra do Superagui, onde está localizada uma Base do ICMBio. A comunidade é conhecida por suas águas calmas, belo pôr do sol e vista da Serra do Mar, além de ser o acesso à Praia Deserta e a diversos outros roteiros. A comunidade possui várias pousadas e campings, onde o visitante pode se informar a respeito de guias e frete de embarcações.

A base do ICMBio funciona em horário comercial e fica a aproximadamente 1 quilômetro do local de desembarque na Ilha, próxima à entrada da trilha de acesso à Praia Deserta.

Principais Regras para a Visitação

Leve somente fotografias, o que é da natureza, fica com a natureza;

Do Parque nada se tira, além de fotos, nada se leva além de lembranças, nada se deixa além de pegadas. Animais, plantas, rochas, frutas, sementes e conchas devem permanecer nos locais encontrados.

Preserve os sítios históricos e respeite a cultura local;

É proibido depredar a vegetação, inclusive extrair madeira, coletar plantas visando qualquer uso e corte da vegetação para abertura de trilhas e áreas para acampamento;

Traga seu lixo de volta para a cidade, não jogue nas trilhas e nos rios;

Acampe somente nos campings formais operados pelos comunitários – é proibido acampar fora dos campings na área do Parque Nacional.

Seja cortês, respeite as comunidades anfitriãs, funcionários e outros visitantes.

Ao avistar animais, não se aproxime muito, não tente pegá-lo ou alimentá-lo.

Se estiver com guia/condutor, cobre o respeito às regras da natureza e do parque;

É proibido caçar, aprisionar, transportar e comercializar animais silvestres;

É proibido acender fogueiras no interior do Parque Nacional pois incêndios se propagam rapidamente na vegetação de restinga;

Atividades em ambientes naturais apresentam riscos, como: presença de animais peçonhentos, risco de perder-se, machucar-se, afogar-se, entre outros.

Risco de acidentes com insetos, cobras, aranhas, escorpiões, água-viva e outros animais;

Esteja preparado para as adversidades em caso de acidentes ou incidentes.

O Parque não possui serviço de resgate. Não se arrisque!


Atrativo Turístico

O Parque tem muitos atrativos turísticos com 38 quilômetros de praias desertas, que podem ser visitadas a pé ou em passeio de bicicleta. A observação de botos na baía do rio das Peças, Praia Deserta e Vila das Peças; além da observação da revoada dos bandos dos papagaios-da-cara-roxa na ilha do Pinheiro.

Praia Deserta da Ilha do Superagui

São cerca de 38 km de praia deserta, como o nome já diz, que pode ser visitada a pé ou de bicicleta.

Trilha da Praia Deserta da Ilha do Superagui

Uma trilha de baixa grau de dificuldade, com duração de 40 minutos que dá acesso à Praia Deserta, um dos atrativos mais visitados da Ilha do Superagui. O percurso de retorno pode ser feito pela praia e tem duração aproximada de 1 hora. É possível utilização de bicicleta para o percurso. Possibilidade de observação da vegetação de restinga, que abriga grande diversidade de bromélias e orquídeas e ocasionalmente de bandos do mico-leão-da-cara-preta. Porém, ressaltamos que é proibido alimentar os animais.

Com duração de 40 minutos a 1h30 e de dificuldade moderada. Na caminhada, é possível observar a vegetação de restinga baixa e alta, bromélias e orquídeas e ocasionalmente do mico-leão-da-cara-preta.

Baía do rio das Peças, Praia Deserta da Ilha das Peças e Vila das Peças

Ponto de concentração de botos, principalmente mães com filhotes, praia virgem com 7 km de extensão com vista para a Ilha do Mel.

Ilha do Pinheiro

A grande atração da Ilha do Pinheiro são as revoadas dos bandos do raro papagaio-da-cara-roxa ao entardecer.

A água normalmente é calma, sem ondas e sem correnteza, quase uma lagoa! Devido a proximidade com os mangues sua coloração pode estar escura, às vezes amarelada, tudo dependendo das correntes. Nada que comprometa o banho e a diversão.

Roteiro Lagamar

No trajeto há o canal do Varadouro, a localidade do Abacateiro que é um museu vivo da Cultura do Fandango, Ararapira Velha, igreja antiga.

Dunas e Lagoa do Superagui

Para conhecer essas formações presentes no parque, a partir da Barra do Superagui deve-se seguir pela praia, na direção da Barra da Lagoa e Praia Deserta.

Cicloturismo nas praias do Parque Nacional

Na Ilha das Peças é possível realizar cicloturismo pela praia, ao longo de um percurso de 14km ida e volta, a partir da Vila das Peças. O trecho tem grau médio de dificuldade e deve ser realizado no período de maré baixa. Na Ilha do Superagui, a Praia Deserta tem cerca de 38km de extensão, num percurso onde é possível contemplar as belezas de uma restinga arenosa totalmente preservada. O percurso tem nível médio de dificuldade, deve ser feito durante períodos de maré baixa e com condições meteorológicas favoráveis.

Fandango Caiçara

A região esconde outras riquezas além da biodiversidade vegetal e animal: a cultural, representada pelo Fandango que é considerado Patrimônio Imaterial do Brasil, pelo IPHAN, ainda cultuado e praticado no Norte do Paraná e Sul de São Paulo.

De origem Ibérica, a dança do Fandango era praticada na península europeia para comemorar o final de algum trabalho em mutirão.

O fandango caiçara pode ser conhecido melhor em visitas aos diversos Museus Vivos do Fandango (uma iniciativa do IPHAN para preservar e fortalecer a cultura). Dentre eles destacam-se o Bar Akdov na Vila do Superagui e as comunidades do Abacateiro-PR e Ariri-SP,com fácil acesso por barcos que podem ser fretados nas comunidades.

Revoada dos Papagaios na Ilha do Pinheiro

A Ilha dos Pinheiros, situada entre a Ilha das Peças e Superagui na belíssima Baía dos Pinheiros é o principal dormitório do papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis), e no final da tarde é possível apreciar o espetáculo da revoada dos papagaios no retorno à Ilha, onde eles costumam pernoitar. Recomendamos manter uma distância respeitosa da Ilha e silêncio para não molestar os papagaios em seu local de descanso.

Baía dos Golfinhos

Os botos (Sotalia guianensis) podem ser vistos por toda a região, com destaque para as águas calmas próximas a Ilha das Peças. Nessa mesma região a raia jamanta (Manta birostris) pode ser avistada, saltando para fora d´água no verão e no outono, principalmente entre janeiro e abril.

Cachoeiras do Sebuí

No entorno do parque podem ser visitadas diversas cachoeiras no rio Sebuí. Existem passeios para as cachoeiras a partir da Comunidade de Sebuí e também na RPPN Sebuí. Para maiores informações contate um guia local.

Canal do Varadouro

O Canal do Varadouro, situado na porção norte da Ilha do Superagui, é a divisa natural entre os Estados de Paraná e São Paulo. O passeio é todo feito de barco, sendo possível avistar paisagens exuberantes ao longo do percurso, onde existem manguezais ainda intactos que são o habitat de bandos de Guará (Eudocimus ruber) e visitar as comunidades tradicionais desta região, como Canudal e Vila Fátima no Superagui/PR e Ariri, localizada na porção continental de São Paulo.


Serviços Turísticos

O Parque Nacional do Superagui ainda não possui infraestrutura instalada para a recepção de visitantes. Porém, existem atrativos naturais e culturais no Parque.

Telefone: (41) 3482-7146    /    Facebook

E-mail: parna.superagui@icmbio.gov.br   / antonina.guaraquecaba@icmbio.gov.br

Histórico

O Parque Nacional do Superagui está localizado integralmente dentro do município de Guaraqueçaba, no litoral norte do estado do Paraná, fronteira com São Paulo. Foi criado em 1989 com o objetivo de proteger os ecossistemas costeiros, restingas e manguezais, e espécies ameaçadas como o papagaio-de-cara-roxa e o mico-leão-da-cara-preta, endêmico da região. A descoberta de uma nova área de ocorrência do mico, no continente, motivou a ampliação do parque, que em 1997 passou a ter cerca de 34 mil hectares.

Em 1970, Superagui foi inscrito sob o n° 27 no Livro de Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico da Divisão do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do Paraná. Em 1997, o parque foi ampliado.

As populações existentes na área do parque e de seu entorno são chamadas de caiçaras, em razão da miscigenação entre índios, negros, ecolonos portugueses. A origem da palavra “caiçara” remonta a uma técnica usada para atrair o pescado, podendo ser considerada um método de maricultura extensiva.

Aspectos naturais

O parque abrange as ilhas do Superagui e das Peças. Sua paisagem é composta por Mata Atlântica, restingas, manguezais e praias que integram o Complexo Estuário Lagunar de Iguape-Cananéia-Paranaguá, mais conhecido como Lagamar, um dos mais importantes ecossistemas costeiros do mundo.

Os manguezais estão representados pelo mangue-vermelho e pelo mangue-branco onde também crescem diversas orquídeas. Figueiras e maçarandubas são espécies que constituem a faixa de Mata Atlântica e podem ser vistas na UC.

A região detém uma das maiores áreas com cobertura florestal do Paraná. A área recebeu da UNESCO em 1999, o título de Patrimônio Natural da Humanidade ou Sítio do Patrimônio Natural do Brasil, denominado Mata Atlântica, Reservas do Sudeste SP/PR.

No parque podem ser encontradas espécies ameaçadas de extinção como o mico-leão-de-cara-preta, o papagaio-de-cara-roxa, a suçuarana e o bugio. Compreende a maior parte das ilhas de Superagüi e das Peças, a totalidade das ilhas do Pinheiro e Pinheirinho, e no continente o vale do rio dos Patos. Além de uma imensa riqueza biológica, possui uma riqueza cultural igualmente diversa, com destaque para o fandango que envolve música, dança, formas de sociabilidade e artesanato.

Relevo e clima

O relevo da região do Parque Nacional do Superagui apresenta caráter montanhoso ao norte (Vale do Rio dos Patos) e planícies litorânea ao sul e sudeste (praias, restingas e manguezais).

Clima sub-quente, super-úmido, sem seca (temperado), no inverno pode chegar à temperaturas baixas. Muitas chuvas ao longo de todo ano. A época ideal para visitação é janeiro e fevereiro.


Fauna e Flora

Fauna: O parque abriga em sua fauna alguns animais ameaçados de extinção como o mico-leão-da-cara-preta (Leontopithecus caissara), o papagaio-da-cara-roxa (Amazona brasiliensis), a suçuarana ou onça-parda (Puma concolor capricornensis ), e o trinta-réis-real (Thalasseus maximus).

O mico-leão-de-cara-preta é endêmico da ilha de Superagui, com ocorrência até o município de Ariri, na fronteira com São Paulo. Sua área restrita faz com que a espécie seja considerada criticamente ameaçada de extinção.

Também estão presentes no parque mamíferos como a paca, a cutia, o veado e o porco-do-mato. Muitas aves marinhas povoam a região, juntamente com o tucano, o sabiá e o ameaçado papagaio-de-cara-roxa. Cobras peçonhentas como a jararaca e a coral também ocorrem na área protegida.

Flora: O Parque Nacional do Superagui está inserido no bioma Mata Atlântica e Marinho/Costeiro. Sua flora abrange espécies vegetais como ipês, jacarandás, orquídeas, bromélias e caxetas, além de espécies típicas de manguezais.

Objetivos específicos da unidade

O Parque Nacional do Superagüi abriga importantes amostras dos ecossistemas ali existentes, tais como a Floresta Atlântica, restinga, manguezais, praias e dunas. Considerada um dos cinco ecossistemas costeiros mais notáveis do globo terrestre.


Ingressos

Não há cobrança de ingressos para visitação aos atrativos do Parque Nacional do Superagui e o acesso aos locais tradicionalmente visitados é permitido. Entretanto, para visitar as comunidades tradicionais e interagir com os moradores nativos, sugerimos o acompanhamento de um guia ou condutor de visitantes local.

Localização

O Parque Nacional do Superagui localiza-se no litoral norte do Paraná, no município de Guaraqueçaba, a 181 quilômetros da capital do estado, Curitiba. Em 1997, o parque foi ampliado e passou a incluir a região do Vale do Rio dos Patos.

Como chegar

Para chegar na Vila do Superagui, principal porta de entrada para desfrutar dos atrativos do parque, é necessário pegar um barco nos municípios de Guaraqueçaba ou Paranaguá.

Em Paranaguá há uma linha regular de barco que faz o itinerário até Superagui diariamente na parte da tarde. O barco parte do porto da cidade, na Rua da Praia, também conhecida como Rua General Carneiro. O retorno, pela mesma linha, sai da ilha na parte da manhã para Paranaguá. O traslado é normalmente feito em voadeiras, com tempo de duração aproximada de 1 hora (tanto ida quanto volta).

Também é possível contratar o serviço de transporte de barco de forma particular em Paranaguá ou Guaraqueçaba para acessar a ilha do Superagui ou a ilha das Peças, esta última também parte do parque.


Fonte:

https://www.guaraquecaba.pr.gov.br/

https://www.icmbio.gov.br/portal/visitacao1/unidades-abertas-a-visitacao/209-parque-nacional-do-superagui

https://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Nacional_do_Superagui


quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Parque Nacional do Iguaçu - Turismo em Foz do Iguaçu PR


Criado em 1939 e dirigido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Parque Nacional do Iguaçu recebe anualmente mais de 1 milhão de visitantes de vários lugares do mundo que tem como objetivo conhecer a fauna e flora local além de se encantar com as Cataratas do Iguaçu, uma das 7 maravilhas da natureza além de ser um patrimônio natural da humanidade.

O parque teve seu primeiro Plano de Manejo elaborado em 1981, tendo sido revisado somente no ano de 1999. O parque protege toda a bacia do rio Floriano, um dos afluentes do Rio Iguaçu, uma raridade na Região Sul do Brasil pela qualidade da água, cujas nascentes ficam próximas à rodovia BR-277, entre Céu Azul e Santa Terezinha de Itaipu. As Cataratas do Iguaçu, junto com a Floresta Amazônica.

As quedas são compartilhadas pelo Brasil e pela Argentina. O Parque Nacional do Iguaçu no Brasil e o Parque Nacional Iguazú na Argentina foram declarados Patrimônio Mundial da UNESCO nos anos de 1986 e 1984 respectivamente.

Um dos grandes destaques do lado brasileiro são as passarelas projetadas sobre a água, em que os visitantes caminham muito próximos das quedas e veem de um ângulo incrível, junto a um precipício, a Garganta do Diabo. Na época de cheia, as passarelas podem até ser fechadas por conta da vazão de água, que chega a tomar o lugar por onde passam os turistas. A sensação de estar próximo a tantas cachoeiras é inexplicável. Não há como não se sentir extasiado e, ao mesmo tempo, pequeno diante de tamanha beleza. 



Turismo

O Parque Nacional do Iguaçu é hoje exemplo de sustentabilidade, onde é realizado o desenvolvimento socioambiental com integração entre a proteção e conservação e o uso sustentável dos recursos naturais.

A área abriga grande quantidade de sítios arqueológicos. A origem da palavra Iguaçu é indígena-guarani e significa "água grande". O Parque Nacional do Iguaçu foi incluído na "lista dos Patrimônios Naturais da Humanidade", em Novembro de 1986.

Historicamente foi cenário das missões jesuítas para a catequese dos Tupi-Guaranis, posteriormente os Bandeirantes paulistas expulsaram os jesuítas espanhóis, permanecendo assim sob o domínio de Portugal toda aquela região.

A UC foi o segundo parque nacional a ser criado no Brasil. As Cataratas do Iguaçu têm o maior sistema de quedas d’água do mundo depois das Cataratas do Niágara.

As rochas do Parna do Iguaçu se originaram de processos vulcânicos – chamado vulcanismo de fendas que ocorreu na região entre aproximadamente 165 a 120 milhões de anos. Unido pelo rio Iguaçu ao Parque Nacional Iguazú, na Argentina, o Parque integra o mais importante contínuo biológico do Centro-Sul da América do Sul, com mais de 600 mil hectares de áreas protegidas e outros 400 mil em florestas ainda primitivas.

O Programa Caminhos do Turismo Integrado ao Lago de Itaipu é composto por três roteiros: 1) Caminhos rurais e ecológicos; 2) Caminhos das águas e 3) Caminhos da colonização; os quais mostram todas as riquezas naturais da região lindeira ao Lago de Itaipu, formada por 16 municípios que tiveram parte de seus territórios alagados pelo reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaipu.

Infraestrutura: Foz do Iguaçu conta com um dos maiores parques hoteleiros do Brasil, além do Aeroporto Internacional Cataratas, servido pelas principais companhias aéreas nacionais e algumas internacionais.


Atrações

As Cataratas do Iguaçu estendem-se numa frente semicircular de 2.700 metros de extensão, dos quais 800 metros estão do lado brasileiro e 1.900 metros do lado argentino. São compostas por um número variado de saltos e quedas que oscilam entre 150 e 270, de acordo com o volume de água do rio.

A altura máxima das quedas é de 80 metros. Os saltos têm nomes próprios como Floriano, Deodoro, Benjamim Constant, mas, o mais famoso é a Garganta do Diabo.

Além das exuberantes cataratas e seus arco-íris, poderá conhecer outros motivos de interesse: o Centro de Visitantes, a Linha Martins, o Parque das Aves, a Trilha do Poço Preto, o Salto do Macuco, a Trilha das Bananeiras, Rafting, Cachoeirismo, a Praça e Estátua de Santos Dumont, homenagem feita pela VASP ao "Pai da Aviação", que usou todo seu prestígio junto ao Governo do Estado do Paraná na transformação da Área das Cataratas do Iguaçu num Parque Nacional. O local que era propriedade particular, é então declarado público.

CURIOSIDADES:

As Cataratas do Iguazú têm uma largura de 2,7 km (ou 1,7 milhas). A sua altura varia entre 60 metros (200 PES) e 82 metros (ou 269 PES) e a sua média de fluxo de água de 1.800 m ³/s.

Uma grande parte da água das cataratas cai na Garganta do Diabo- um grande abismo de 82 metros de altura, 150 metros de largura e 700 metros de comprimento. Este abismo e em forma de “U.”

Dois terços das Cataratas do Iguazú estão no lado Argentino.

As Cataratas do Iguazú se formaram como resultado de uma erupção vulcânica.

O #CataratasDay é um dia para conscientização da conservação do Parque Nacional do Iguaçu e toda região. Acontece sempre em 11 de novembro, no mesmo dia em que as Cataratas do Iguaçu foram escolhidas como uma das 7 Maravilhas da Natureza.

As Cataratas do Iguazú podem ser vista em muitos filmes, incluindo: "A Missão"," Indiana Jones e o Reino da caveira de cristal "," Mr. Magoo", " Miami Vice " e muitos mais.

Diz a lenda indígena que o M’boy, um deus em forma de cobra planejava se casar com uma bela índia chamada Naipi. Para o azar do deus, no dia do casamento Naipi fugiu com seu amado Tarobá, um jovem guerreiro, em uma canoa. Com raiva, o deus cortou o rio, criando as cataratas e condenando os amantes a uma queda eterna.


Atrativo Turístico

Cataratas do Iguaçu:

São formadas pelas quedas do rio Iguaçu, que em tupi-guarani significa água grande. Percorre 18 quilômetros antes de juntar-se ao rio Paraná.

O rio Iguaçu mede 1.200 metros de largura acima das cataratas. Abaixo, estreita-se num canal de até 65 metros. A largura total das Cataratas no território brasileiro é de aproximadamente 800 metros e, no lado argentino, de 1.900 metros. A altura das quedas varia de 40 a 80 metros.Dependendo da vazão do rio, o número de saltos varia, atingindo um número superior a 100 nos períodos de média vazão.

São 19 saltos principais, cinco deles do lado brasileiro e os demais no lado argentino. A disposição dos saltos, com a maior parte deles no lado argentino e voltados para o Brasil, proporciona a melhor vista para quem observa o cenário a partir do Brasil.

Trilha das Cataratas

Caminhada moderada ao longo de 1.200 metros de extensão, a trilha oferece uma visão panorâmica do conjunto de quedas d’água que formam as Cataratas do Iguaçu. No percurso, existem mirantes de contemplação que permitem uma visão mais próxima de alguns saltos.

Durante o passeio, é possível observar algumas espécies da fauna e da Flora do Parque. Ao Final da trilha, acesso à Garganta do Diabo, a mais deslumbrante das quedas, com aproximadamente 90 metros de altura.



Trilha do Poço Preto:

A trilha relembra o caminho que os índios da região usavam para contornar as Cataratas do Iguaçu. São 9 kms que podem ser feitos com caminhada, bicicleta ou carro elétrico. A trilha é realizada com guias bilíngues que falam sobre a fauna e flora do Parque Nacional do Iguaçu.





Trilha das Bananeiras:

Uma caminha de 1,5 km, que pode ser feito à pé ou em veículo elétrico. É possível avistar pequenas lagoas onde são encontrados pássaros de hábitos aquáticos e exuberante vegetação.

Durante o caminho existem vários quatis, que andam soltos pelo parque.





Central do visitante

Algumas opções para quem chega ao parque. Como o museu interativo, o qual conta a história do Parque Nacional do Iguaçu desde sua descoberta até a criação oficial do Parque.

Também é possível encontrar uma cafeteria, loja de lembranças com produtos personalizados, que utilizam as belezas do parque como marca oficial. Por último, nesta área é possível também pegar um helicóptero da Helisul para fazer o voo de 10 minutos sobre o Parque Nacional do Iguaçu e as Cataratas do Iguaçu.


Macuco Safari + Cachoeirismo:

Neste passeio, o visitante irá percorrer uma trilha de 2km em meio a mata conduzidos por um transporte elétrico, em seguida pode desfrutar de uma experiência singular, o Cachoeirismo: uma descida de rapel de 20 metros nas águas do Salto Macuco, cachoeira que brota de rochas milenares, no coração da floresta do Parque Nacional do Iguaçu, seguida de uma trilha de 600 metros de caminhada até chegar em um deck que possui loja de souvenirs, banheiro, vestiário, e nosso acesso ao cais de onde saem os passeios de barco.

As atividades terão início após a execução de todos os procedimentos de segurança necessários. Obs: Idade mínima para realização do cachoeirismo é 12 anos.

Macuco só Selva:

Para os amantes da natureza, que querem ter um contato direto com a rica biodiversidade da Mata Atlântica e conhecer um pouco mais da floresta do Parque Nacional do Iguaçu, o Macuco Safari oferece a opção de passeio “Só Selva”, onde, com o acompanhamento de um guia especializado, o visitante pode contemplar e conhecer a flora e fauna local.

O passeio tem duração de uma hora, com inicio em um moderno jipe elétrico, por um percurso de 3km, com informações sobre história do parque, animais e árvores que se destacam na floresta.

Na próxima etapa, uma trilha suspensa em uma caminhada de aproximadamente 600 metros mata a dentro, considerada de dificuldade fácil e possível para todas as idades, para que o visitante tenha um contato mais estreito com a Mata Atlântica. Nessa trilha é possível ver o Salto Macuco, uma cachoeira de cerca de 20 metros que brota de rocas milenares, um verdadeiro espetáculo.

O passeio tem término em nossa estrutura que antecede o barco, onde se encontra uma lanchonete, loja e banheiros, além de uma vista privilegiada do Rio Iguaçu. Para essa caminhada recomendamos o uso de sapatos confortáveis, roupas leves, repelentes e o uso de protetor solar.

Sobrevoar as Cataratas

Sobrevoar as Cataratas de Helicóptero é uma experiência incrível. O passeio é realizado pela Concessionária Helisul Taxi Aéreo, para mais informações acesse o site: LINK

O sobrevoo permite que o visitante tenha uma noção da dimensão dessa paisagem, fazendo surgir as mais diferentes sensações.

Observações: - Duração do passeio: 10 minutos - Diariamente das 9h às 17h - O voo depende das condições climáticas e quantidade mínima de 3 pessoas.


Dicas adicionais

Para quem visita o parque, uma capa de chuva pode ser de grande valia, principalmente se houver vento no dia da visita. No inverno, os respingos das cataratas podem deixá-lo com frio, então vale não só reforçar a roupa como ter a capa de chuva ou um casaco impermeável para se proteger. Calçados e roupas confortáveis são primordiais para não ter chateação ao longo das caminhadas. 


Mapa turístico Parque Nacional do Iguaçu



Serviços Turísticos

Parque Nacional do Iguaçu - Turismo em Foz do Iguaçu PR

WHATSAPP: +55 45 9 9137 3444 / TELEFONE: +55 45 3521 4400

E-MAIL: contato@catarataspni.com.br / imprensa@cataratasdoiguacu.com.br

Para contato direto com nossa equipe de comunicação ligue: Telefone: 45 3521 4433 

ENDEREÇO: Br 469, Km 18 – Foz do Iguaçu / Paraná / Brasil

Site: LINK / Facebook: LINK

FUNCIONAMENTO: Todos os dias, das 8h às 16h, nesta alta temporada.

TRANSPORTE: Saída do primeiro ônibus do Centro de Visitantes às 8h Retorno do Espaço 

Porto Canoas, última saída às 17h30 / ESTACIONAMENTO: Todos os dias, das 7h às 18h


Histórico

No ano de 1542, o espanhol Alvar Nuñez, nomeado Governador do Paraguai, seguia viagem rumo à cidade de Assunção, quando se deparou com a grandiosidade das Cataratas do Iguaçu. Ele foi o primeiro europeu a conhecer a região, onde na época viviam apenas os índios tupi-guaranis. Foi no ano de 1876, o engenheiro André Rebouças faz a primeira proposta ao Imperador D. Pedro II sobre a criação do Parque Nacional. Em 1916, Santos Dumont, ao conhecer as Cataratas do Rio Iguaçu, ficou tão impressionado com a sua beleza que pressionou com o seu prestígio o então governador do Paraná, Afonso Camargo, para que ali fosse criado um Parque Nacional. O local que era então propriedade particular, é declarado local de interesse público. Em 1930, foi ampliada a área desapropriada em 1916, para criar o Parque Nacional do Iguaçu.

O Parque Nacional do Iguaçu foi efetivamente criado em 10 de janeiro de 1939, através do Decreto-Lei nº 1 035 do então Presidente da República, Getúlio Vargas. Em 1º de dezembro de 1981, por meio do Decreto-Lei 86 676 assinado pelo Presidente João Figueiredo, a área do parque teve um acréscimo, sendo então fixado novos limites.


Aspectos naturais

O Parque Nacional do Iguaçu foi a primeira Unidade de Conservação do Brasil a ser instituída como Sítio do Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO, em 1986.

A UC abriga as Cataratas do Iguaçu que está no extremo oeste do Paraná, na bacia hidrográfica do rio Iguaçu, a 17 km do centro de Foz do Iguaçu e az fronteira com a Argentina.

É uma das maiores reservas florestais da América do Sul e apenas a parte onde ficam as Cataratas está liberada à visitação. A unidade abriga a maior remanescente da floresta Atlântica.

Relevo e clima

O clima da região é temperado, sem estação seca, com temperatura média anual entre 18ºC e 20ºC. As são chuvas frequentes o ano todo e abundantes.

Foz do Iguaçu está localizado no extremo oeste do terceiro planalto paranaense, sendo o município mais a oeste do Paraná. O relevo é suavemente ondulado, o que contribui muito para o desenvolvimento da agricultura. Sua altitude varia em torno dos duzentos metros. 

A oeste do município corre o rio Paraná, ao sul o rio Iguaçu, ao norte fica o Lago de Itaipu e a sudeste o Parque Nacional do Iguaçu, uma das últimas reservas de mata nativa intacta que existem no Paraná. No sudoeste de Foz os Rios Iguaçu e Paraná se unem formando a tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

Fauna e Flora

A fauna é bastante diversificada e apresenta mais de 340 espécies de aves, 50 espécies de mamíferos, 60 de répteis, 12 de anfíbios e 700 de borboletas. Das 70 espécies de peixes estimadas para os rios, foi identificada pouco mais da metade.

É possível observar a presença de um expressivo número de espécies da avifauna associadas aos ambientes da vertente atlântica, como a jacutinga, a jandaia, o surucuá-de-peito-azul, o tucano-de-bico-verde, o flautim e a saíra-sete-cores.

Há ainda a presença do grimpeirinho – uma espécie endêmica da Floresta Ombrófila Mista, enquanto o tucunaçu e o arapaçu-do-cerrado representam exemplos de aves típicas do Cerrado.

Muitas dessas espécies – aves como macuco, jacutinga e cisqueira, mamíferos como o guariba, a onça pintada, a lontra, a onça parda e o gato do mato maracajá – já estão incluídas em listas de fauna ameaçada de extinção e dependem da conservação do seu habitat no Parque Nacional do Iguaçu.

O Parque Nacional do Iguaçu abriga a maior e mais importante área de floresta Estacional Semidecídua (floresta tropical subcaducifolia) do país.




Objetivos específicos da unidade

Proteger amostra do bioma mata atlântica e conservação da paisagem das Cataratas do Iguaçu.

Ingressos

O parque está aberto diariamente das 9h às 17h e pode ser visitado durante o ano todo. Os meses de menor fluxo de visitantes são junho e julho.

Valor do ingresso integral para adultos a partir de 12 anos é R$ 47. Menores de 12 anos de idade e maiores a partir de 60 anos são isentos de taxas.

O brasileiros obtêm 50% de desconto do valor integral (R$ 34), já cidadãos do Mercosul pagam (R$ 50), Estrangeiros - Adultos: a partir de 12 anos (R$ 67)

Além disso, o transporte dentro da UC custa R$ 11 e R$ 2 para o Fundo de Desenvolvimento e Promoção Turística do Iguaçu.

Localização

O parna abrange 14 municípios: Capanema, Capitão, Leônidas Marques, Santa Lúcia, Lindoeste, Santa Tereza do Oeste, Diamante do Oeste, Céu Azul, Matelândia, Ramilândia, Medianeira, Serranópolis do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Santa Terezinhde Itaipu e Foz do Iguaçu.

Como chegar

Existem inúmeras companhias aéreas que operam na cidade de Foz do Iguaçu.

O Parque Nacional do Iguaçu está a cerca de 14 km do centro de Foz do Iguaçu. Esse percurso pode ser feito em ônibus (linha 120), transporte compartilhado das agências turísticas (cerca de R$ 45 por pessoa), táxi e com Uber — tanto no táxi como no Uber, o valor varia de acordo com o local de embarque. A partir do Aeroporto de Foz do Iguaçu são apenas 3 km até o Parque Nacional. 


Fonte:

https://www.icmbio.gov.br/parnaiguacu/

https://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Nacional_do_Igua%C3%A7u

https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_do_Igua%C3%A7u


segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Parque Nacional Viruá - Turismo em Caracaraí RR


O Parque Nacional do Viruá foi criado em 29 de abril de 1998, em atendimento a compromissos assumidos pelo Brasil na Convenção da Diversidade Biológica. Localizado no município de Caracaraí, centro-sul de Roraima, o parque abrange um mosaico de florestas aluviais, campinaranas e florestas de terra firme, em uma região com características típicas de um pantanal, no norte da Amazônia. O Parque Nacional do Viruá é uma das unidades de conservação com a maior diversidade de aves da Amazônia. São 531 espécies registradas (2014). imagem: Rogean C

O Parque Nacional do Viruá tem uma beleza cênica e uma abundância de espécies aquáticas do rio Anauá.

Sua enorme biodiversidade inclui mais de 520 espécies de aves, 420 espécies de peixes, 111 de mamíferos e mais de 100 répteis e anfíbios num total de 1150 espécies animais registradas até agora, o que torna o Viruá um dos parques nacionais com maior biodiversidade do país.


Turismo

Situado na região de mais fácil acesso do Pantanal Setentrional, o parque funciona como um centro de referência para pesquisas ecológicas de longa duração, e tem a missão de integrar atividades de pesquisa e conhecimentos de biodiversidade ao desenvolvimento local. Experiências de turismo de base comunitária estão sendo estimuladas, para assegurar a participação das comunidades no desenvolvimento do turismo no Parque Nacional do Viruá e entorno.

A enorme área coberta por areias e (hoje) sujeita a inundações na bacia do baixo Rio Branco que se estende até o Rio Negro forma o Pantanal Setentrional roraimense, bem menos conhecido que seu primo mato-grossense, mas não menos importante ou interessante.

Visitar o parque é garantia de contato com uma grande diversidade de aves, mamíferos e plantas da Amazônia. Venha conhecer!

Experiências de turismo de base comunitária estão sendo estimuladas, para assegurar a participação das comunidades no desenvolvimento do turismo no Parque Nacional do Viruá e entorno.

Conhecer o parque é garantia de contato com uma grande diversidade de aves, mamíferos e plantas da Amazônia.

Atrações

O Parque tem grande potencial para modalidades de turismo ecológico e científico. A observação de aves é um dos atrativos mais importantes.

Serra do Viruá - É o local com maior visitação no Viruá, onde está localizada a sede do parque e estruturas importantes de apoio a pesquisa e turismo. As florestas da Serra do Viruá funcionam como refúgio para inúmeras espécies da fauna e flora. A riqueza e a facilidade de observação de vida silvestre, em especial de mamíferos e aves, estão entre os principais atrativos deste setor.

Na estrada de acesso à sede, com 5 Km de extensão, observadores de aves fazem registros de espécies endêmicas e especialistas de hábitat, como inambu-de-pé-cinza (Crypturellus duidae), mutum-poranga (Crax alector), jacamim-de-costas-cinzentas (Psophia crepitans), uiraçu (Morphnus guianensis). A observação de mamíferos como primatas, onça-pintada, suçuarana, veado-mateiro, tatu-canastra, anta e queixada também são comuns.

O acesso com veículos particulares é permitido neste local.

Sistema de Trilhas do PPBio - O Sistema de Trilhas do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) foi implantado para dar suporte a inventários de biodiversidade e pesquisas de longa duração em ecossistemas florestais da Serra do Viruá e de campinaranas.

Composto por doze trilhas de 5 km cada, o sistema oferece 60 km de trilhas para caminhadas em florestas e áreas abertas. O acesso é feito a partir da Sede da UC. As trilhas têm nível médio a alto de dificuldade, onde os visitantes poderão ter contato com ambientes de serras, terras baixas e áreas alagáveis. Espécies frequentemente avistadas incluem aves endêmicas, primatas, tatus, tamanduás, quelônios e anuros.

Passarela da Samaúma - A passarela da Samaúma foi instalada para permitir a visitação de uma floresta alagável por pessoas com necessidades especiais e dificuldades de locomoção, assegurando conforto e proteção aos visitantes. No percurso de 200 metros é possível ter contato com árvores de grande porte, incluindo o amarelão (Fabaceae) e a belíssima Samaúma (Malvaceae), pica-paus, primatas, esquilos e até mesmo peixes de igarapés nas épocas úmidas.

Campinaranas do Megaleque - As campinaranas do megaleque são um atrativo especial do Viruá. Facilmente acessíveis através da Estrada Perdida, abrigam espécies da fauna e flora de ambientes abertos da Amazônia, muitas delas endêmicas das Guianas.

Atrativo Turístico

Serra do Viruá:

As florestas da Serra do Viruá funcionam como refúgio para inúmeras espécies da fauna e flora. É o local com maior visitação no Viruá, onde está localizada a sede do parque e estruturas importantes de apoio a pesquisa e turismo.

Nas proximidades da sede, foi estruturada uma área de camping, é um espaço projetado para o visitante ter a experiência de acampar no interior da floresta, em contato direto com a natureza. Possui cinco tablados de madeira distribuídos no decorrer de uma trilha, sendo um deles em processo de implantação para ter acessibilidade. Três banheiros, incluindo um com acessibilidade e dois quiosques para preparar as refeições em um espaço de convivência com mesas e cadeiras.

Trilha do Mirante da Serra

O Mirante da Serra, construído na Serra do Viruá, a cerca de 170 metros de altitude, foi instalado para o visitante ter uma visão panorâmica da paisagem que e um mosaico de campinarana, florestas de terra firme, ambiente de serras e áreas alagáveis.

Nível de dificuldade: Difícil

Extensão: 3,54 km - Tempo de percurso: 1 hora e 30 minutos




Trilha da Samaúma

Segundo o parque, a passarela da Samaúma foi instalada para permitir a visitação de uma floresta alagável por pessoas com necessidades especiais e dificuldades de locomoção, assegurando conforto e proteção aos visitantes.

No percurso é possível ter contato com árvores de grande porte, incluindo o amarelão (Fabaceae) e a belíssima Samaúma (Malvaceae), pica-paus, primatas, esquilos e até mesmo peixes de igarapés nas épocas úmidas.

A passarela é fruto do projeto de capacitação apoiado pelo Programa ARPA - Subcomponente 2.3 “Integração com as comunidades”, que reuniu carpinteiros locais, arquitetos, comunitários e gestores, na primeira experiência de construção de estruturas facilitadoras com o uso de materiais locais para o ecoturismo na UC. Contou com a utilização de madeiras apreendidas doadas pelo IBAMA-RR, em parceria com a PRF-RR.

Nível de dificuldade: fácil, acessível a pessoas com necessidades especiais ou com dificuldade de locomoção.

Extensão: 230 metros - Tempo de percurso: 10 minutos, até menos.

Trilhas do Viruá

O Sistema de Trilhas do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) foi implantado para dar suporte a inventários de biodiversidade e pesquisas de longa duração em ecossistemas florestais da Serra do Viruá e de campinaranas.

Composto por doze trilhas de 5 km cada, o sistema oferece 60 km de trilhas para caminhadas em florestas e áreas abertas. O acesso é feito a partir da Sede da UC.

As trilhas têm nível médio a alto de dificuldade, onde os visitantes poderão ter contato com ambientes de serras, terras baixas e áreas alagáveis. Espécies frequentemente avistadas incluem aves endêmicas, primatas, tatus, tamanduás, quelônios e anuros. No retorno da caminhada, os visitantes poderão se refrescar com duchas de água natural na Sede do Parque Nacional do Viruá.

Nível de dificuldade: moderada a difícil. Extensão: 60 km (3 a 12 km ao dia) Tempo de percurso: de 1 hora e 30 minutos a 6 horas por dia


Serviços Turísticos - PARQUE DO VIRUÁ 

Telefone (95) 3532 1462 - Email ngi.roraima.usopublico@icmbio.gov.br / pnvirua@gmail.com.

ICMBio - Sede do Parque Nacional do Viruá - Facebook

BR 174 Km 322 - Caracaraí/RR - CEP: 69360-000

Guia de Turismo: (95) 99146-7245 - Valdercley (Cobra)

O parque conta com área de camping para barracas e dois espaços de redário.  O horário de funcionamento do parque é diário, incluindo sábados, domingos e feriados das 6h às 18h.


Histórico


O Parque Nacional do Viruá foi criado por decreto em 29 de abril de 1998.  Está classificado como área protegida da IUCN categoria II (parque nacional). Os objetivos são preservar ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, e possibilitar pesquisas científicas, atividades educacionais, interpretação ambiental, recreação em contato com a natureza e turismo ecológico. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. A unidade de conservação é apoiada pelo Programa de Áreas Protegidas da Amazônia.

O nome do Parque advém do igarapé que nasce no seu interior. O Parque foi designado como Sítio Ramsar, área úmida de importância internacional em 2017. A Convenção de Ramsar é um tratado internacional que trabalha em prol da conservação e do uso sustentável das áreas úmidas.

Em 4 de novembro de 2010 teve início a consulta pública sobre a ampliação da área do parque. O conselho consultivo foi criado em 20 de novembro de 2012. O plano de gestão foi aprovado em 17 de abril de 2014.


Programa Áreas Protegidas da Amazônia

O Parque Nacional do Viruá é uma das Unidades de Conservação (UC) apoiadas pelo Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

O Programa foi criado com o objetivo de expandir e fortalecer o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) na Amazônia, proteger 60 milhões de hectares, assegurar recursos financeiros para a gestão destas áreas a curto / longo prazo e promover o desenvolvimento sustentável na região.



Aspectos naturais

Localizado à margem esquerda do rio Branco, em Roraima, a dificuldade em acessar a UC dificulta o desenvolvimento do turismo em seu interior. O Parque Nacional do Viruá ainda é uma área pouco explorada pelo homem. A área do Parque abriga espécies de ambientes alagados – como palmeiras, buritis, açaí, jauari, bacaba e o inajá.

Os pesquisadores são os principais visitantes.


Relevo e clima

O clima é tido como equatorial (quente e úmido) na maior parte do ano com uma estação seca entre setembro e março. Com o clima tropical chuvoso tem o período chuvoso bastante definido que começa em maio e termina em setembro. A média da temperatura anual é de 28°C.

O relevo de maior parte do Parque é plano, com predomínio de grandes lagoas. A área compreende uma vasta superfície plana com predomínio de solos arenosos e mal drenados.



Fauna e Flora

A fauna da UC abriga expécies migratórias como o tuiuiú, a águia pescadora, a garça branca, o socó-boi, a jaçanã. Outros animais são: onça pintada, suçuarana, anta, todos sob risco de extinção.

Existem espécies ameaçadas como a onça-pintada, suçuarana e anta. Já foram identificadas 520 espécies de aves, quase metade das espécies conhecidas atualmente na Amazônia. A riqueza da avifauna faz parte do recorde brasileiro em número de espécies de aves observadas em um único dia com 225 espécies avistadas em 24 horas.

Outras 420 espécies de peixes foram registradas (a mais rica de todas as UCs do país), 110 de mamíferos e mais 100 de répteis e anfíbios.. Um total de 1.150 espécies de vertebrados.

Em relação à flora, 660 espécies de plantas foram identificadas no estudo, e a estimativa é de que, com a realização de novos inventários, pelo menos 1.800 espécies sejam registradas no Parque.

Objetivos específicos da unidade

A UC tem como objetivos o de proteger integralmente uma porção representativa dos ecossistemas de Campinarana com fins de uso público e pesquisa científica.

Ingressos

Não há cobrança de ingressos no parque. O horário de funcionamento do parque é diário, das 6h às 18h.

É importante o agendamento prévio da visita através do email ngi.roraima.usopublico@icmbio.gov.br. A solicitação deve ter no mínimo de 4 (quatro) dias de antecipação. O visitante deve assinar o Livro de Visitas na sede do parque.

Na guarita de controle da Estrada Perdida, o visitante deve assinar o Livro de Visitas e Termo de Conhecimento de Riscos.

Recomenda-se aos que farão trilha que:

Vistam roupas leves e confortáveis, calçado apropriado para trekking e boné.

Carreguem mochila com itens essenciais: água potável, lanche, capa de chuva, protetor solar e repelente para insetos.

A atividade de caminhada em unidades de conservação implica alguns riscos, como queda e mordedura de animais. Além disso, seja prudente e siga a sinalização da trilha para não se perder.

Lembramos também que:

É proibido coletar, perseguir ou apanhar espécimes da fauna silvestre.

O fogo pode causar destruição e oferece perigo, portanto, seu uso é permitido somente em áreas indicadas pela gestão do parque.

Deposite seu lixo em local apropriado ou o leve de volta para casa.

Atalhos geram impactos e trazem riscos aos visitantes. Utilize a trilha oficial.

A utilização de equipamentos e instrumentos sonoros afeta o ecossistema, sendo permitida somente mediante autorização.

Os banhos de rio devem observar procedimentos de segurança para prevenção de acidentes com arraias e outros animais silvestres.

Localização

Localizado no município de Caracaraí, centro-sul de Roraima, o parque abrange um mosaico de florestas aluviais, campinaranas (white sand forests and shrubs) e florestas de terra firme, em uma região com características típicas de um pantanal, no norte da Amazônia. 

Como chegar


O acesso ao Parque Nacional do Viruá se dá pela BR-174, rodovia federal que liga Manaus (AM) à Venezuela. São 190 Km de rodovia asfaltada partindo de Boa Vista-RR no sentido sul, ou 600 Km partindo de Manaus no sentido norte. Para chegar à Sede da UC, é preciso tomar a Estrada Perdida, no Km 322, e percorrer 7 Km de estrada de terra.

O acesso fluvial ao parque pode ser feito através do rio Branco, do rio Baruana, do rio Anauá e do rio Iruá. Apenas o rio Iruá está localizado no interior do parque. Os demais fazem parte do entorno da UC.

O aeroporto de Boa Vista é o mais próximo do parque, e recebe vôos regulares das principais empresas aéreas comerciais do Brasil.

Não há transporte público regular até o parque. Serviços de aluguel de veículo ou de transporte particular podem ser contratados em Boa Vista ou em Caracaraí, em locadoras ou cooperativas de transporte de passageiros.


Fonte:

https://www.icmbio.gov.br/portal/visitacao1/unidades-abertas-a-visitacao/9591-parque-nacional-do-virua

https://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Nacional_Viru%C3%A1


sábado, 9 de janeiro de 2021

Parque Nacional do Itatiaia - Turismo em Itatiaia RJ


O Parque Nacional do Itatiaia faz parte da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, reconhecida pela UNESCO, e também está classificado pelo Ministério do Meio Ambiente como área de prioridade extremamente alta para a conservação da biodiversidade. Inaugurado em 1937 pelo presidente Getúlio Vargas, o Parque é o mais antigo do país e está aberto para o público todos os dias do ano, oferecendo atividades para visitantes de todas as idades.
O parque possui grande importância ambiental e histórica, além de estar localizado em uma região estratégica, próximo das principais capitais do país - São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Seu território envolve parte da Bocaina de Minas (MG), Itamonte (MG), Itatiaia (RJ) e Resende (RJ) e abrange cerca de 445.615 hectares. Além disso, o Itatiaia foi o primeiro parque nacional criado no país, em 1939, sendo de grande importância histórica.


Turismo

Situado na Serra da Mantiqueira, o Parque Nacional do Itatiaia abrange os municípios de Itatiaia e Resende no Estado do Rio de Janeiro e Bocaina de Minas e Itamonte no Estado de Minas Gerais, onde ficam aproximadamente 60% de seu território. A Unidade está localizada entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, próximo à Rodovia Presidente Dutra, tendo como pólo econômico mais próximo a cidade de Resende. Apresenta um relevo caracterizado por montanhas e elevações rochosas, com altitude variando de 600 a 2.791 m, no seu ponto culminante, o Pico das Agulhas Negras.
Mosaico de Unidades de Conservação da Serra da Mantiqueira: LINK

Na região do Planalto do Itatiaia, também conhecida como Parte Alta, encontram-se os campos de altitude e os vales suspensos onde nascem vários rios. A área do Parque abrange nascentes de 12 importantes bacias hidrográficas regionais, que drenam para duas bacias principais: a do rio Grande, afluente do rio Paraná, e a do rio Paraíba do Sul, o mais importante do Rio de Janeiro.

A parte baixa caracteriza-se principalmente por sua vegetação exuberante e generosos cursos d'água, com diversas áreas apropriadas para banho. Tem fácil acesso a partir da Via Dutra e recebe o maior fluxo de turistas do Parque, concentrando a maior parte da estrutura de visitação, com destaque para o Centro de Visitantes, revitalizado para os 70 anos do parque.

O nome Itatiaia é de origem tupi e significa “pedras cheias de pontas” ou “pedra pontuda”, uma referência clara ao Pico das Agulhas Negras (2.791 m), o ponto culminante do estado do Rio de Janeiro e o 6º mais alto do Brasil e que fica no PNI.

Atrações

O Parque Nacional do Itatiaia se divide em dois ambientes: parte alta e baixa da unidade.

Na baixa, os atrativos são o Centro de Visitantes, cachoeiras, piscinas, trilhas na Mata Atlântica como: Lago Azul, Cachoeira Poranga, Piscina Natural do Maromba, Cachoeira Itaporanni, Cachoeira Véu de Noiva e Três Picos.

No Centro de Visitantes, é possível conhecer a exposição permanente “Descobrindo o Parque” que apresenta um acervo botânico, zoológico e petrológico, a exposição de montanhismo que resgata a história da prática no Parque e a “Calçada da Fauna”, que reproduz as pegadas de diversos animais da Mata Atlântica.

O Lago Azul é a atração mais próxima do Centro de Visitantes, a menos de 500 metros. O percurso leva à piscina natural do rio Campo Belo com área para banho.

O Complexo Maromba se localiza a 4km de subida apartir do Centro de Visitantes e reúne a piscina natural do Maromba (a 1.100 metros de altitude), a Cachoeira Itaporani (450 metros a partir da ponte no final de uma trilha que adentra a mata) e a Cachoeira Véu de Noiva (trilha se inicia no meio do caminho para a Cachoeira Itaporani que segue 200 metros.

Os Três Picos podem ser acessados por uma trilha íngreme de 6km pela Mata Atlântica, o que leva quase um dia caminhada. De cima, é possível avistar o Vale do Rio Paraíba, a Serra da Mantiqueira e a Serra do Mar. Seu acesso é mais recomendado com guia local.

Já na saída do parque, está o Mirante do Último Adeus, local com vista panorâmica e privilegiado do parque.

Na parte alta estão o Pico das Agulhas Negras, o Maciço das Prateleiras, o Vale do Aiuruóca e a Pedra do Altar.

O Pico das Agulhas Negras atinge 2.791 metros de altitude, o ponto mais alto do parque e o quinto mais alto do país. É permitido ao visitante caminhar até a base ou seguir até o cume. O acesso é feito a partir do Abrigo Rebouças. Até a base das Agulhas Negras são 1.300 m que podem ser feitos em 45 minutos. O maciço possui 17 vias de escalada em diferentes graus de dificuldade. Certos trechos de subida exigem experiência que só são possíveis com corda de segurança. A partir do topo do maciço das Agulhas Negras é possível a visualização panorâmica da região – Vale do Paraíba, maciço das Prateleiras e planalto mineiro. Possui escalada de diferentes níveis de dificuldade, atendendo a diferentes públicos.

A trilha do Maciço das Prateleiras tem seu início próximo ao final da estrada BR 485. O visitante tem a opção de caminhar apenas até a base ou seguir até o cume.

O Vale do Aiuruóca tem a cachoeira de água gelada que leva o mesmo nome e a formação rochosa Ovos da Galinhas. A caminhada é de nível moderada e se inicia a partir do Abrigo Rebouças. Com 2.530 m de altitude, a Pedra do Altar pode ser alcançada em trilha que parte do abrigo.

No Parque Nacional do Itatiaia, é possível realizar as seguintes travessias:

• Travessia Ruy Braga: 2 dias de duração e se inicia no Abrigo Rebouças, que tem capacidade máxima de 20 pessoas por dia. O pernoite é permitido no abrigo Massena ou Água Branca a partir de agendamento. O início deverá ocorrer até às 10:00. Consulte regras para uso do abrigo Água Branca: LINK

• Travessia da Serra Negra: se inicia no Posto Marcão, passa pelo Abrigo Rebouças e segue sentido Mauá com chegada na área de Santa Clara. Segue o mesmo caminho da Caichoeira Aiuruoca. Capacidade máxima de 40 pessoas por dia. O local permitido para pernoite é na área particular conhecida como Matão. Contato: posto.marcao@hotmail.com. O início deverá ocorrer até às 10:00.

• Travessia Rebouças – Mauá (via Rancho Caído): 2 dias de duração e se inicia no Posto Marcão, passa pelo Abrigo Rebouças e segue sentido Mauá com chegada na área de Santa Clara. Segue o mesmo caminho da Caichoeira Aiuruoca e prosseguindo em direção ao vale dos Dinossauros (nascente do rio Preto), seguindo pelo Rancho Caído, descendo pelo Mata Cavalo e chegando no vale das Cruzes. Capacidade máxima de 20 pessoas por dia. O local permitido para pernoite é apenas na área do Rancho Caído.

Seguem as diretrizes para as trilhas e travessias: LINK


Atrativo Turístico

Centro de Visitantes:

O Parque recebe um número expressivo de visitantes e o Centro de Visitantes é o epicentro de todas as informações sobre ele. Centro de Visitantes – também conhecido como Museu Regional da Fauna e da Flora – é um espaço para apreciar e aprender mais sobre os animais e sobre a vegetação do local. O belíssimo prédio datado da década de 40 reúne informações sobre o Parque, e deixa você mais perto das riquezas naturais da reserva.

São três pavilhões com acervo de 2 mil espécies de frutos e insetos, peças de répteis e mamíferos empalhados, pedaços de ninhos e colmeias. Também abriga exposições sobre montanhismo e meio ambiente, e tem uma maquete tridimensional do Parque, um auditório e um painel interativo de pássaros para que você possa identificar o canto de diversas espécies de aves. Do lado de fora, existe a genial Calçada da Fauna, onde as estrelas são os animais. A galeria tem placas de concreto que reproduzem as pegadas de diversos espécimes típicos da Mata Atlântica.

4 km do portão de entrada - acesso de carro

Mirante do Ultimo Adeus:

Ainda em direção à saída do parque você pode visitar o Mirante do Último Adeus. Local com uma vista panorâmica e privilegiada do parque, do Vale do rio Campo Belo e da Serra do Mar.

Além disso durante o verão os visitantes apreciam a vista do pôr do sol que se põe atras das montanhas. Uma dica é visita-lo no final do dia, depois de ter feito as trilhas e conhecido as cachoeiras do lugar. O Mirante do último adeus, tem esse nome por ser o último local de onde o namorado da filha do Barão de Mauá avistava a amada e dava seu último adeus.

1 km da entrada do parque. Complexidade da trilha - Fácil.

Cachoeira Véu de Noiva

Uma das mais lindas quedas d'águas do Parque Nacional do Itatiaia.

Depois de passar pela Praça do Maromba entrar na 1ª estrada a esquerda e por mais 150 metros em caminhada de pequenos obstáculos chega-se a formosa cachoeira de 30m de altura. Sua denominação condiz com seu aspecto deslizando sobre as formações rochosas. 

Neste maravilhoso cenário, a diversão é garantida, fotos e vídeos num ambiente de fauna e flora nativas. Água transparente, límpida, e de baixa temperatura. Propícia a banhos.

Complexidade da trilha - Fácil.

Cachoeira das Flores

Logo depois do Abrigo Rebouças, seguindo pelo caminho para as Prateleiras, um a trilha à esquerda leva a esta cachoeira gelada.

É a cachoeira mais próxima ao Abrigo Rebouças. Ela tem 3 saltos e um grande volume d’água, com altura de aproximadamente 7 metros de altitude. Ela é a primeira cachoeira formada no Rio Campo Belo, principal rio do parque e está localizada a 2.300 metros de altitude. Forma piscina natural, com água transparente, potável e muito gelada.

Complexidade da trilha - Fácil.


Cachoeira do Aiuruóca

Voltado para Minas Gerais, o Vale do Aiuruoca, conta com a geladíssima Cachoeira do Aiuruóca e a formação rochosa Ovos da Galinha. Para chegar o visitante terá que fazer uma caminhada moderada, a partir do Abrigo Rebouças. No caminho, podem-se ver as formações Asa do Hermes e Pedra do Altar.

Sua queda d’água tem 20 metros de altura e faz parte do Rio Aiuruoca que nasce no Planalto de Itatiaia e deságua no Rio Grande, em Minas Gerais.

3,5 horas do Abrigo Rebouças - Complexidade da trilha - Difícil.


Cachoeira Itaporani

A Cachoeira Itaporani, fica a mais ou menos 640 metros a partir da ponte. Localiza-se no final de uma trilha que adentra a mata. Descendo pela escada de madeira plástica, o visitante pode vislumbrar a bela cachoeira e o lago que ela forma.

Acesso de carro ou a pé. 4 km de estrada do Centro de Visitantes e trilha de 640 m a partir da ponte do complexo do Maromba. Complexidade da trilha - Fácil. - 



Piscina Natural do Maromba

A Piscina Natural do Maromba fica a 1.100 metros de altitude. É onde o rio se acalma para formar uma grande piscina natural, cujo acesso se dá descendo uma escadaria de aproximadamente 170 metros após a ponte.

De grandes dimensões, a piscina é muito utilizada por banhistas experientes.

4 km de estrada do Centro de Visitantes e trilha de 170 m a partir da ponte do complexo do Maromba.

Complexidade da trilha - Fácil.


Maciço das prateleiras

Formado por imponentes blocos de rocha e seu cume está a 2.539 metros de altitude. Encontra-se em região com vegetação de Campos de Altitude e possui muitas vistas panorâmicas, destacando-se o Vale do Paraíba. Nos arredores do maciço também podem ser encontrados a Pedra da Maçã, Pedra da Tartaruga, Pedra Assentada, atrativos amplamente divulgados e visitados.

A trilha para as Prateleiras tem seu início próximo ao final da estrada BR 485, isto é, local até onde chegou a construção na época.

Da mesma forma que as Agulhas Negras, o visitante tem a opção de caminhar apenas até a base ou seguir até o cume. Cume - 80 pessoas /dia Base - 120 pessoas / dia

2 horas do abrigo Rebouças - Complexidade da trilha - Fácil / Base - moderado / Cume - difícil.

Maciço das Agulhas Negras

O maciço das Agulhas Negras é a principal elevação no planalto, seu pico atinge 2.791,55 m, o ponto mais alto do Parque e quinto mais alto do país segundo dados do IBGE de dezembro de 2004 (IBGE, 2011). O visitante tem a opção de caminhar apenas até a base ou seguir até o cume, sendo essas opções escolhidas já no Posto Marcão, onde existe hoje o controle dos visitantes.

O acesso é feito a partir do Abrigo Rebouças, caminhando por áreas de Campos de Altitude. Até a base das Agulhas Negras são 1.300 m que podem ser percorridos em aproximadamente 45 minutos. O tempo de ascensão varia de acordo com a via a ser utilizada, pois o maciço possui mais de 20 vias de escalada com diferentes graus de dificuldade.

Pico das Agulhas Negras - 80 pessoas/dia.

Complexidade da trilha - Fácil / Base - Fácil / Cumes - Difícil.

Cume do Morro do Couto

Criado em 1937, o Parque Nacional de Itatiaia possui duas portarias que separam a mesma área demarcada em dois ambientes distintos.

É o segundo ponto mais alto do parque e nono do Brasil, com 2.680 metros de altitude. é pico mais acessível do parque. É a primeira montanha que se alcança a partir da portaria do parque.

Na parte baixa, árvores centenárias e vegetação típica de Mata Atlântica compõem a reserva repleta de cachoeiras e poços ideais para banho, no entanto é na parte alta que se concentra a aventura, a paisagem muda, e as matas dão lugar aos campos rupestres compostos por rochedos de formas variadas e vegetação rasteira que espreitam as grandes montanhas dessa porção extremamente fria do país, que já esteve coberta de neve mais de uma vez.

Complexidade da trilha - Moderada.

Asa de Hermes

A Asa de Hermes e´ um grande bloco de pedra localizado em frente a` face norte das Agulhas Negras, separada desta por um grande vale. Trata-se de uma pedra com um formato assemelhado a` um losango, que fica sobre um bloco rochoso a` beira do vale.

O modo como a Asa esta´ equilibrada e´ muito curioso, visto que causa a impressa~o de que ela vai escorregar a qualquer momento, teremos a vista da a´rea da nascente do rio Campo Belo, passagem pelo Abrigo Rebouc¸as, vista das Prateleiras, vista da face sul do macic¸o das Agulhas Negras, vista do Vale Pre´-Histo´rico, identificac¸a~o da a´rea das nascentes do Co´rrego Agulhas Negras.

Complexidade da trilha - Atenção: nivel de dificuldade: Moderada, com trecho final de "escalaminhada" difícil.

Lago Azul

A trilha é bem acessível para toda a família, exceto sua escadaria com aproximadamente 120 degraus, que requer cuidado. O percurso leva à piscina natural do rio Campo Belo, local bem recomendado para o banho. Próximo encontram-se quiosques, que podem ser utilizados livremente. Existe uma segunda opção de trilha, mais longa e sem degraus, o que permite uma caminhada mais leve e segura para os mais idosos e pessoas com dificuldade de locomoção.

500 m do Centro de Visitantes / 15 minutos - Complexidade da trilha - Fácil.



Pedra da Tartaruga 

Um conjunto de rochas – de 7 metros de altura, 12 de largura e 20 de comprimento – equilibradas nas extremidades de outras menores a 2.390 metros de altitude formam o que se convencionou chamar de tartaruga. Ao lado está a nascente do Rio Palmital e as Prateleiras.

Localizada próxima às prateleiras, a 2.390m de altitude. É uma grande rocha com aproximadamente 7 m de altura, 12 m de largura e 20 m de comprimento, equilibrada nas extremidades da base por pequenas rochas. Usando-se um pouco da imaginação consegue-se observar um casco semelhante ao de uma enorme tartaruga. Para os alpinistas, existe uma via de grau de dificuldade elevado.

Complexidade da trilha - Fácil.

Pedra de Fundação

Marco do primeiro Parque Nacional do Brasil, o presidente Getúlio Vargas, sendo o ministro da agricultura o Dr Odilon Braga, criou o Parque Nacional de Itatiaia pelo decreto 1713 de 14 de junho de 1937.

Situado na Serra da Mantiqueira, abrangendo os municípios de Itatiaia e Resende (Rio de Janeiro), Bocaina de Minas e Itamonte (Minas Gerais) e próximo à divisa com São Paulo, o Parque Nacional do Itatiaia tem 28 mil hectares e recebe 139 mil visitantes por ano, com incremento médio anual de 13% nos últimos seis anos. Além disso, é líder em pesquisa científica dentro de UCs nos três últimos anos. Somente em 2017 a 2019, foram 181 pesquisas realizadas na unidade.

Complexidade da trilha - Fácil.

Camping - Parna do Itatiaia

Ao lado do Abrigo Rebouças temos um espaço para  camping, com  20 (vinte) vagas para barracas de até 3 pessoas. Apenas 16 (dezesseis) vagas poderão ser reservadas, as outras 4 (quatro) ficarão disponíveis  para os  visitantes que chegarem sem reserva no Posto Marcão. Essas vagas serão ocupadas por ordem de chegada.

CLIQUE AQUI e consulte as regras de uso e ocupação no camping.

Complexidade da trilha - Fácil.



Abrigo Rebouças

Com sua construção já concluída na primeira metade dos anos 50 do século passado, na gestão de Wanderbilt Duarte de Barros, o Abrigo Rebouças passou a ser o abrigo público mais alto do Brasil (altitude de 2350 metros), sendo um típico abrigo de montanha.

Batizado como Rebouças desde a sua inauguração, homenageia o engenheiro civil, botânico e geólogo André Pinto Rebouças (1838-1898), pioneiro em vários temas, destacando-se como um combativo abolicionista e, à sua época,  um dos maiores incentivadores para a criação de parques nacionais. 

 É o lugar para você se hospedar caso queria pernoitar no Parque. Sua capacidade é de 28 pessoas e ele é considerado o abrigo público mais alto do Brasil, situado a 2.540 metros de altitude. Nele você encontrará 8 camas beliches, cozinha e banheiro com água fria apenas. Você pode fazer a reserva pelo site do parque e a taxa é de R$10,00 por pessoa/dia.

Trilhas no Parque

Um dos melhores locais para a práticas de atividades de aventura, no Parque Nacional do itatiaia (PNI) você vai encontrar trilhas de diversos os níveis. Sendo uma das mais fáceis a Pedra do Altar, como uma das mais técnicas, as Prateleiras.

Caminhadas: tanto na parte Baixa quanto na Parte Alta, ao longo das estradas e nas trilhas abertas à visitação;

Montanhismo: especialmente na Parte Alta, com diversas trilhas, travessias e escaladas; na Parte Baixa, a Trilha dos Três Picos oferece uma caminhada no meio da mata com um dia de duração

Observação de fauna: em todo o parque, ao longo das trilhas e estradas abertas ao público;



Serviços Turísticos

Parque Nacional do Itatiaia - Turismo em Itatiaia  RJ

Horário de atendimento: 08:00hs às 17:00hs (segunda a sexta). Sede Adm: (24) 3352-2288. / Setor Socioambiental: (24) 3352-1292.

Estrada do Parque Nacional, BR-485, Km 8,5 Cep. 27580-000 - Caixa Postal 81617 Itatiaia-RJ

Contato: 0800 878 8306 (35) 99708-4512 

E-mail: parnaitatiaia.rj@icmbio.gov.br / visita.monitorada@icmbio.gov.br.

Parque Nacional do Itatiaia Site: LINK /  FaceBook: LINK

Histórico

O Parna do Itatiaia foi o primeiro Parque Nacional do Brasil criado em junho de 1937, no governo de Getúlio Vargas. Está localizado na divisa entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, na Serra da Mantiqueira. A região já foi habitada por indígenas da família tupi da tribo conhecida como PURI que constituíram os primeiros nativos dessa região; estudiosos apontam essa tribo como colonizadora do vale do Paraíba do Sul.

A área pertenceu ao Visconde de Mauá e foi adquirida pela Fazenda Federal em 1908, para a criação de dois núcleos coloniais destinados ao cultivo de frutas.

Foi em 1913 que o botânico Alberto Loefgren solicitou ao Ministério da Agricultura a criação de um parque nacional no maciço do Itatiaia. No mesmo ano a ideia de um parque nacional recebeu apoio de geólogos, botânicos e geógrafos numa conferência realizada na Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro. As terras do patrimônio nacional do Brasil na região de Itatiaia foram incorporadas em 1914 ao patrimônio do Jardim Botânico, onde era mantida a Estação Biológica de Itatiaia, numa área de 119 439 432 m² (11 943 ha).

O parque nacional do Itatiaia foi criado através do Decreto Nº 1.713, emitido em 14 de junho de 1937 por Getúlio Vargas, a partir da Estação Biológica de Itatiaia. O decreto de criação previa a transferência das benfeitorias existentes no local à época, pertencentes à Estação Biológica, ao recém-criado parque nacional. As terras devolutas nas proximidades do parque, sob o domínio da União, foram reservadas pelo mesmo decreto para a instalação de hoteis e infraestrutura necessária à movimentação de turistas na região. O mesmo decreto mencionava ainda a incorporação ao parque de pequenos lotes pertencentes a particulares, na época encravados em terras do domínio da União.Estava prevista no decreto-lei Nº 87.586, a ampliação da área de Itatiaia para aproximadamente 30 000 ha, também emitido pela Presidência da República.

Aspectos naturais

A importância geológica da região é devida às elevações do planalto do Itatiaia, onde o Pico das Agulhas Negras, com 2.787m de altitude, é o sétimo ponto mais alto do Brasil. Outros picos, como a Pedra do Couto, com 2.682m, e as Prateleiras, com 2.515m, também destacam-se no planalto.

O Parque Nacional do Itatiaia é caracterizado por relevos de montanhas e elevações rochosas, com altitudes de 650 a 2.780 m, que se destacam sobre o planalto do Alto Rio Grande, nivelado a 1.900 - 2.100m; ao sul, formam as escarpas da Serra da Mantiqueira.

O maciço do Itatiaia é divisor de águas de duas bacias: a do rio Paraíba e a do rio Grande. O rio Preto drena a área nordeste do maciço e deságua no rio Paraíba. Para o sudeste, o rio Campo Belo, considerado o rio mais importante da região, acompanha o vale dos Lírios e desce até a cidade de Itatiaia que é abastecida com suas águas. A bacia do rio do Salto, no setor sudoeste, tem drenagem que abrange desde as Prateleiras e a Pedra do Couto até a Garganta do Registro e partes do maciço de Passa Quatro. A fronteira Rio de Janeiro - São Paulo é demarcada pelo rio do Salto. Na região noroeste, o rio Capivari drena grande parte do “esporão” da Capelinha e dirige-se para o rio Verde, formador do rio Grande. O rio Aiuruoca nasce na várzea do mesmo nome e dirige-se para o rio Turvo, outro afluente do rio Grande.

Relevo e clima

O Parque Nacional de Itatiaia é constituído por rochas intrusivas alcalinas dos maciços de Itatiaia, do Cretáceo Superior e por encaixantes do embasamento cristalino de idade pré-cambriana. Essas rochas sustentam relevo de montanhas e morros da serra da Mantiqueira e do planalto do alto rio Grande. Ocorrem, ainda, na área depósitos detríticos coluvionares e aluvionares quaternários que caracterizam grandes corpos de talus e planícies fluviais.

O Parque está implantado no maciço do Itatiaia, que é um compartimento de relevo que ocupa a borda do planalto do Alto Rio Grande, no contato com a serra da Mantiqueira. O Parna Itatiaia é caracterizado por relevos de montanhas e montanhas rochosas, com altitudes de 2.000 a 2.780m, que se destacam sobre o planalto do Alto Rio Grande, nivelado a 1.900 a 2.100m, e que ao sul formam as escarpas da serra da Mantiqueira. Ocorrem ainda, na área grandes Corpos de talus, desenvolvidos ao longo dos vales e no sopé das escarpas da serra da Mantiqueira, e pequenas Planícies fluviais.

Seu relevo é constituído por Planície fluvial, Corpo de talus, Montanhas e Montanhas rochosas de rochas como Gnaisses, Nefelinas-sienitos-foiaitos, Quartzo sienitos e Sedimentos coluvionares.

As condições climáticas: mesotérmico com verão brando e estação chuvosa no verão) nas partes elevadas da montanha, acima dos 1.600 m de altitude, e mesotérmico com verão brando sem estação seca nas partes baixas das encostas da montanha. No planalto, a temperatura média anual é de 11,4º C, sendo janeiro o mês mais quente com 13,6º C; julho é o mês mais frio com 8,2º C. A máxima absoluta apurada foi de 21,4º C, em fevereiro, e a mínima foi de 15,4º C, em julho. As geadas intensas são comuns nos meses de inverno, verificando-se com frequência granizo e, raras vezes, breves nevadas.

Fauna e Flora

O Parque Nacional do Itatiaia se distribui em: Floresta Ombrófila Densa Montana, nas áreas onde a altitude varia de 650 a 1.500 m; Floresta Ombrófila Densa Alto Montana, acima de 1.500 m de altitude; Floresta Ombrófila Mista Montana em altitudes de cerca de 1.200 m com a presença de Araucaria angustifolia e Floresta Estacional Semidecidual Montana na vertente continental do parque, acima dos 500 m de altitude. Na parte mais acidentada e elevada do planalto, acima de 1.600 m de altitude, começam a surgir os Campos de Altitude.

Onça-parda  (nome científico: Puma concolor), também conhecida no Brasil por suçuarana e leão-baio

A fauna da parte baixa é mais rica, propicia mais abrigo para mamíferos, como a paca, o quati e algumas espécies de maior porte, como a onça-parda, porcos-do-mato e queixadas. Com grande diversidade de pássaros, como o beija-flor (colibri, beija-flor-de-cor-roxa entre outros), assim como tucanos-de-bico-verde e guachos. A importância do Itatiaia para a conservação de espécies de aves é grande tendo em vista os frugívoros de grande porte e as espécies habitantes das partes altas

Foram registradas 51 espécies de répteis, sendo nove espécies de lagartos e 42 espécies de serpentes. A fauna de lagartos deve ter, pelo menos, o dobro da riqueza apresentada e as serpentes poderão ser mais numerosas, alcançando 60 espécies. O Parna contém um número significativo de espécies que constam da lista brasileira de espécies ameaçadas de extinção.

Sapo-flamenguinho (nome científico: Melanophryniscus moreirae) Símbolo Do Parque.

É um sapo de pequeno porte, medindo cerca de 1,3cm e pesando em torno de 2,5gramas. Sua coloração é escura no dorso e apresenta a barriga bem vermelha. Sua atividade predomina entre 7 horas e 17 horas, com picos no meio da manhã e no meio da tarde. Esta espécie não tem predadores naturais na sua região de ocorrência e tampouco está ameaçada. Habitat: É endêmico do Parque Nacional de Itatiaia. Alimentação: Alimentam-se predominantemente de formigas.. Hábitos Reprodutivos: Sua atividade reprodutiva inicia-se em outubro, com as primeiras chuvas caindo no planalto de Itatiaia. A reprodução é longa, explosiva e o amplexo dura cerca de 24h. A estação reprodutiva segue até o início de dezembro dezembro, terminando com o aumento da intensidade das chuvas de verão sobre o Parque Nacional de Itatiaia. Girinos: A desova ocorre em poças nas áreas alagadas, após as chuvas.

Objetivos específicos da unidade

Proporcionar recreação, turismo ecológico e proteção da diversidade ambiental, assim como fornecer educação ambiental, controle de erosão e conservação dos recursos hídricos.

A proteção de amostras de floresta pluvial atlântica montana é um dos objetivos do Parna do Itatiaia, além de proteger amostras de ecossistemas de campos de altitude, espécies raras, ameaças ou em perigo de extinção. A proteção das nascentes de duas grandes bacias do Sudeste e a possibilidade de realização de estudos científicos visando o manejo da área são também seus objetivos que visam ainda a recuperação de áreas degradadas pela ação humana, conservação da diversidade ecológica do parques e recursos genéticos e proporcionar o visitante educação ambiental.

Ingressos

Ingresso Público em Geral R$ 33,00

Ingresso com Desconto Brasil (válido para residentes no Brasil) R$ 17,00

Ingresso com Desconto Entorno R$ 3,00*

Desconto Mercosul R$ 25,00

Hospedagem Abrigo Rebouças e Abrigo Água Branca R$ 30,00* por pessoa/dia

Hospedagem Camping Rebouças R$ 18,00* por pessoa/dia

Menores de 12 anos de idade e maiores a partir de 60 anos são isentos de taxas.

Horário de funcionamento: 8h às 17h (parte baixa) / 7h às 17h (acesso à trilha somente até 14h)

Localização

Divisa entre os Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira. Fica ao sudoeste do Estado do Rio de Janeiro, nos municípios de Itatiaia e Resende; e a sudoeste do Estado de Minas Gerais, abrangendo os municípios de Itamonte e Bocaina de Minas.

Como chegar

Para a sede do parque: Saindo do Rio de Janeiro ou São Paulo, o visitante deve seguir pela Rodovia Presidente Dutra (BR 116) até a cidade de Itatiaia, na altura do km 318. A viagem dura aproximadamente 2h 30min vindo do Rio de Janeiro e 3 horas saindo de São Paulo.

Para a parte alta: Saindo do Rio de Janeiro ou São Paulo, o visitante deve seguir pela Rodovia Presidente Dutra (BR 116) até o povoado de Engenheiro Passos, 12 Km depois de Itatiaia. E seguir pela BR 354, na estrada Rio-Caxambú (Circuito da Águas) por 23 Km, até o local conhecido como Garganta do Registro, a 1.669 metros de altitude. A partir daí começa a subida de 14 km até o Posto Marcão e mais 3 km até o Abrigo Rebouças.



Fonte:

https://www.icmbio.gov.br/parnaitatiaia/

https://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Nacional_do_Itatiaia

https://www.visitbrasil.com/pt/atracoes/parque-nacional-do-itatiaia.html

https://itatiaia.rj.gov.br/conteudo/181/atrativos-turisticos-naturais-e-culturais



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