sábado, 13 de junho de 2020

História do Turismo - Fundamentos do Turismo



QUANDO SURGIU O TURISMO? Podemos dizer que não há um consenso entre os mais diversos autores do tema, sejam eles brasileiros ou mesmo estrangeiros, sobre quando efetivamente se deu o início da atividade turística.

Alguns consideram o seu surgimento na Antiguidade, outros na Grécia Antiga, outros durante o período de existência do Império Romano e outros, ainda, consideram o seu surgimento na época dos Fenícios. Existem também aqueles que consideram o surgimento do Turismo há milhões de anos!

Como não há uma data definida e acordada para o início do Turismo, elaboramos nesta seção um resumo cronológico sobre o surgimento da atividade que, segundo a nossa ótica, é de maior importância para uma melhor contextualização do Turismo. Acompanhe, a seguir, a evolução doturismo na ordem cronológica, seguida, inclusive, de contextualizações conceituais.


O TURISMO NA PRÉ-HISTÓRIA (Das origens do homem atéc. 4000 a.C.) 
O homem sempre precisou viajar! Para sobreviver, para proteger-se, para conquistar, comerciar,por curiosidade natural, por lazer, enfim, há registros desde a pré-história de deslocamentos individuais e em grupo.

O homem sempre precisou viajar! Para sobreviver, para proteger-se, para conquistar, comerciar,por curiosidade natural, por lazer, enfim, há registros desde a pré-história de deslocamentos individuais e em grupo. As civilizações mais antigas fizeram longas viagens nas regiões onde surgiram, atuais Oriente Médio, parte da África e da Ásia, graças aos avanços “científicos etecnológicos” da época.

Caverna de Madasin
Há quem acredite que um turismo embrionário era praticado por povos primitivos ainda na pré-história. Registros arqueológicos na Caverna de Madasin, nos Pirineus, identificaram que seus habitantes, há 13.000 anos A.C., viajavam até o mar e retornavam (LEAKEY, 1999 apud BADARÓ, 2005).

Stonehenge
Na planície de Salisbury, sul da Inglaterra, é que se ergue esse estranho e indecifrável complexo monolítico chamado Stonehenge, um enigma tão grande quantoao das pirâmides. Stonehenge é o monumento pré-histórico mais importante da Inglaterra e não há nada semelhante à ele em todo o mundo. Este altar de pedras tem sido usado há 5000 anos eaté hoje não se tem certeza absoluta qual era sua finalidade. Rituais Druidas, cerimônias em homenagem ao sol, ou portal para seres de outros planetas são algumas das possibilidades sempre lembradas.

Povos Mesopotâmios
É muito provável que já houvesse algum olhar turístico nas longas viagens marítimas dos fenícios, inventores do comércio e da moeda, três milênios antes da era cristã, ou nas caravanas dos povos mesopotâmios (sumérios, babilônios, assírios)que atravessavam as regiões áridas do Oriente Médio, dando início a um culto singular à hospitalidade. Apesar da vida nômade desses povos, sempre havia uma tenda pronta areceber os estranhos.

Civilização Maia (Pré-colombianas)
O povo maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (região sul do atual México).Viveram nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X , os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.
Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos. As cidades formavam o núcleo político e religioso da civilização e eram governadas por um estado teocrático. O império maia era considerado um representante dos deuses na Terra.
Nesta época surgiu o caminho que ligava os Andes ao Oceano Atlântico, denomina do Caminho do Peabiru. A grande importância histórica do caminho de Peabiru foi,primeiramente, guiar as migrações indígenas de todos os indígenas latinos americanos,mas também serviu para facilitar a circulação de mercadorias, o comércio e as missões religiosa.

O TURISMO NA ANTIGUIDADE (De c. 4000 a.C. a 476 d.C.) 
Alguns estudiosos atribuem ainda um dos marcos iniciais do turismo na Antiguidade à viagem da rainha de Sabá, que no século 10 a.C. deixou seu palácio a sudoeste da Arábia para fazer uma visita ao Rei Salomão, em Jerusalém.

Grécia Antiga
Mas foi na Grécia Antiga que o Turismo começou a tomar forma como atividade econômica. Por volta do século 7 a.C., os eventos desportivos realizados a cada quatro anos na cidade-estado de Olímpia atraíam não apenas atletas como, também, espectadores. Os Jogos Olímpicos motivaram as primeiras viagens de lazer, que se tornaram importantes a ponto de se fazer trégua nas guerras para salvaguardar os viajantes. Todos os demais pontos do trajeto, e não apenas Olímpia, adaptaram-se e criaram estruturas de alojamento, alimentação e transporte para esses primeiros turistas (CEZAR, 2005).

A expansão do Império Romano trouxe motivos ainda mais numerosos e atraentes para se viajar. As conquistas territoriais fizeram surgir intenso intercâmbio comercial, dando origem também a viagens de lazer, em que não faltavam atrações como espetáculos circenses e lutas de gladiadores.
Os romanos, portanto, contribuíram de forma significativa para o que viríamos a chamar de Turismo, como afirma Rui Aurélio de Lacerda Badaró, no artigo “O direito do Turismo através da história e sua evolução”.“Os romanos podem ser considerados os primeiros a viajar por prazer. Diversas pesquisas científicas (análise de azulejos, placas, vasos e mapas) revelaram que o povo romano ia à praia e a centros de rejuvenescimento e tratamento do corpo, buscando sempre divertimento e relaxamento” (BADARÓ, 2005).

Roma Antiga
Roma foi o centro do maior império do mundo ocidental na Idade Antiga e por quase dois séculos viveu um período de relativa paz, sob forte domínio militar, que ficou conhecido como “Pax Romana” (de 29 a.C., quando Augusto César declarou o fim das guerras de conquista, até 180 d.C., com a morte de Marco Aurélio). Durante essa “paz romana”, foi intensa a construção de estradas, hospedarias e até mesmo centros de tratamento termal, no vastíssimo império que ia da Inglaterra até a Mesopotâmia,incluindo metade da Europa, grande parte do Oriente Médio e do norte da África.
O intercâmbio comercial e as movimentações militares promovidas pelo Império Romano deram origem não apenas ao costume das viagens de lazer como também às próprias palavras que passaram a designar essa nova atividade humana.

Vikings
As pessoas que viviam na Escandinávia por volta do ano 800 da nossa era até cerca de 1100 são conhecidas como vikings. A antiga palavra escandinava vikings significava pirata e muitas pessoas pensam nos vikings apenas como invasores selvagens. Os vikings,porém, também eram notáveis exploradores, conquistadores, fazendeiros, comerciantes eartífices. Desenvolveram leis justas e um sistema de democracia.

Os legendários Vikings se tornaram famosos por serem guerreiros e aventureiros corajosos e ambiciosos. Até o final do século VIII, a Escandinávia era uma região praticamente ignorada pela Europa. De repente, em 780, os Vikings se deslocaram da Noruega, Dinamarca e Suécia e começaram a saltear a Europa cristã, devastando cidades e campos.Nestes deslocamentos aconteciam as paradas, utilizando estalagens e acampamentos.Recarregavam os barcos com alimentos, especiarias, animais e peles.

Civilização Asteca (Pré-colombianas)
Povo guerreiro, os astecas habitaram a região do atual México entre os séculos XIV e XVI. Fundaram no século XIV a importante cidade de Tenochtitlán (atual Cidade do México), numa região de pântanos, próxima do lago Texcoco.

A sociedade era hierarquizada e comandada por um imperador, chefe do exército. A nobreza era também formada por sacerdotes e chefes militares. Os camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos compunham grande parte da população. Esta camada mais baixa da sociedade era obrigada a exercer um trabalho compulsório para o imperador, quando este os convocava para trabalhos em obras públicas (canais de irrigação, estradas, templos,pirâmides).

Na arquitetura, construíram enormes pirâmides utilizadas para cultos religiosos e sacrifícios humanos. Estes eram realizados em datas específicas em homenagem aos deuses.Acreditavam que com os sacrifícios, poderiam deixar os deuses mais calmos e felizes.

Civilização Inca (Pré-colombianas)
Os incas viveram na região da Cordilheira dos Andes(América do Sul ) nos atuais Peru, Bolívia, Chile e Equador. Fundaram no século XIII a capital do império: a cidade sagrada de Cusco. Foram dominados pelos espanhóis em 1532.

O imperador, conhecido por Sapa Inca era considerado um deus na Terra. A sociedade era hierarquizada e formada por: nobres (governantes, chefes militares, juízes e sacerdotes),camada média (funcionários públicos e trabalhadores especializados) e classe mais baixa(artesãos e os camponeses). Esta última camada pagava altos tributos ao rei em mercadorias ou com trabalhos em obras públicas.

Os sacrifícios eram a principal parte dos cultos e na época das grandes festas, eram feitas oferendas não somente ao Deus Sol, mas também a outras divindades, afim de manter a benevolência para com seus seguidores, para estes eventos acontecia o êxodo dos vilarejos e províncias, o que acarretava em um numero maior de pessoas em torno dos grandes templos.

A maioria dos sacrifícios eram de llamas, cuys, roupas, ouro, prata, frutas e chicha, mas ao longo da história peruana houveram muitos sacrifícios humanos, pois se encontraram evidências disso em escavações arqueológicas e nos relatos dos cronistas. Há quem diga que essa prática foi mais freqüente ao norte do país e que na época dos Incas, os sacrifícios humanos diminuíram. 

O TURISMO NA IDADE MÉDIA (De 476 d.C. a 1453 d.C.)
O declínio do Império Romano e sua queda por volta do ano 400 d.C. marcaram o fim do período inicial da história do Turismo. As guerras sucessivas prejudicaram as estradas e o comércio tornou-se muito difícil. Acabaram as viagens como forma de lazer. A partir daí, o Turismo ganha características de aventura ou de manifestação da fé.

Com a expansão do Cristianismo no mundo, multiplicaram-se as peregrinações religiosas a Jerusalém, mais especificamente à Igreja do Santo Sepulcro, construída pelo imperador Constantino em 326 d.C. Os peregrinos eram conhecidos então como “palmeiros” e, a partir do século 6, passam a ser chamados de “romeiros”, já que a cidade de Roma foi incluída nos roteiros das peregrinações (BADARÓ, 2000).

As viagens de caráter religioso se intensificaram entre os séculos VII e IX. Foi desse período final, por exemplo, a descoberta da tumba do apóstolo São Tiago, no norte da Espanha, o que atraiu grande veneração a ponto de motivar o peregrino francês Aymeric Picaud a escrever as histórias sobre o apóstolo e um roteiro de viagem sobre a travessia da França até o sepulcro de São Tiago. Este roteiro, editado em 1140, foi considerado o primeiro guia turístico impresso da Europa. E até hoje o “Caminho de Santiago de Compostela” é um dos roteiros mais visitados do mundo.

A peregrinação a Santiago de Compostela suscitaria também as primeiras excursões pagas registradas pela História, organizadas por adeptos dos Jacobitismo, movimento político surgido na Escócia em resposta à deposição de James II da Grã-Bretanha.

No século XI, Jerusalém foi dominada pelos turcos seljúcidas, que nessa época ocupavam grandes extensões da Ásia central e ocidental. A partir daí, entre os séculos XI eXIII, com a motivação inicial de libertar o Santo Sepulcro das “profanações” turcas, o mundo cristão organizou as expedições militares-religiosas conhecidas como Cruzadas.

As pousadas que até então funcionavam principalmente para os viajantes religiosos,em nome da caridade samaritana, assumiram características de negócio lucrativo diante do movimento intenso de soldados, peregrinos e mercadores nos caminhos europeus, e um grande número de novos estabelecimentos foi aberto nesse período. Essa mudança do perfil da hotelaria, firmando-se agora como atividade profissional, tem como marco significativo a criação do primeiro grêmio dos proprietários de pousadas, em Florença, na Itália, no ano de 1282 (BADARÓ, 2005).

A partir do século XIII, portanto, as relações entre Comércio e Turismo tornaram-se mais sólidas, ficando difícil separar uma atividade da outra. Neste cenário surgiu a Liga Hanseática, um grupo mercantil que controlava o comércio e as feiras em mais de 90 cidades,trazendo mercadorias de Novgorod, na Rússia, e comercializando-as com preços tabelados (BOYER, apud Badaró, 2005). Além de franquias e entrepostos no norte europeu, a Liga Hanseática organizava grupos de viagem para percorrer diversas cidades, visando mostrar aos viajantes sua organização e suas atividades mercantis. “Esses grupos eram acolhidos por pousadas já predeterminadas pela liga, onde eram tratados de forma diferenciada com massagens, vinhos e outras peculiaridades de cada região”, afirma Rui Aurélio Badaró, no artigo “O Direito do Turismo através da história e sua evolução”.Estavam plantadas as raízes também do turismo de negócios.


O TURISMO NA IDADE MODERNA (De 1453 d.C. a 1789 d.C.) 
Nos séculos XIV a XVI, o Renascentismo floresceu como um período de intensa produção artística e científica na Europa. Viajar passou a ser uma ambição cultural, uma oportunidade para acumular conhecimentos, aprender línguas e desfrutar aventuras.

Até então, a atividade turística era coisa para jovens, em sua maioria acompanhados de professores ou religiosos (BADARÓ, 2005). Eram viagens realizadas principalmente pela nobreza masculina e pelo clero. Na Europa do século 16, alguns países se destacavam como centros de efervescência cultural. Visitar esses países era, fazia parte de um aprendizado indispensável à boa educação. E se estas eram viagens “educativas”, necessário se fazia contar com um professor ou tutor que falasse a língua do país visitado e que conhecesse os hábitos e costumes locais.

Florença e Roma despontaram como destinos culturais, desencadeando na sociedade inglesa, por exemplo, uma verdadeira “febre italiana”. Os nobres que não conhecessem a Itália sentiam-se inferiores, inclusive porque formavam-se clubes reservados somente àqueles que já tivessem viajado às capitais do Renascimento (BADARÓ, 2005).

Apesar do incremento do Turismo comercial, a experiência de hospedar peregrinos,deixada pelo período das Cruzadas, havia reforçado nas ordens religiosas o compromisso de acolher pobres e enfermos. O estatuto da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa, por exemplo,datado de 1516, evidencia o compromisso de “abrigar os viajantes e os pobres”. Mas, com o aumento da quantidade de viajantes, a dificuldade de manter num mesmo ambiente doente se sãos fez com que estes espaços de acolhimento se separassem em “hospitais” e“albergarias”.

No século XVI, ocorrem muitas viagens não oficiais realizadas por jovens acompanhados de seu professor particular (que geralmente viajava antes para conhecer os hábitos e costumes locais, além do idioma), que possuía algumas características marcantes,tais como: eram realizadas por uma classe privilegiada, de elite; eram consideradas um tour de aventura; eram feitas majoritariamente pelas pessoas do sexo masculino; eram esporádicas e com duração aproximada de três anos.

Nessa mesma época, já se constata o turismo na França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Inglaterra e Espanha.

No século XVI, surge o considerado “1º hotel do mundo”, de nome Wekalet Al Ghuryno Cairo – Egito - para atender mercadores;

No século XVII, ocorre uma melhoria nos transportes de então, que eram feitos em lombo de cavalo ou puxados por carroças e carruagens. Inventa-se a Belina (um tipo de carruagem mais rápida, de duas poltronas), e também a diligência;

Surgem as primeiras linhas regulares de diligências entre Frankfurt e Paris e entre as cidades de Londres a Oxford;

Posteriormente a Revolução Industrial (que altera de maneira significativa as relações de trabalho e de divisão do tempo), o turismo passa a ser educativo, com interesse cultural.

O TURISMO NA IDADE CONTEMPORÂNEA (De 1789 d.C. aos dias atuais)
Nas últimas décadas do século 18, surgiu na Europa o Romantismo, movimento artístico e filosófico que se caracteriza por uma visão de mundo centrada no indivíduo, na subjetividade e na emoção. Em tempos de Romantismo, o Turismo tornou-se também“romântico”. Jean Jacques Rousseau, pai da “Teoria do Bom Selvagem”, viajou a pé por toda a França em 1776 e, dos relatos de viagem, nasceu a obra “La nouvelle Héloïse”, sagrando seu autor como o “primeiro turista do Romantismo”.

Nessa época ainda as atividades lúdicas e de recreação firmavam-se como fortes ingredientes do Turismo. Os jogos de azar ganharam espaço na sociedade e nasceram na Europa os primeiros cassinos.

No início do século 19, mais precisamente em 1804, entrou em vigor na França um novo código civil, o Código de Napoleão, que deu forma jurídica às principais conquistas da Revolução Francesa de 1789 e serviu de inspiração a mais de 70 países, estabelecendo ostraços da moderna sociedade ocidental. Nesse código, pela primeira vez na história da humanidade, foi regulamentada a responsabilidade civil do agente hoteleiro.

Thomas Cook, o é considerado o pai das agências de viagens, organizou, em 1841, a primeira excursão para transportar 578 pessoas de Loughborough a Leicester, a fim de participarem de um congresso antialcoolismo. Nesse processo de organização da viagem,ficou claro que o meio de transporte não era o único item necessário, mas também se precisava levar em conta outros segmentos, tais como: hospedagem, alimentação e pontos turísticos. Ainda incluíram-se outras atividades como jogo e dança ao som da banda que acompanhou os viajantes.

Depois desse feito, Cook passou a explorar comercialmente um novo ramo de transporte e organização de viagens. Em 1845, com o intuito de organizar viagens atendendo aos desejo de clientes, fundou, em parceria com seu filho James, a agência Thomas Cook & Son. Foi ele o primeiro a criar o pacote turístico (preço, passagem, translados, refeições e hospedagem).

Em fevereiro de 1919 foi realizada a primeira viagem turística aérea entre Paris e Londres, num avião que seria usado na Primeira Guerra, mas acabou adaptado para passageiros. Tinha 12 lugares e fez o percurso em duas horas e meia. Em 1925 houve um Congresso Internacional em Haia, Holanda, reunindo as Associações Oficiais de Tráfego e Turismo de diferentes países, e providências foram tomadas para a formação de um órgão internacional que viria a ser a UIOOT – União Internacional de Organizações Oficiais de Turismo.

Durante a Segunda Guerra o turismo parou, e com a criação da ONU, em 1945, ele foi reconhecido como atividade econômica importante e mundial, e ficou sob a responsabilidade da UNESCO, até a criação da OMT em 1970, no México, e hoje a sede está em Madrid,Espanha.

Depois da Segunda Guerra Mundial teve início o período econômico conhecido como Estado do Bem Estar Social, que impulsionou bastante o turismo quando países europeus, e depois em outros continentes, passaram a fazer um controle maior da economia e garantiram melhores condições de sobrevivência dos trabalhadores, através da estatização, educação,saúde e previdência social. A Cultura de Massa, característica da industrialização da sociedade, também incrementou o turismo, através da diferenciação de conhecimentos e produção de obras e eventos de entretenimento, e que também acabou se tornando uma atividade econômica importante na sociedade moderna.

Em 1949 foi vendido o primeiro pacote aéreo e a partir daí o avião passou a ser a principal opção de todos os envolvidos com a atividade, tornando-a cada vez mais intensa,fomentadora de outras, e motor da economia de muitas cidades e países. Em 1956 foi realizado o Primeiro Congresso de Turismo Social, em Berna, quando foram aprovadas por outros países europeus as férias remuneradas, impulsionando a criação de agências e operadoras em todo o mundo. Em 1972 houve a Convenção Mundial do Patrimônio, da UNESCO, pois já se manifestava a preocupação com monumentos e o meio ambiente,supostamente agredidos pela indústria turística que hoje é, reconhecidamente, instrumento de preservação do patrimônio histórico, do meio ambiente, de culturas e da paz mundial,demonstrando a transcendentalidade e a heterogeneidade dessa atividade.

As melhorias nos transportes, os vôos charters e a internacionalização de redes hoteleiras modificaram o perfil do turismo nas décadas de 80 e 90, com muito mais pessoas viajando, exigindo melhor formação dos profissionais, melhor qualidade de serviços, novos parceiros, como o marketing e a publicidade, e mais investimento em infra-estrutura, o que fez com que muitos operadores e centros turísticos adequassem a demanda à oferta desses centros. Na década de 90 o turismo passou a fazer parte da agenda econômica de vários países, focando na preparação de profissionais, promoção e sustentabilidade, além de políticas supranacionais com leis que fomentam o turismo. Na França já existe desde 1999 oramo do Direito do Turismo devido a necessidade da atividade amparar-se em leis do direito civil, direito do consumidor, direito internacional público e privado, direito comercial, entre outros, que reconheçam suas relações com outras atividades, suas necessidades e objetivos.

Mas o fim da Guerra Fria foi também o fim do Estado do Bem Estar Social e foram retomados os ideais do liberalismo econômico, que é a mínima intervenção do estado e a livre circulação de capitais, tendo inicio a globalização, com profundas modificações no mercado de trabalho, tendo sido substituído o emprego formal e o apoio do estado, pela terceirização, empreendedorismo e cooperativas. Deixaram de existir ganhos como férias remuneradas, décimo terceiro salário e fundo de garantia, o que afetou o turismo nos últimos anos, modificando o perfil de turismo de massa para o turismo individual, de negócios e de eventos.

A internet e o comércio eletrônico já estão causando novas mudanças e a necessidade de adaptação, não apenas pela comercialização diferente, mas pela quantidade de informações disponíveis a respeito dos atrativos, infra-estrutura, segurança e qualidade de serviços e pessoas que não tinham tempo ou o hábito de ler e escrever agora o fazem pela internet, influenciam e são influenciadas por outras, escrevem segundo sua formação,consciência e interesse e exigem profissionais e competência. Não basta ser bonito, ter atrativos, publicidade ou preço, pois a tendência atual são as viagens mais personalizadas,para lugares limpos, agradáveis, seguros e com bons serviços


ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS IDADE CONTEMPORÂNEA:
Em 1830, a ferrovia Liverpool – Manchester foi a 1ª a se preocupar mais com os passageiros do que com a carga.

Essa é a “Era da ferrovia”, que foi determinante para o desenvolvimento do turismo;

Surge o “Pai do Turismo moderno”: Thomas Cook – em 1841 ele andou 15 milhas para um encontro de uma liga contra o alcoolismo em Leicester.

Já para um encontro em Loughborough, alugou um trem para levar outros colegas. Juntou 570 pessoas, comprou e revendeu os bilhetes. Esse fato é considerado como sendo um marco na história do Turismo, pois se caracterizou como a 1ª viagem agenciada.

Além disso, Thomas Cook organizou o 1º package (pacote) – excursão organizada.

Em 1865, editou um guia chamado: Conselhos de Cook para excursionistas e turistas.

Em 1867, instituiu o voucher hoteleiro.

O Turismo no século XX se utiliza do trem como meio de transporte em nível nacional e navios em nível internacional;

Os principais fatores que impulsionaram o turismo no século XIX foram: segurança,salubridade e alfabetização crescente.

O passaporte surge em 1915, como um mecanismo para realizar o controle do tráfego deturistas pelo mundo.

As décadas compreendidas entre 1920 e 1940 são consideradas como a “Era do transporte terrestre”.

Em 1929, foi construído o 1º Free Shop no aeroporto de Amsterdã (Holanda).

A atividade turística ficou paralisada durante a II Grande Guerra, ocorrida entre os anos de 1939 a 1945.

Em 1945, deu-se a criação da IATA (International Air of Transport Association), que visa a regular o direito aéreo e que caracteriza uma nova importante era para o Turismo: A“Era do avião”;

Em 1949, ocorre a venda do primeiro pacote aéreo.

Já na década de 1960, começaram a existir as operadoras turísticas, que ofereciam pacotes partindo do norte da Europa, Escandinávia, Alemanha Ocidental e Reino Unido para as costas do Mediterrâneo.

Datam desta década também significativas e importantes transformações nos meios de hospedagens. Os hotéis, que anteriormente possuíam uma atmosfera familiar ou de hospedaria, passaram para uma fase de profissionalização, com o surgimento das primeiras escolas profissionais na Suíça. Os Estados Unidos contribuíram também deforma decisiva para esse desenvolvimento, com a construção de importantes cadeias ouredes hoteleiras padronizadas, internacionais.

O TURISMO NO BRASIL
No Brasil o turismo como fenômeno social começou depois de 1920.

O turismo surgiu vinculado ao lazer e nunca teve cunho de aventura ou educativo, como se pôde verificar na Europa.

A partir da década de 1950, um grande número de pessoas passa a viajar, todavia esse movimento não se caracteriza como sendo um turismo de massa, pois não é toda a população que pode usufruir de tal atividade.

De uma maneira geral o turismo é mais acessível à camada de alto poder aquisitivo da população, que realiza viagens de médias e grandes distâncias, sendo que o transporte mais utilizado é o aéreo.

Já as camadas de menor poder aquisitivo da população, que não têm acesso irrestrito às atividades turísticas, muito por causa da situação econômica do país, fazem uso do transporte rodoviário para as suas excursões de pequena e média distâncias.




ORIGEM DA PALAVRA TURISMO
De acordo com Barbosa (2002), a palavra turismo teve sua origem no inglês tourism, originário do francês tourisme. Etimologicamente, a palavra tour (francês) é derivada do latim tornare e do grego tornos, significando um giro ou um círculo. Ou ainda, o movimento ao redor de um ponto central ou eixo. O significado mudou no inglês moderno, passando segundo o autor a representar especificamente um giro.

Entretanto Cunha (1982) aponta que palavra francesa tour, raiz do atual conceito de turismo, provém do substantivo latino tornus (“volta”) ou do verbo tornare (“voltar”). Inicialmente significava “movimento circular” ecom o tempo passou a designar também “viagem de recreio, excursão”. O termo francês Tourisme (1643) disseminou-se nos mais diversos idiomas,como se vê no vocábulo inglês Tourism (1811). Na própria etimologia da palavra “Turismo” está refletida a evolução da atividade. Seu primeiro registro em português, no século XX, já designava bem mais do que “uma viagem de ida e volta” (CUNHA, 1982).

Vários estudiosos, inclusive o suíço Arthur Haulot, apresentam-na como de origem hebraico antigo, advinda da palavra tur , constante na Bíblia – Êxodo, capítulo XII, versículo 17, quando“Moisés enviou um grupo de representantes ao país de Canaã para visitá-lo e informar-se a respeito de suas condições topográficas, demográficas e agrícolas”. Nessa forma, tur é hebreu antigo e significa “viagem de descoberta, de exploração, de reconhecimento” (CÉZAR, 2005).

Segundo o Novo dicionário da língua portuguesa (FERREIRA, 2004), a matriz da palavra turismo é da língua inglesa, compactuando com o posicionamento do lexicógrafo lusitano Francisco Júlio Caldas Aulete, que em seu Dicionário contemporâneo da língua portuguesa cita que a língua portuguesa adotou o termo através do inglês e não diretamente da matriz francesa.

Também o termo “Hospitalidade” teve origem no Império Romano. A palavra hospitium designava o local em que era possível conseguir, durante as viagens, instalações em caráter temporário para alimentação e repouso. Hospitale e hospitalicum eram outras expressões romanas que designavam casa para hóspedes (hospes, hospitus).

“Segundo o conceito tradicional das relações entre as pessoas - diz Abdelwahab Bouhdiba - o código da hospitalidade é sagrado. Beber da mesma água e comer do mesmo sal cria um vínculo místico e a hospitalidade é uma comunhão que cria laços duradouros” (apud BELCHIOR e POYARES, 1987).

O uso do cavalo como transporte nas vias e estradas romanas fez surgir ainda novos tipos de hospedagem: o stabulum (acomodações para o viajante e tratamento da montaria), as mutationes (mantidas pelo Estado, destinadas à troca de animais e ao repouso de viajantes), as mansiones (destinadas a abrigar tropas militares em marchas) e as tabernae (onde se vendiam produtos da terra, comidas e bebidas).

Diante da extensão do Império, era inevitável a incorporação de usos e costumes de hospitalidade dos povos conquistados. Na etimologia da palavra “albergue” pode-se ver a influência de bárbaros (do gótico haribergen, hospedar) ou de árabes (berge). Para Belchior e Poyares, a semelhança entre os dois étimos indica uma provável origem comum.

O que éo turismo?
Desde que se estuda o turismo de forma sistêmica, sempre houve grande controvérsia por parte dos autores em conceituar este fenômeno. A seguir você será apresentado a algumas definições de Turismo, que são aceitas e comumente utilizadas pelos diversos autores da área, seja em nível nacional, seja em nível internacional. Veja quais são:

A Organização Mundial do Turismo (OMT) define-o como:

“...o deslocamento para fora do local de residência por período superior a 24 horas e inferior a 60 dias motivado por razões não-econômicas.” (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO TURISMO, 2001)

Todavia esta definição sofreu aperfeiçoamento em 1994. Desta data em diante, a OMT passou a considerar que:

“...o turismo engloba as atividades das pessoas que viajam e permanecem em lugares fora de seu ambiente usual durante não mais do que um ano consecutivo, negócios ou outros fins.” (OMT,2001)

É importante destacar que o uso do termo ambiente usual tem por finalidade excluir as viagens dentro da área habitual de residência, as viagens frequentes ou regulares entre o domicílio e o lugar de trabalho e outras viagens dentro da comunidade com caráter de hábito. Tal definição serve para padronizar o conceito de turismo nos vários países-membros dessa organização, mas não para definir a real magnitude desse fenômeno.

Por essa definição, o turismo é um fenômeno que envolve quatro componentes com perspectivas diversas:

o turista que busca diversas experiências e satisfações espirituais e físicas;

os prestadores de serviços, que encaram o turismo como uma forma de obter lucros financeiros;

o governo, que considera o turismo como um fator de riqueza para a região sobre sua jurisdição;

a comunidade do destino turístico, que vê a atividade como geradora de empregos e promotora de intercâmbio cultural.

Também pode ser compreendido com um sistema de serviços com finalidade única e exclusiva de planejamento, promoção e excursão de viagem. Mas é preciso que se tenha infraestrutura adequada para atender ao desejo e/ou necessidade da pessoa que adquiriu o serviço, a saber: a recepção, hospedagem, consumo e atendimento às pessoas e/ou grupos oriundos de suas localidades residenciais.

Para esclarecer um pouco mais, descreveremos alguns conceitos básicos de turismo fundamentados em autoridades no assunto.

O professor e semanticista Hayakawa (1963, p.16) apresenta as acepções de turismo partindo de dois pontos de vista: o do viajante e o do sistema econômico. O do primeiro compreende uma “viagem ou excursão por prazer, a locais que despertam o interesse”; o do segundo, ao afirmar que turismo é o conjunto dos serviços necessários que visa dar condições de atendimento por meio de provisão de itinerários, guias, acomodações, transporte entre outros serviços para atrair os que fazem turismo.
 Portanto, há o envolvimento de múltiplos interesses conjugados em atividade econômica, contribuindo para a criação de riqueza e melhoria do bem-estar dos cidadãos.

Para Hermann Von Schattenhofen (apud MOESCH, 2002, p. 10), o turismo “compreende todos os processos, especialmente os econômicos, que se manifestam na chegada, na permanência e na saída do turista de um determinado município, país ou estado”.

Já a EMBRATUR Define como uma atividade econômica representada pelo conjunto de transações compra e venda de serviços turísticos efetuados entre os agentes econômicos do turismo.É gerado pelo deslocamento voluntário e temporário de pessoas para fora dos limites da área ou região em que têm residência fixa, por qualquer motivo, excetuando-se o de exercer alguma atividade remunerada no local que visita (EMBRATUR, 1992).

A Organização Mundial de Turismo (OMT), em 1994, formulou um conceito de turismo que passou a ser referência para a elaboração das estatísticas internacionais. Vejamos:

O turismo compreende as atividades que realizam as pessoas durante suas viagens e estada sem lugares diferentes ao seu entorno habitual, por um período consecutivo inferior a um ano,com finalidade de lazer, negócios ou outras (OMT, 2001, p. 38).

Embora se encontrem diferentes conceitos de atividade turística, o interessante é que, de modo geral, nesses conceitos há inclusos os três aspectos básicos componentes da estrutura do turismo,que são: o físico, o tempo e o indivíduo.

O turismo constitui-se fundamentalmente como um conjunto de técnicas baseadas em princípios científicos com o objetivo de prestar uma série de serviços a pessoas que intencionam aproveitar otempo livre para viajar, denominadas turistas ou excursionistas. Esse tempo disponível para o lazer,fins de semana, férias, feriados prolongados, termina por incentivar um grande número de pessoas aaderir ao turismo como uma necessidade vital para a qualidade de vida.

As atividades turísticas influenciam, quer se queira, quer não, o comportamento do indivíduo,na sua forma de ver o mundo, até porque nessas viagens estreita-se a distância não só física mas também cultural, possibilitando, assim, muitas vezes, a compreensão do lugar que o indivíduo ocupa no mundo e a ligação que possa existir entre indivíduos. Esse é um ponto positivo da atividade turística.


Por: Alexandre Lisboa da Silva - Artigo

Saiba Mais

Dicionário de Turismo - Termos Técnicos do meio Turístico

Conheça o dicionário de turismólogia que reúne aproximadamente seis mil conceitos e explicações de verbetes, termos e expressões, inclusive alguns em língua estrangeira já incorporados ao nosso vocabulário, usados em atividades com elevado grau de inter-relacionamento e integração, como é o caso do turismo, atividades turísticas, gastronômicas e hoteleiras. Tem por objetivo auxiliar estudantes e pessoas que desempenham trabalhos profissionais ligados a elaboração, análise e acompanhamento de projetos relacionados com estas áreas de conhecimento.

Conceitos Definições Siglas & Tipologias.
Aplicações em Gestão de Turismo - 2018.
Autor: Luis Falcão.
Nº de páginas: 1050.
Área de concentração: Pesquisa.
Google Drive.

Cortesia: Divulgação de download Blog Dicionário de Turismo

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