sábado, 15 de setembro de 2018

Turismo - Conheça o Mato Grosso do Sul BR



Localizado na Região Centro-Oeste, o estado de Mato Grosso do Sul faz fronteiras com os estados de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná; além de países como Bolívia e Paraguai. Seu território é cortado no extremo sul pelo Trópico de Capricórnio.

O estado abriga a oeste, dois terços do Pantanal Mato-Grossense, a maior planície alagável do mundo e um dos ecossistemas mais importantes do planeta. Tanto que, em 2001, foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) como patrimônio natural da humanidade. Outro destaque do estado são as grutas e os rios da cidade de Bonito, que atraem turistas para a serra da Bodoquena. 

Turismo

O Estado é mundialmente conhecido por sua biodiversidade, encontrada principalmente no Complexo do Pantanal e no Parque Nacional da Serra da Bodoquena.

Sua capital é Campo Grande e suas principais cidades turísticas são Bonito, Jardim e Bodoquena localizados no Parque Nacional da Serra da Bodoquena; cidades de Corumbá, Aquidauana, Miranda, Anastácio, e Porto Murtinho no Complexo do Pantanal; Ponta Porã e Bela Vista na fronteira com o Paraguai, além das cidades de Costa Rica, Rio Verde e Fátima do Sul.



Atrações
Os grandes atrativos turístico do Mato Grosso do Sul estão ligados às suas belezas naturais. Nesta lista, vamos apresentar alguns lugares de natureza deslumbrante.

1 - Feira Central de Campo Grande
A Feira Central de Campo grande é uma feira que está na cidade de Campo Grande,Mato Grosso do Sul.Ela é conhecida como feirona,sendo coordenada pela comunidade okinawana, que se adaptou à culinária local. Os destaques dessa feira  são o tradicional espetinho com a mandioca amarela da terra e o sobá. Outras opções são o artesanato e o comércio de produtos típicos que se destacam.

Feira se localiza na avenida Calógeras com a 14 de Julho, na Esplanada da Ferrovia. Encontra-se aberta a partir das 16 horas de quarta a domingo.

2 - Parque das Nações Indígenas
Também é conhecido como Parque do Prosa, o Parque das Nações Indígenas esta localizado em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.  Ele é um dos maiores parques (dentro de um perímetro urbano) do mundo. Oferece infra-estrutura para a prática de lazer, diversão e esporte como quadra de esportes, pátio para skate, patins e bike, sanitários, pista asfaltada para caminhada de quatro mil metros e um grande lago formado próximo à nascente do córrego Prosa. Dispõe também de local para apresentações musicais.

O Parque mantém vegetação nativa e núcleos de árvores ornamentais e frutíferas plantadas pelos antigos proprietários. Vários equipamentos urbanos estão previstos para o local destacando-se as atuais instalações do Monumento ao Índio e Museu de Arte Contemporânea, além dos extensos caminhos de circulação utilizados como pistas de caminhadas.

3 - Bonito
Bonito é considerado um dos melhores pontos turísticos do Brasil para quem gosta de ecoturismo. É cheio de cachoeiras, trilhas verdes, grutas profundas e rios de águas cristalinas, o lugares oferecem aos visitantes, atividades diversificadas que atendem todo tipo de público, como por exemplo: flutuação, bote, rapel, mergulho, arvorismo, caminhada, entre muitos outros.

Uma das mais completas e fascinantes áreas naturais de lazer aquático do mundo. Trata-se de um pedaço do paraíso situado ao sul do Pantanal, no estado do Mato Grosso do Sul.

Como Chegar
Aéreo: localizado a aproximadamente 12 km da praça central, o aeroporto de Bonito atualmente recebe voos todas as quartas-feiras e domingos pela companhia aérea Azul, vindos de Campinas – São Paulo.

Terrestre: Está a 300 km, com acesso pela BR-060/BR-419, via Sidrolândia, Nioaque, Guia Lopes da Laguna, e 330 km com acesso pela BR-262/BR-419, via Aquidauana, Nioaque, Guia Lopes da Laguna.

 - Gruta do Lago Azul (Bonito)
A Gruta do Lago Azul, em Bonito, com idade estimada de 10 milhões de anos, foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1978. O lago azul é o que encanta os turistas que, para a época de férias, precisam reservar o ingresso para entrar na gruta com meses de antecedência. Para chegar até o interior da gruta é preciso descer 294 degraus irregulares e sem corrimão, que terão que ser subidos para sair dela. A profundidade do lago é desconhecida.

O máximo que mergulhadores chegaram foi 87 metros. Dentro da gruta há fósseis de animais pré-históricos como uma preguiça gigante, estalactites e estalagmites que formam desenhos curiosos.
A caverna possui em seu interior um lago azul com dimensões que a tornam uma das maiores cavidades inundadas do planeta. Não só o teto como o piso da gruta são repletos de espeleotemas de várias formas e tamanhos - desperta a atenção dos turistas e pesquisadores do mundo inteiro.

- Abismo de Anhumas Mato Grosso do Sul
Abismo de Anhumas é uma caverna localizada a 23 km de Bonito (MS). Para chegar à caverna, o melhor caminho é por rapel, técnica de descida em cordas. Do topo até a base da caverna são 72 metros de altura, o que equivale a um prédio de 30 andares.

A descida é vertical e dura cerca de 5 minutos. Ao chegar ao chão... bem, não é bem o chão, é um deque flutuante construído sobre um lago de águas cristalinas com mais de 80 metros de profundidade e largura de um campo de futebol. O interior da caverna esconde cones de calcário com formações que atingem cerca de 20 metros de altura. Dentro da caverna, o turista pode mergulhar no lago, com temperatura média de 18ºC. Mergulhadores profissionais podem chegar a 18 metros de profundidade.

- Aquário Natural da Baía Bonita
O Aquário Natural da Baía Bonita, em Bonito atrai os visitantes pela transparência das águas, repletas de cardumes de peixes com mais de 30 espécies diferentes, onde o turista pode praticar flutuação e ver os peixes debaixo d?água.

O local conta com restaurante museu de história natural, loja de artesanato, piscinas para treinamento e passeio pela Trilha dos Animais, onde há pontos de observação de onde se avistam emas, jacarés, cervos do Pantanal, lobos-guarás e outras espécies que lá vivem.

Outra atração imperdível é o passeio pela Trilha dos Animais. Existem pontos de observação pelo caminho e dá para ver emas, jacarés, cervos do Pantanal, lobos-guarás, dentre outros.

4 - Parque dos Ipês
O Parque dos Ipês é um parque localizado em Dourados,Mato Grosso do Sul. Esse parque dispõe de uma possuindo pista de caminhada, quadra de peteca, vôlei de areia, basquete, futsal e playground.

O Parque abriga ainda o Teatro Municipal e a sede da Academia Douradense de Letras e Cultura.

Ali não possui estrutura de som, iluminação e palco para receber eventos. Mas já abrigou manifestações culturais de muita importância na cidade como o "mercado étnico".

5 - Cristo Rei do Pantanal
O Cristo Rei do Pantanal, feito pela artista plástica corumbaense Izulina Xavier, possui 12 metros de altura e situa-se no alto do morro São Felipe, em um mirante que proporciona vista privilegiada de Corumbá, Ladário, Bolívia e Pantanal.

De lá é possível contemplar uma diversidade de paisagens, tanto a urbana quanto as características do relevo e da vegetação típicos da região. Uma das vistas mais bonitas do local é o impressionante por do sol pantaneiro. O trajeto para chegar ao Cristo Rei também é um atrativo à parte. Ao longo do caminho, esculturas de Izulina Xavier representam as 14 estações da Paixão de Cristo.

6 - Lagoa Maior
Lagoa Maior, ou Terceira Lagoa, é o nome dado à principal das três lagoas urbanas que nomeiam a cidade. Ocupa uma área de 418.000m2, e sua profundidade não ultrapassa três metros.

Hoje em dia é de encontro de esportistas e frequentadores da pista de saúde. É também, o local onde os principais eventos públicos da cidade acontecem.

A Lagoa Maior também serve de habitat para muitas espécies, como jacarés, capivaras, peixes e algumas aves.

7 - Lagoa Misteriosa
Situada no município de Jardim, a 42 km de Bonito, a Lagoa Misteriosa fica no fundo de uma dolina, é uma lagoa de águas azuis impressionante. A visibilidade da água passa de 40 metros. Mergulhadores profissionais já desceram a mais de 220 metros de profundidade nesta lagoa e não encontraram fundo. As suas águas vem de fontes subterrâneas, ela circulam lentamente.

A caverna
A partir de seis metros de profundidade, a Lagoa é considerada uma caverna com cavidade formada pelo fluxo de água do lençol subterrâneo, atingindo mais de 220 metros de profundidade, segundo registro feito por Gilberto Menezes de Oliveira, em 1998. Porém, ainda não encontraram seu fundo.

É considerada pela Sociedade Brasileira de Espeleologia, a sétima caverna mais profunda do Brasil, sendo a mais profunda inundada do país.

8 - Buraco das Araras
O Buraco das Araras está localizado no município de Jardim. É preciso percorrer uma trilha ao redor de uma colina até chegar ao buraco que tem 124 metros de profundidade e 160 metros de diâmetro, o que possibilita uma visão panorâmica de seu interior, onde as araras-vermelhas e outras aves se abrigam no final de cada dia. No fundo do buraco há um grande lago com alguns répteis.

A cratera é uma formação geológica conhecida como dolina , formada pelo colapso de enormes pedregulhos que criam essa caverna. É caracterizada pela corrosão do calcário abaixo da superfície. É considerada a única caverna desse tipo no Brasil e a maior da América Latina com ecossistema próprio. Em todo o mundo, existem apenas cinco dolines com esses recursos e este é considerado o segundo maior. O passeio pela caverna começa com uma agradável e curta caminhada em uma trilha de cerca de 900 metros, parando em dois postos de observação para observação e fotos.

9 - Serra da Bodoquena
A Serra da Bodoquena, situada na borda sudeste do Complexo do Pantanal, é formada pelas cidades de Bonito, Jardim e Bodoquena. Conta com o Parque Nacional da Serra da Bodoquena, criado em novembro de 2000, com 76.400 hab.

O Parque Nacional da Serra da Bodoquena é um destino imperdível para quem visita o Mato Grosso do Sul. Não muito longe da famosa cidade de Bonito, o destino é conhecido por suas cachoeiras únicas de cair o queixo e é muito procurado por amantes de ecoturismo.

Ao todo, são mais de 76 mil hectares perfeitos para quem quer passar o dia fazendo trilhas e curtindo a natureza.

10 - Pantanal Mato-grossense - MS
Está situado no sul do Mato Grosso e Noroeste do Mato Grosso do Sul, a região é uma planície pluvial influenciada por rios que drenam a bacia do Alto Paraguai, onde se desenvolve uma fauna e flora de rara beleza e abundância, influenciada por quatro grandes biomas: Amazônia, Cerrado, Chaco e Mata Atlântica.
Pantanal

Visitar o Pantanal é ver um espetáculo único. Estar tão próximo à natureza, fauna e flora tão intensos, deixa o turista admirado com tamanha beleza. O Pantanal é a mais extensa área úmida contínua do Planeta e um santuário ecológico que abriga a maior diversidade mundial de fauna e flora. As visitas ao Pantanal devem ser sempre guiadas para proteção do turista e das espécies nativas. Nessas visitas podem-se observar diversas espécies de pássaros como tuiuiús, araras, araras-azuis, tucanos, jaburus, socós, emas, seriemas, papagaios, gaviões, garças entre outras aves. Entre os repteis, os jacarés dominam a região e são facilmente avistados por todos os lados. Já os mamíferos mais presentes e avistáveis são os veados-campeiros, cervos, capivaras, tamanduás, antas, quatis, macacos, raposas e até onças. Em alguns locais pode-se andar a cavalo e, quem sabe, até acompanhar uma comitiva de gado sendo transferida de uma fazenda a outra. A melhor época para visitar o pantanal é no outono e inverno, de abril até o fim de setembro, quando as águas estão baixas e é possível ver melhor as espécies nativas.

11. O Trem do Pantanal Mato-grossense
O Trem do Pantanal retomou suas atividades em 2009 e faz 220 quilômetros saindo no sábado, às 8h, de Campo Grande e chegando em Miranda às 18h do mesmo dia. O retorno a Campo Grande é no domingo. Durante o trajeto há uma parada em Aquidauana, para almoço e em Taunay e Piraputanga para ver artesanato.

Outra opção, para aproveitar melhor o passeio, é comprar um pacote que inclui day use em Miranda no domingo (inclui a ida de trem e a volta de van, uma noite de hospedagem em Campo Grande e outra em Miranda e passeio na Fazenda San Francisco). As reservas podem ser feitas pelo telefone: (67) 3043-2233

Entre outras... há inúmeras atrações turísticas

Cultura

A cultura inclui a linguagem, as crenças, os costumes, as cerimônias, a conduta, a arte, a culinária, a moda, o folclore, os gestos e o modo de vida de determinado número de pessoas em um período. O local onde se situa, o meio ambiente, a economia e o que cerca um povo influência o seu modo de vida. A cultura local é uma mistura de várias contribuições das migrações ocorridas em seu território:

* Pratos típicos: Chipa, Farofa de banana, Farofa de carne, Furrundu, Pacu assado, Puchero, Quibebe de mamão, Sopa paraguaia, Saltenha, Quebra-torto, Arroz carreteiro, Macarrão boiadeiro
* Bebidas típicas: Caldo de piranha, Licor de pequi, Sorvete de bocaiuva, geladinho e Tereré.
* Símbolos: Tuiuiú, Trem do Pantanal
* Música: Rasqueado, Guarânia, Chamamé, Cururu, Siriri, Vanerão, Sertanejo, Rock

Os principais componentes da ‘genética” cultural de MS

A música e a culinária são os principais componentes da ‘genética’ cultural de Mato Grosso do Sul. Mas, diferentemente de muitas regiões, onde também se verifica grande diversidade humana e ambiental, a identidade cultural do Estado, moldada pela mestiçagem de costumes e tradições, mesmo estando associada aos legados migratórios e imigratórios, mantém um forte tempero regional.

A identidade do Estado afirma-se ao sabor da gastronomia, das produções musicais, artesanato indígena, artes plásticas, festas populares e danças.

A formação cultural do sul-mato-grossense está associada, portanto, à diversidade das tradições trazidas pelos migrantes e pelos imigrantes, mas algumas predominaram e deram uma característica muito peculiar às manifestações artísticas locais. E a música e a culinária se constituíram nos principais componentes da ‘genética’ de Mato Grosso do Sul, que fez de Campo Grande o centro de toda efervescência cultural.

As músicas, influenciadas pelas polcas, guarânias e o chamamé, embalam um cardápio plural e exótico na culinária que nasceu híbrida, com produtos e preparos portugueses, indígenas, africanos, asiáticos e hispânicos.

Gastronomia
Em Mato Grosso do Sul é possível reunir, numa única mesa, o sobá da região central, o porco no rolete apreciado ao Norte, a sopa paraguaia comum no Sul, a linguiça típica do Sudoeste, o peixe à pantaneira assado na telha do lado oeste e o arroz com guariroba e frango ao molho pardo com quiabo e pimenta malagueta, além do arroz com pequi herdados dos vizinhos mineiros e goianos e muito apreciados na região Leste do Estado.

A influência da culinária paraguaia tem razão de ser. O Estado abriga 300 mil paraguaios, dos quais 80 mil concentrados em Campo Grande, região central, de onde essa cultura se espalha e impregna nos costumes sul-mato-grossenses, pois é cada vez mais aceita pela população.

Patrimônio histórico
Imagem: Museu das Culturas Dom Bosco
O ser humano é um ser em constante busca, que inventa necessidades, mas não abre mão da identidade cultural, da sua história, escrita por meio das artes, da música, teatro, artesanato e artes plásticas e outras formas de expressão. O sul-mato-grossense não poderia se desviar dessa “liturgia”. A história e a cultura se completam, mas são os museus que preservam a identidade.

O Museu Arqueológico revela, por exemplo, que antes mesmo do descobrimento do Brasil os índios Guaicurus dominavam toda a região do Pantanal. O Museu de Miranda traz à memória, por exemplo, que a cidade, emancipada em julho de 1778, foi a primeira do Estado a produzir açúcar.

Em cada região os museus resgatam a memória cultural e sua história, como em Murtinho há o acervo do ciclo da erva-mate e nas cidades sob a influência da ferrovia é resgatada a história da antiga Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB).

Na Capital os principais museus são José Antonio Pereira (da fundação de Campo Grande), do Exército, da História Natural (Dom Bosco), Memorial da Cultura Apolônio de Carvalho, Museu de Arte Contemporânea, Museu da História da Medicina, Instituto Histórico e Geográfico, Memorial da Cultura Indígena, Casa da Ciência e da Cultura, Museu da Imagem e do Som.
Saiba Mais: link
http://www.ms.gov.br/a-cultura-de-ms/

Música

Da época de ouro da música paraguaia à viola de Almir Sater, a música sul-mato-grossense tem muito a ver com o Pantanal e sofreu bastante influência da viola do cocho na fronteira com a Bolívia e, sobretudo, do violão e da harpa.

Não se faz festa em Mato Grosso do Sul sem uma dupla de paraguaios tocando harpa e violão.

Mesmo não tendo destaque na grande mídia, a música do Paraguai influenciou demasiadamente os compositores regionais.

Integração Cultural
A pluralidade, especialmente da música, porém, é a grande motivadora da integração de culturas. Durante todo ano o estado promove essa integração, por meio de festivais e festas regionais. Um deles é o Festival América do Sul, onde se encontram a música, dança, artesanato e fóruns de debate sobre as inquietações comuns em relação ao desenvolvimento econômico e social, além do meio ambiente, já que essa convergência se dá no coração do Pantanal.

Mato Grosso do Sul tem a Festa do Sobá, em Campo Grande; o Banho de São João, em Corumbá; Festa Junina, de Nova Andradina; Festa da Linguiça, de Maracaju; Leitão no Rolete, de São Gabriel do Oeste; Festa do Divino, em Coxim; Festa da Farinha, em Anastácio; Festa do Ovo, em Terenos; rodeios de Aparecida do Taboado, de Inocência, de Cassilândia e de Santa Rita do Pardo; Procissão dos Navegantes, em Bataguassu; Festa do Peixe, em Dourados e Itaquiraí, entre outras manifestações populares.

Artesanato Indígena

A cultura também é arraigada pelos costumes indígenas. Com uma das maiores populações indígenas, Mato Grosso do Sul tem muitas produções de artesanato, algumas delas tombadas como patrimônios imateriais, como a Viola do Cocho, a cerâmica terena, o artesanato Kadiwéu e os Bugres de Conceição.
O Estado tem uma das maiores reservas indígenas. A etnia Terena, com 18 mil índios, é a maior em Mato Grosso do Sul, mas com ocupação fragmentada em diversas regiões. Além de habilidade na agricultura, os terenas são bons artesãos. As aldeias mais próximas dos centros urbanos abastecem as feiras com arroz, feijão, feijão de corda, maxixe, mandioca e milho, alimentos que formam a base de sua própria alimentação. Em Campo Grande eles expõem seus produtos ao lado do Mercadão Municipal.

Histórico

Primeiros tempos

Povoou-se efetivamente a área atualmente correspondente ao território sul-mato-grossense quando as fortalezas militares que os exércitos sul-americanos utilizaram na guerra do Paraguai (1864-1870) foram transformadas, depois do conflito, em cidades, como Dourados, Miranda e Coxim. Anteriormente a 1977, a história de Mato Grosso do Sul era confundida com a de Mato Grosso.

O surgimento da ideia de desmembrar ambos os estados ocorreu nos primeiros anos do século XX. De acordo com esse desejo emancipacionista, eram expressados interesses e desejos regionais, porém o norte sempre resistiu, por temer acima de tudo que o estado se esvaziasse economicamente. Os sonhos de emancipação marcaram importância em 1932, quando o sul teve adesão à Revolução Constitucionalista sob a condição de que depois desta revolta, em caso de uma única vitória, o antigo território do estado de Mato Grosso realmente fosse dividido.

História de MS é marcada pela efervescência política e movimentos sociais

Criado em 1977 e implantado em 1979, o Estado tem uma história marcada por movimentos políticos, sociais, econômicos e culturais.

Muito antes de sua afirmação como território independente do gigante Mato Grosso, já nas primeiras décadas do século XX, a ligação com o estado de São Paulo pela antiga Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB) tornou as relações entre o Sul de Mato Grosso com Cuiabá cada vez menos relevantes no contexto da busca do desenvolvimento e dinamização da economia.

A história político-social e econômica remonta, porém, a acontecimentos do fim do século XIX, que deram início às mobilizações e manifestos em favor da divisão do MT, que aconteceria quase um século depois. Quando já era considerado uma causa perdida, o movimento ganhou força com o recrudescimento do regionalismo sul-mato-grossense, mas lideranças políticas à época asseguram que pesou no desmembramento do uno Mato Grosso a visão militarista sobre a geopolítica brasileira.

Para a historiadora Maria Bittar, a conjugação de interesses regionais entrelaçou as condições que possibilitaram a vitória de uma causa considerada perdida. Os interesses da oligarquia agrária sulista, a rivalidade política entre Cuiabá e Campo Grande e a elite da pecuária foram os componentes principais do movimento separatista.

Ciclos da mobilização
Por volta do ano de 1889 políticos corumbaenses propuseram, por meio de manifesto público, a transferência da capital de Mato Grosso para Corumbá, iniciando aí o movimento divisionista que, gradativamente, foi se estabelecendo com os debates políticos e manifestações populares. O movimento separatista pode ser dividido em quatro grandes fases que acompanham a evolução histórica do Estado no período republicano.

A primeira fase, de 1889-1930, é marcada pela formação das oligarquias sul-mato-grossense que lutam pelo reconhecimento da posse da terra, fazendo oposição aos privilégios do monopólio da exploração da erva-mate, principal base da economia à época.

Inicialmente, o movimento não tem um plano, um programa político definido. Os objetivos divisionistas quase sempre se confundiam com interesses do coronelismo. Percebe-se, neste período, que era uma elite, formada pelos fazendeiros, que defendia a ideia separatista.

A partir de 1920, com a transferência do comando da Circunscrição Militar para Campo Grande e o aumento do contingente militar no Sul de Mato Grosso, as oligarquias sulinas, decepcionadas com as antigas alianças, aliam-se aos militares e adotam sugestões de outros movimentos vindos de fora do Estado como forma de fortalecer a causa local.

A segunda fase, de 1930-1945, é o período em que o movimento começa a se organizar. As lutas armadas, gradativamente, são substituídas por pressões políticas junto ao governo federal. Em 1932, os sul-mato-grossenses aliam-se aos paulistas e lutam na Revolução Constitucionalista.

Este confronto armado foi liderado por Bertoldo Klinger, comandante da Circunscrição Militar em Mato Grosso e comandante-geral das tropas rebeldes instaladas no sul de Mato Grosso. Para o Governo Dissidente é nomeado Vespasiano Martins. Essa revolução serviu para divulgar a ideia divisionista e Campo Grande torna-se o centro político de difusão do movimento.

Após a promulgação da nova Constituição, com a derrota da tese e dos movimentos divisionistas, Getúlio Vargas adota a política nacionalista “Marcha para o Oeste”, a qual visava, entre outros objetivos, a segurança das fronteiras. Para isso mandou instalar novas unidades militares no sul de Mato Grosso.

Em 1943, Getúlio Vargas, em nome da segurança das fronteiras cria o Território de Ponta Porã, excluindo Campo Grande, a principal cidade divisionista.  Nesse período, o sul de Mato Grosso é marcado por grande prosperidade, mas sem poder, contudo, assegurar o equilíbrio das finanças estaduais.

A terceira fase vai de 1945 a 1964. Após a deposição de Getúlio Vargas, o novo presidente da República é o General Eurico Gaspar Dutra, que era mato-grossense de Cuiabá. Ele adota uma política de redemocratização do país, a qual reforça a política de integração nacional que incentiva a manutenção da unidade estadual.

Em 1946, após a promulgação da Constituição, o governo federal extingue o Território de Ponta Porã reintegrando a região ao Estado de Mato Grosso. Apesar dessa política, os divisionistas, durante as reuniões da Assembleia Constituinte, reorganizam-se e tentam a transferência da capital de Cuiabá para Campo Grande.

As iniciativas separatistas desse período são frustradas, em parte, devido a grande representatividade política dos sul-mato-grossenses nas esferas estadual e federal, e também, por causa da política de integração nacional do governo federal.

A quarta fase é de 1964-1977. O golpe de 31 de março de 1964 põe fim a um período de democracia e inicia um regime militar autoritário. Os militares, buscando um maior controle dos problemas da sociedade, adotam a política do desenvolvimento com segurança, o que permitiu a criação de programas que facilitam o desenvolvimento de alguns Estados, entre eles Mato Grosso. Nesse período, os políticos divisionistas aproximam-se dos militares o que lhes permite tomar parte de algumas comissões que estudam (secretamente) as potencialidades políticas que impediam a divisão de Mato Grosso.

A decisão de desmembrar Mato Grosso e criar Mato Grosso do Sul foi tomada em abril de 1977 pelo terceiro presidente do regime militar, Ernesto Geisel, seis meses antes da assinatura da Lei Complementar nº 31, em 11 de outubro. A divisão efetivamente aconteceu em janeiro de 1979 com a instalação do governo do novo Estado.

Bandeira do Mato Grosso do Sul

Significado da bandeira: a estrela simboliza o estado e a riqueza produzida pelo trabalho; o verde é um alerta à preservação ambiental; o azul representa o céu; e o branco, a paz.


Aspectos naturais

O estado está dividido em 4 mesorregiões e 11 microrregiões, divididos em 79 municípios. Além da capital, outros municípios com população superior a cem mil habitantes são Dourados, Três Lagoas e Corumbá. A extremidade ocidental do estado é coberta pelo Pantanal; o noroeste cobre as planícies; e o leste cobre os planaltos com as serras escarpadas da Bodoquena. Paraguai, Paraná, Paranaíba, Miranda, Aquidauana, Taquari, Negro, Apa e Correntes são os rios mais importantes. As principais atividades econômicas são agricultura (soja, milho, algodão, arroz, cana-de-açúcar); a pecuária (gado bovino); a mineração (ferro, manganês, calcário); e a indústria (alimentícia, de cimento, de mineração).

Tem, como bebida típica, o tereré, que é o seu patrimônio imaterial, sendo Mato Grosso do Sul também o estado-símbolo dessa bebida e maior produtor de erva-mate da Região Centro-Oeste do Brasil. O uso desta bebida, derivada da erva-mate (Ilex paraguariensis), nativa do Planalto Meridional do Brasil, é de origem pré-colombiana. O Aquífero Guarani compõe parte do subsolo do estado, sendo Mato Grosso do Sul detentor da maior porcentagem do aquífero dentro do território brasileiro.


Etimologia e linguística
O termo "Mato Grosso do Sul" deriva do nome do vizinho "Mato Grosso", estado do qual aquele foi desmembrado quando de sua criação. Já a origem do termo "Mato Grosso" é incerta, acreditando-se que venha de um nome indígena usado para designar parte da região - a palavra guarani kaaguazú (kaa, "bosque", "mata" e guazú, "grande", "volumoso"), que significaria, aproximadamente, "Mato Grosso".

Relevo e clima

Geografia
O estado de Mato Grosso do Sul está localizado no sul da região Centro-Oeste do Brasil e tem como limites Goiás ao nordeste, Minas Gerais ao leste, Mato Grosso ao norte, Paraná ao sul, São Paulo ao sudeste, Paraguai ao oeste e sul e a Bolívia ao noroeste.

Ocupa uma superfície de 357 145,532 quilômetros quadrados, participando com 22,2 por cento da superfície da Região Centro-Oeste do Brasil e 4,2 por cento da área territorial brasileira (de 8 514 876,6 km²), sendo ligeiramente maior que a Alemanha.

Possui, ainda, 79 municípios, 165 distritos, quatro mesorregiões geográficas e onze microrregiões geográficas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Relevo
O Relevo de Mato Grosso do Sul é formado por planaltos,patamares e chapadões,todos inseridos nas bacias dos rios Paraná e Paraguai. O arcabouço geológico de Mato Grosso do Sul é formado por três unidades geotectônicas distintas: a plataforma amazônica, o cinturão metamórfico Paraguai-Araguaia e a bacia sedimentar do Paraná. Sobre essas unidades, visualizam-se dois conjuntos estruturais. O primeiro, mais antigo, com dobras e falhas, está localizado em terrenos pré-cambrianos, e o segundo, em terrenos fanerozoicos, na bacia sedimentar do Paraná.

Não ocorrem grandes altitudes nas duas principais formações montanhosas, as serras da Bodoquena e de Maracaju, que formam os divisores de águas das bacias do Paraguai e do Paraná. As altitudes médias do estado ficam entre duzentos e seiscentos metros.

Clima e pluviosidade
Na maior parte do território do estado predomina o clima do tipo tropical ou tropical de altitude, com chuvas de verão e inverno seco, caracterizado por médias termométricas que variam entre 25 °C na Baixada do Paraguai e vinte graus centígrados no planalto. No extremo meridional ocorre o clima subtropical, em virtude de uma latitude um pouco mais elevada e do relevo de planalto.

As geadas são comuns no sul do estado registrando em média três ocorrências do fenômeno por ano. Observa-se o mesmo regime de chuvas de verão e inverno seco e a pluviosidade anual é, também, de aproximadamente 1 500 milímetros.

Vegetação
Os cerrados recobrem a maior parte do estado, mas também destaca-se a Floresta Estacional Semidecidual. Há ainda a presença de pampas e Mata Atlântica.

Na planície do Pantanal, no oeste do estado, durante o período de cheias do Rio Paraguai , a região vira a maior região alagadiça do planeta, lá se combinam vegetações de todo o Brasil (até mesmo da Caatinga e da Floresta Amazônica). É um dos biomas com maior abundância de biodiversidade do Brasil, embora seja considerada pouco rica em número de espécies.

Fauna e flora

O estado de Mato Grosso do Sul abrange três ecossistemas: Cerrado, o Pantanal Mato-Grossense e floresta tropical.

O Cerrado se caracteriza por árvores baixas e arbustos de galhos retorcidos. A fauna é diversificada, incluindo lobos-guará, emas, seriemas, gaviões, urubus-reis e tatus-canastra entre muitas outras espécies.

No Pantanal, a vegetação também é bastante variada, com árvores como o ipê, a aroeira e a figueira. Ali vivem muitas espécies de pássaros. Há jacarés, cobras, ariranhas, macacos-prego, onças-pintadas e emas, além de muitos outros animais.

Para proteger e preservar o ecossistema do Pantanal, em 1981 foi criado o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense.

A floresta tropical é formada principalmente por árvores de grande porte. Nela vivem muitas espécies de animais, como onças, macacos, jaguatiricas e tucanos. É grande também a variedade de insetos e de peixes.

Flora
Recém-publicada, a Série Botânica, com mais de 300 páginas – número especial Biota/Mato Grosso Sul: Flora – apresenta 40 artigos sobre a biodiversidade da flora de Mato Grosso do Sul, com textos elaborados por 112 pesquisadores de 39 instituições brasileiras e internacionais.

Foram registradas 3.911 espécies de flora. “Esses números colocam o estado entre aqueles com organização mais atualizada e sistematizada de dados biológicos no Brasil. Poucos estados brasileiros possuem uma publicação assim”, afirma a professora Maria Ana Farinaccio.

De acordo com os organizadores, “Mato Grosso do Sul encontra-se numa região estratégica em termos de biodiversidade, onde ocorre o contato entre vários macroecossistemas: Cerrado, Chaco, Floresta Chiquitana, Floresta Atlântica e Floresta Amazônica, o que resulta em uma diversidade biológica relativamente alta”.

Composição étnica
As migrações de contingentes oriundos dos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo e imigrações de países como Alemanha, Espanha, Itália, Japão, Paraguai, Portugal, Síria e Líbano foram fundamentais para o povoamento de Mato Grosso do Sul e marcaram a fisionomia da região. O estado é, ainda, o segundo do Brasil em número de habitantes ameríndios, de várias etnias, entre elas Atikum, Guarani [Kaiowá e Nhandéwa], Guató, Kadiwéu, Kamba, Kinikinawa, Ofaié, Terena, Xiquitano (Fundação Nacional do Índio, 2008).

O grande número de descendentes de ameríndios e de imigrantes paraguaios, que, em sua maioria, têm, como ancestrais, os índios guaranis, são dois fatores que contribuem para a alta porcentagem dos chamados "pardos" na população do estado de Mato Grosso do Sul. Já a ascendência afro-brasileira desse grupo étnico não é tão numerosa quanto a indígena. A população indígena do estado totalizava, em 2008, 53 900 pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

As Nações indígenas de Mato Grosso do Sul
Ofayé Xavante – Donos de um território que ia do rio Sucuriú até as nascentes dos rios Vacarias e Ivinhema, com mais de cinco mil índios, a nação Ofaié Xavante se resume hoje a 50 pessoas, em uma reserva no município de Brasilândia.

Kadiwéu – Durante centenas de anos dominaram uma extensão do rio Paraguai e São Lourenço, enfrentando os portugueses e espanhóis que se aventuravam pelo Pantanal. Habitam os aterros próximos às baías Uberaba, Gaiva e Mandioré.

Guató – Os Guató, conhecidos como uma grande nação de canoeiros, conseguiram recuperar nos últimos anos uma pequena parte de seu território com a demarcação da Ilha Insua ou Bela Vista. Agora tentam resgatar sua cultura.

Guarani – Remanescentes dos ervais da fronteira com o Paraguai e com uma área superior a dois milhões de hectares, a nação Guarani, do tronco Tupi, tem sua população dividida em 22 pequenas áreas em 16 municípios no sul do Estado. 

Kaiowá – Eles vivem na região sul do Estado e no passado eram milhares ocupando 40% do território de Mato Grosso do Sul. Pertencem ao tronco lingüístico Tupi e é um dos únicos grupos indígenas que tem noção de seu território.

Terena – Agricultores, os Terena estão concentradas na região noroeste de MS. Pertencem ao tronco linguístico Aruak. Foram os últimos a entrar na Guerra do Paraguai e pode ser este o motivo de não terem sido totalmente dizimados.

Esportes
Mato Grosso do Sul possui vários equipamentos esportivos que impulsionam o turismo esportivo e atraem milhares de pessoas, com um razoável planejamento de infraestrutura esportiva: recebe todo ano eventos esportivos e automobilísticos importantes como a Formula Truck e a Stock Car. O maior estádio universitário da América Latina também se encontra no estado.

Localização
Mato Grosso do Sul é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Localiza-se no sul da Região Centro-Oeste. Limita-se com cinco estados brasileiros: Mato Grosso (norte), Goiás e Minas Gerais (nordeste), São Paulo (leste) e Paraná (sudeste); e dois países sul-americanos: Paraguai (sul e sudoeste) e Bolívia (oeste). Sua área é de 357 145,532 km², sendo maior que a Alemanha. Com uma população de 2 619 657 habitantes em 2014, Mato Grosso do Sul é o 21º estado mais populoso do Brasil. A capital e cidade mais populosa de Mato Grosso do Sul é Campo Grande.

Fonte:
http://www.ms.gov.br/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mato_Grosso_do_Sul
https://www.ufms.br/biodiversidade-da-flora-e-da-fauna-de-mato-grosso-do-sul-e-publicada-em-artigos-organizados-por-professores-da-ufms/

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