Desde os primórdios da humanidade, a orientação no espaço "Espaço geográfico" sempre foi elemento presente na vida dos homens. Seja para procurar abrigo e alimentação, seja para mapear estratégias de combate na guerra. Dentre os instrumentos usados para se orientar no espaço podemos citar: astrolábio, quadrante e bússola (rosa dos ventos).
A observação do sol, lua e estrelas também foi muito importante para a orientação e até hoje é usado. Atualmente existem aparelhos mais eficientes, orientados por sinais de radar ou satélites. Podendo ser observado informações de qualquer ponto do planeta. O GPS (Global Positioning System) primeiramente de uso militar e posteriomente de uso civil, causou uma verdadeira revolução para a geografia. Com este aparelho podemos ter informações sobre a localização de qualquer parte do planeta, através dos satélites artificiais.
Geografia humana e espaço geográfico: Na corrente conhecida como geografia tradicional, o conceito de espaço não era uma categoria central de pesquisa, pois os geógrafos trabalhavam principalmente com os conceitos de superfície terrestre, região, paisagem e território. Já a partir da década de 1950, com a chegada da geografia quantitativa, o conceito de espaço tornou-se central nas pesquisas em geografia humana.
Espaço geográfico é qualquer região ou fração de espaço do planeta. Pode ser dividido essencialmente em três subespaços: geosfera (ao qual pertence a litosfera, hidrosfera e atmosfera.). A combinação da litosfera com a hidrosfera e a atmosfera constitui um subespaço geográfico denominado biosfera. Este subespaço também recebe tal denominação por corresponder à porção do planeta que é capaz de comportar vida.
Didaticamente, o espaço geográfico pode ser entendido como o espaço natural modificado permanentemente pelo homem por meio de seu trabalho e das técnicas por ele utilizadas.
Geografia física e espaço geográfico: Para a geografia física o espaço geográfico é o espaço concreto ou físico inserido na interface "litosfera-hidrosfera-atmosfera". É o espaço de todos os seres vivos, não só o espaço do homem. O espaço geográfico foi formado a 4,5 bilhões de anos quando a Terra foi formada. De lá para cá houve mudanças profundas na sua estrutura, composição química e na paisagem geográfica. Oceanos apareceram, oxigênio ficou abundante, devido o papel das algas e plantas superiores. Quando o homem surgiu na Terra ele já estava formado. Com o tempo a humanidade começou a modifica-lo através da tecnologia. Hoje as paisagens geográficas estão bastante modificadas, mas a natureza continua determinando tudo ou quase tudo. Só o fato do homem precisar respirar é um fator determinante.
Para que lado fica o norte? Se você está perdido na mata ou você está tentando instalar um relógio de sol no quintal, é obrigatório encontrar o norte real de vez em quando; quando chegar essa hora, você provavelmente não terá uma bússola. Além disso, mesmo se você tiver uma, ela apontará para o norte magnético, que, dependendo da sua localização, é muito diferente do norte real. Então, o que o intrépido explorador deve fazer? Leia este artigo para encontrar várias maneiras diferentes de achar o caminho.
PARALELOS E MERIDIANOS
Os paralelos e meridianos são linhas imaginárias traçadas para definir cartograficamente os diferentes pontos da Terra. A principal função dessas linhas é estabelecer as latitudes e as longitudes para assim precisar as coordenadas geográficas dos diferentes lugares do planeta. Trata-se, portanto, de círculos ou semicírculos que circundam a Terra nos sentidos norte-sul e leste-oeste.
Localização absoluta Para localizar um lugar na superfície terrestre de forma exata é necessário usar duas indicações, cada uma composta de uma letra e de um número. Utilizando elementos de referência da rede cartográfica ou geográfica de indicação no mapa.
O uso dos pontos cardeais (Norte, Sul, Leste e Oeste) como guia, não permitem localizar com exatidão um ponto na superfície terrestre porque é um instrumento para trabalhar em pequenas distâncias num plano de duas dimensões.
O sistema de mapeamento da Terra por meio de coordenadas geográficas expressa posições horizontais no planeta mediante duas coordenadas do sistema esférico de coordenadas, alinhadas com o eixo de rotação da Terra.
Quando dizemos que a área X está a leste de Y, esta apenas indica uma direção. Para saber com exatidão onde se localiza qualquer ponto da superfície terrestre — uma cidade, um porto, uma ilha, etc. — usamos as coordenadas geográficas.
Guias imaginárias As coordenadas geográficas baseiam-se em diversas linhas imaginárias horizontais e verticais traçadas sobre o globo terrestre:
os paralelos são linhas paralelas ao equador que circundam a Terra — a própria linha imaginária do equador é um paralelo;
Os paralelos são os eixos que circundam imaginariamente o planeta no sentido horizontal. A partir deles, são medidas, em graus, as latitudes, que variam de -90º a 0º para o sul e de 0º a 90º para o norte.
EX: Coordenadas geográficas de Brasília, Brasil (Capital do Brasil) Latitude: 15°46′46″ S Longitude: 47°55′46″ O Altitude do nível do mar: 1136 m
Coordenadas de Brasília em graus decimais Latitude: -15.7797200° - Longitude: -47.9297200°
Coordenadas de Brasília em graus e minutos decimais Latitude: 15°46.7832′ S - Longitude: 47°55.7832′ O
Existem alguns paralelos “especiais”, como é o caso da Linha do Equador. Essa linha imaginária possui o mérito de possuir uma igual distância em relação aos dois polos do planeta. Desse modo, tudo que está acima dela representa o hemisfério norte, também chamado de boreal ou setentrional, e tudo o que está abaixo representa o hemisfério sul, também chamado de austral ou meridional. O Equador também é importante por ser a zona da Terra que mais recebe os raios solares no sentido perpendicular, quando eles são mais fortes.
Existem outros importantes paralelos: os trópicos. O Trópico de Câncer, localizado ao norte na latitude de 23º27 (23 graus e 27 minutos), é a linha que indica o limite máximo em que os raios solares incidem verticalmente sobre a Terra durante os solstícios. O Trópico de Capricórnio, por sua vez, possui a mesma função em relação ao hemisfério sul, com latitude de -23º27'.
Além desses exemplos, também merecem destaque os círculos polares. Ao norte, o círculo polar ártico, com latitude de 66º33', assinala o limite da zona de iluminação solar sobre as regiões polares durante os solstícios. O mesmo acontece com o círculo polar antártico em relação ao sul, apresentando, dessa forma, uma latitude inversa de -66º33'.
Quando os solstícios acontecem, iluminando o hemisfério norte, tem-se o chamado “longo dia” nas zonas localizadas acima do círculo polar ártico, não havendo noite e deixando as regiões ao sul do círculo polar antártico em um longo período de escuridão. Seis meses depois, o processo inverte-se e é o polo sul quem se ilumina e o polo norte quem fica no escuro.
Observe o esquema a seguir e note a importância dos paralelos mencionados para medir a precisão dos solstícios conforme o nível de inclinação dos raios solares.
Esquema dos paralelos da Terra durante o solstício
Os meridianos representam as linhas imaginárias traçadas verticalmente sobre o globo terrestre. Nesse sentido, ao contrário do que acontece com a Linha do Equador, não existe uma zona de iluminação mais acentuada, não havendo, portanto, um “centro” da Terra. Eles são utilizados para medir as longitudes, que variam de -180º a 0º a oeste e de 0º a 180º a leste.
No final do século XIX, por convenção, foi criado o Meridiano de Greenwich, com longitude de 0º. Esse meridiano divide a Terra no sentido vertical, originando, dessa forma, o hemisfério leste ou oriental, com longitudes positivas, e o hemisfério oeste ou ocidental, com longitudes negativas.
O Meridiano de Greenwich “corta” a cidade de Londres ao meio, representando, de certa forma, a visão de mundo na época de seu estabelecimento, nitidamente eurocêntrica, ou seja, com a Europa colocada no cerne principal do mundo.
Linha traçada no Meridiano de Greenwich
Acrescenta-se a isso a função dos meridianos em relação aos fusos horários, igualmente contados a partir de Greenwich. Assim, dividiram-se 24 eixos (12 a leste e 12 a oeste), em que cada um representa a alteração de uma hora em relação ao meridiano mencionado, com horários somados quando se desloca para o leste e diminuídos quando se desloca para o oeste.
Por Rodolfo Alves Pena
Mestre em Geografia
PENA, Rodolfo F. Alves."Paralelos e meridianos"; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/geografia/paralelos-meridianos.htm>. Acesso em 30 de janeiro de 2017.
Orientação com bússola e mapa
Saber se orientar em uma região desconhecida é uma habilidade básica que todos os aventureiros deveriam conhecer, afinal de contas, ficar perdido é uma coisa que pode acontecer com qualquer pessoa.
Esse texto é a primeira parte de uma série de artigos onde eu pretendo mostrar como usar uma bússola e uma mapa para se orientar em uma região e assim determinar a sua posição em um mapa e a direção correta para chegar até um determinado ponto. Além disso veremos como se deve interpretar um mapa para que seja possível posiciona-lo corretamente em relação ao terreno, reconhecer os pontos ao seu redor (montanhas, rios, vales…), determinar a sua distância entre esses pontos e saber qual o melhor caminho para passar por eles e chegar ao seu destino. O básico para qualquer pessoa que gosta de se aventurar por aí.
Vamos lá.
1. Princípios básicos de orientação – Pontos cardeais, colaterais e graus
Para ser capaz de se orientar você precisa no mínimo ter a noção dos pontos cardeais (norte, sul, leste e oeste) e também dos colaterais (nordeste, nororeste, sudeste, sudoeste). Lembre-se da aula de geografia do colégio, o sol nasce sempre no Leste e se põe sempre no Oeste, com isso é possível pela posição do sol determinar onde fica o Leste ou Oeste e assim obter a direção do Norte e do Sul.
Ficando de pé aponte a sua mão direita para o sol nascente, este ponto é o Leste. Sua mão esquerda estará apontada para o Oeste e na sua frente estará o Norte e nas suas costas o Sul. Esse método elementar foi usado durante muito tempo por povos primitivos, permitindo a orientação deles quando saíam de um lugar para o outro.
Seria ótimo se pudéssemos nos orientar em um terreno usando somente este conceito. Mas nem tudo é perfeito e a nossa necessidade nos fez criar mais direções, essas direções são conhecidas como “pontos colaterais”. Os pontos colaterais situam-se entre um ponto cardeal e outro, por exemplo, entre o Norte e o Leste temos o ponto colateral chamado de Nordeste; entre o Sul e o Leste temos o Sudeste; entre o Sul e o Oeste temos o Sudoeste; e entre o Oeste e o Norte temos o Noroeste. A figura abaixo, conhecida como Rosa dos Ventos, mostra como esses pontos são posicionados.
Os pontos cardeais e colaterais mostrados ao lado costumam ser abreviados usando letras, essa abreviação segue o padrão:
Pontos Cardeais:
N – Norte
L ou E – Leste/East (onde o sol nasce)
S – Sul
O ou W – Oeste/West (onde o sol de põe)
Pontos Colaterais:
NE – Nordeste (ponto entre o Norte e o Leste)
SE – Sudeste (ponto entre o Leste e o Sul)
SW ou SO – Sudoeste (ponto entre o Sul e o Oeste)
NW – Noroeste (ponto entre o Oeste e o Norte)
Se você olhar bem para a rosa dos ventos notará que se os pontos forem unidos por uma linha eles formam um círculo. Baseado nisso cada ponto desses ganhou uma medida em graus. Esses graus são fundamentais para a nossa orientação, pois eles é que nos dirão com precisão onde estamos e para qual direção devemos seguir. Não tem mistério nenhum para entender essa graduação. O norte é o 0º e também o 360º, partindo do norte em sentido horário os graus vão subindo até chegar aos 360º. Para entender melhor observe o desenho abaixo.
rosa-graduada
Algumas bússolas são divididas de 10 em 10 graus, outras em 20 em 20 graus, outras em 30. Quanto maior for a divisão da bússola mais precisa ela se torna, permitindo a localização de graus com valores quebrados, como 275º por exemplo. A que eu costumo usar para orientação e competição de trekking é dividida de 20 em 20 graus e entre as divisões a marcação é de 2 em graus, com isso a precisão é perfeita.
Não se preocupe com esses graus agora, apenas tenha uma idéia de como estão posicionados. Não é necessário decora-los.
2. A Bússola Silva ou Cartográfica
A bússola que utilizamos para orientação costuma ser aquela conhecida como bússola Silva ou Cartográfica, um tipo de bússola diferente, que é montada em cima de uma régua de acrílico. Nada impede que você use uma bússola comum para se orientar, contudo, a tarefa fica muito mais simples com o uso da bússola Silva.
Esse tipo de bússola é composto por vários itens diferentes, conhecer e saber para que serve cada item desses é fundamental, acompanhe o desenho abaixo e veja como se chama cada parte de uma bússola Silva e qual a função de cada uma delas.
bussola-partes
O visual pode variar de modelo para modelo ou entre fabricantes, mas a maioria ds bússolas deste tipo apresenta os recursos acima, com exceção de algumas que não possuem a escala de declinação magnética. Mas esta escala de declinação não é tão importante, mais na frente veremos como trabalhar sem ela. Como eu disse antes, cada parte tem uma função:
– Régua: serve para duas coisas: medir a distância entre dois pontos para calcular a distância entre eles baseado na escala do mapa; e traçar linhas retas entre dois pontos do mapa para fins de navegação.
– Escalas: servem para simplificar o uso da régua, usando as escalas você não precisa calcular a distância entre os pontos, pois as escalas já são graduadas em metros ou kilômetros de acordo com o padrão indicado próximo a elas.
– Seta de direção ou azimute: é usada para localizar a direção em graus de um determinado ponto, ou seja, o azimute de um ponto (veremos depois o que isso significa).
– Limbo giratório: possui a marcação dos pontos cardeais e dos graus, fundamental para o uso da bússola.
– Portão: uma marcação logo abaixo da marca do norte que fica no limbo, é usado no processo de navegação. Pode ser uma seta como na foto ou duas marcas paralelas.
– Linhas meridionais: servem para alinhar a bússola com as linhas do mapa, garantindo assim que ela esteja apontando a direção exata.
– Escala de declinação: serve para ajustar a graduação da bússola em relação à declinação magnética (diferença entre o norte magnético e o verdadeiro norte, explicarei melhor isso em outro artigo).
– Agulha imantada: é a agulha que aponta o norte (parte vermelha).
3. Azimute
Azimute é um termo de origem árabe (as-sumut) que significa “caminho ou direção”, para nós ele é uma direção indicada em graus, indo de 0 até 360 graus. Isso significa que é possível marcar a direção de um ponto de referência através dos graus. Com essa marcação, qualquer pessoa pode navegar entre um ponto e outro se souber o azimute do ponto de destino
Imagine a seguinte situação: você está caminhando por uma trilha e chega até um descampado, neste descampado existem quatro opções de trilhas para seguir, se você souber que a trilha certa está situada em 270º basta pegar a sua bússola e encontrar onde está esta direção, onde está o azimute para 270º…
Veja como usar o azimute: Se você já tem o valor do azimute basta fazer o seguinte:
Vamos supor que você tenha um valor de 100º para o azimute, para encontrar esta direção você deverá seguir estes passos:
1. Gire o limbo da bússola até que o grau do azimute (100º, no nosso exemplo) fique alinhado com a linha de fé (seta vermelha no acrílico).
2. Segure a bússola em frente ao seu corpo de forma que ela fique completamente reta (horizontalmente) e estável.
3. Gire o seu corpo sobre os pés até que a ponta vermelha da agulha fique alinhada com o portão da bússola (ou com a marca N do limbo, é a mesma coisa).
4. A direção apontada pela linha de fé da bússola é a direção para onde você deve seguir, ou seja, é o seu azimute de 100º.
Agora suponha que você quer descobrir o azimute de um ponto de referência, uma montanha por exemplo:
1. Aponte a linha de fé para a nossa montanha (nosso ponto de referência).
2. Gire o limbo da bússola até que o portão (ou marcação N no limbo) fique alinhado com a parte vermelha da agulha magnética.
3. O grau que estiver alinhado com a linha de fé é o azimute do nosso ponto de referência.
No próximo artigo iremos falar de azimute reverso (aquele que usamos para voltar por um mesmo caminho), declinação magnética e começaremos a aprender como ler uma carta topográfica.
Até lá e boas trilhas!
Por Mario Nery
Como Encontrar o Norte Real Sem Bússola
Localização por sombra:
Este método consiste em estabelecer o tempo decorrido, também é possível determinar a orientação.
Você irá precisar de uma estaca de preferência de 1 metro. Enterre parte dela no chão, em uma superfície plana e ensolarada. Coloque uma pedra na ponta da sombra. Espere cerca de 15 minutos e coloque outra pedra na ponta da nova sombra.
A linha entre as duas pedras formam o oeste (primeira pedra) e o leste (segunda pedra). A linha perpendicular a esta linha formam o norte-sul.
Estrelas Navegação e localização
Navegação e localização utilizando as estrelas pode fornecer orientações precisas. A seguir estão algumas das estrelas e constelações mais fáceis de identificar:
Usando as estrelas: Hemisfério Norte
Localize a Estrela do Norte (Polaris) no céu à noite. A Estrela do Norte é a última estrela no punho da constelação Ursa Menor. Se você tiver problemas para encontrá-la, ache a Ursa Maior. As duas estrelas menores (as estrelas mais distantes) formam uma linha reta que "aponta" para a Estrela do Norte. Você também pode encontrar a constelação de Cassiopeia, que está sempre oposta à Ursa Maior. A Estrela do Norte está localizada a meio caminho entre a estrela central de Cassiopeia e a Ursa Maior (ver figura).
Desenhe uma linha reta imaginária da Estrela do Norte ao chão. Essa direção é o norte real; se houver um marco na distância desse ponto, use-o para se guiar.
Usando as estrelas: Hemisfério Sul
Ache a constelação Cruzeiro do Sul. No hemisfério sul, a Estrela do Norte não é visível, e nenhuma estrela indica o norte ou o sul. Porém, é possível usar o Cruzeiro do Sul e as estrelas das pontas como guia. O Cruzeiro do Sul é formado por cinco estrelas; as quatro estrelas mais brilhantes formam uma cruz inclinada para um lado.
Identifique as duas estrelas que compõem o eixo longo da cruz. Essas estrelas formam uma linha que "aponta" para um ponto imaginário no céu acima do Polo Sul. Siga a linha imaginária a partir das duas estrelas a uma distância cinco vezes maior entre elas.
Desenhe uma linha imaginária a partir desse ponto até o chão. Procure por um marco correspondente pelo qual se guiar. Sendo esse o sul real, então o norte real é o exato oposto dele (atrás de você, se estiver olhando para o ponto) .
Cuidado! Não adianta prolongar o braço da cruz até o horizonte, pois você não encontrará o Sul. O que você deve fazer é medir quatro vezes e meia a partir do pé da cruz e, aí, descer para o horizonte onde estará o Sul.
Usando as estrelas: Equador
A constelação de Orion é visível em ambos os hemisférios, dependendo do período do ano. É uma característica permanente do equador.
Procure pelo Cinturão de Orion. Há várias estrelas de destaque no Orion. O "cinturão" (3 estrelas em fila) corre de leste a oeste. Ao olhar para ele, procure pela estrela do centro no Cinturão de Oriona "Projete uma linha imaginária reta até o solo.
Essa linha a partir da Estrela no centro do Cinturão é a direção do (Norte) no Hemisfério Sul e (Sul) no Hemisfério Norte.
O Orion se estende através da linha do Equador: o Cinturão aparece e se põe no leste e no oeste.
Calculando o caminho do sol
Encontre o norte com base na direção do sol. Se você determinar que o sol está ao leste (no início da manhã), então o norte estará cerca de um quarto de volta no sentido anti-horário (por exemplo: se você estiver de frente para o sol, então vire à esquerda). Se o sol estiver no oeste, então o norte está a mais ou menos uma volta no sentido horário. Se o sol estiver ao sul, então o norte ficará na direção oposta. Por volta do meio-dia (dependendo do horário de verão e do fuso horário), o sol apontará para o sul no hemisfério norte e para o norte no hemisfério sul.
Orientação pelo Sol
O Sol, de acordo com o seu movimento diurno, indica-nos quatro pontos cardeais: – O nascer do Sol ocorre a ESTE (nascente, leste ou oriente); – Ao meio dia, o Sol indica o SUL e a sombra o NORTE; – O pôr-do-sol indica o OESTE (ocidente ou poente).
O Este também pode chamar-se Nascente ou Oriente. O Oeste também pode designar-se Poente ou Ocidente.
Localização por sinais naturais
Se por algum motivo você não pode ver o sol, a lua ou as estrelas , você deve usar alguns meios naturais para determinar a direção . Vale ressaltar que esses métodos não são muito precisos:
Árvores: Normalmente, a folhagem das árvores é mais abundante no lado ensolarado . Isto significa que se você estiver no hemisfério norte será no sul, enquanto no hemisfério sul será no norte.
Musgo: É verdade que o musgo tende a crescer mais abundantemente no lado da árvore virada a norte , porque geralmente o mais escuro e úmido . No entanto, existem muitos outros fatores que contribuem para o crescimento de musgo e muitas vezes não apontam para o norte.
– Os troncos das árvores são mais escuros na face sul, pois não recebem muito sol. – As formigas geralmente constroem seus ninhos na face norte das árvores, onde é mais quente.
Para os musgos é a mesma lógica ,para o hemisfério sul os musgos tendem a crescer mais abundantemente no lado da árvore virada ao sul. Deve-se tomar cuidado ao levar em conta apenas esses elementos, pois a natureza muda para melhor se adequar ao ambiente e as pistas podem acabar confusas.
Avisos A Estrela do Norte fica mais alta no céu à medida que nos deslocamos para o norte. Ela não é mais útil a partir dos 70°N de latitude. O método do relógio não é recomendado em latitudes mais baixas, especialmente abaixo dos 20° em qualquer hemisfério. Os métodos “ponta de sombra” não são recomendados nas regiões polares (latitudes acima de 60° em qualquer hemisfério).
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Estudo do turismo - Abordagens básicas
Uma preocupação bastante atual é a problemática que envolve as variáveis ambiente e sociedade. A idealização de qualquer projeto seja de construir hotéis, resorts, até mesmo projetos de abordagem...
Floresta Nacional do Aripuanã - Turismo no Mato Grosso
A floresta está no bioma amazônico. Possui grande riqueza biológica, com pelo menos três espécies de primatas e duas de aves descobertas na década anterior à sua criação. A vegetação é principalmente...
Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba PARNA - Turismo no Piauí PI
O Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaiba preserva uma rica fauna dentro de extensa região, ainda remota do nosso país. É uma das maiores e mais conservadas extensões de cerrado do Brasil, três...
Parque Nacional Grande Sertão Veredas "O Oásis do Sertão" - Turismo em Chapada Gaúcha
O Parque Nacional Grande Sertão Veredas tem uma área de 230.854,42 hectares. O Parque foi criado em maio de 2004, e o nome é uma homenagem a uma das mais importantes obras literárias brasileiras, o...
Parque Nacional de Ilha Grande - Turismo no Paraná e Mato Grosso do Sul
O Parque Nacional de Ilha Grande é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza. Seu território abrange as Ilhas Grande, Peruzzi, do Pavão e Bandeirantes, no rio Paraná,...
Formula Hubbart - Seu hotel gera lucro? Gestão Hoteleira
A Fórmula de Hubbart possui uma abordagem que permite ser utilizada no cálculo da tarifa média de quartos em empresas hoteleiras. É considerada uma abordagem de baixo para cima para preços de quartos...
Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim - Turismo em Governador Celso Ramos SC
A lha de Anhatomirim está situada na baía norte da ilha de Santa Catarina e pertence ao município de Governador Celso Ramos, no litoral do estado de Santa Catarina, no Brasil. Nela está localizada a...
Parque Nacional da Serra das Confusões PARNA - Turismo no Piauí
O Parque Nacional da Serra das Confusões PARNA é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza localizada na região sudoeste do estado do Piauí. O território do parque...
Parque Nacional da Serra das Lontras - Turismo na Bahia
O Parque Nacional da Serra das Lontras é um parque nacional (PARNA) brasileiro, localizado no estado da Bahia, e criado em 11 de junho de 2010. Possui cerca de 11.343,69 hectares protegendo...
Trem turístico centenário volta a ligar cidades históricas no litoral paranaense
Após 3 décadas sem operar, atração retoma as atividades adotando todos os protocolos de biossegurança. Trem Caiçara é a locomotiva a vapor mais antiga em operação regular no país. Crédito: Divulgação...
Nova low cost entra com pedido para operar voos regionais no Brasil
Nella Linhas Aéreas pretende atuar em regiões não alcançadas pela malha tradicional e deve começar a voar no primeiro semestre de 2021. A companhia Nella Linhas Aérea busca, junto à ANAC, iniciar...
Cesar Ritz é considerado pai da hotelaria moderna - O "REI" dos hoteleiros
Na história da moderna hospitalidade e gestão hoteleira, ninguém se igualou a César Ritz. De um começo pouco promissor, Ritz alcançou o topo da indústria hoteleira e depois a transformou. Introduziu...
Código Numérico IATA, Código ICAO e País de Origem - Lista de companhias aéreas em atividade
Esta é uma lista de companhias aéreas em atividade, incluindo seu código IATA.Os indicativos são códigos usados pelas companhias aéreas para identificação em comunicações de rádio, horários,...
O que é milha de viagem - Quanto vale uma milha em reais - Turismo
Milhas aéreas: o que são?- Milha é o nome que as companhias aéreas dão à pontuação gerada por seus programas de fidelidade, que foram criados para estreitar o relacionamento entre as empresas e...
Segmentação do Turismo Náutico - Subsegmentação por Tipo - Turismo Fluvial, Turismo em Represas, Turismo Lacustre, Turismo Marítimo
O mistério das águas oceânicas (motivação de muitos turistas na escolha desse tipo de viagem), a complexidade do mercado, a qualidade no atendimento visando sempre a excelência, a ludicidade a bordo...
Ministério do Turismo vai ofertar capacitação para guias turísticos " Guia de Turismo"
Qualificação é voltada para guias regionais e tem como foco atrativos culturais e naturais de todas as regiões do país. São mais de 21.600 guias regionais em todo o país que atuam no receptivo e...
Parque Nacional da Lagoa do Peixe - Turismo no Rio Grande do Sul
O Parque Nacional (Parna) da Lagoa do Peixe foi criado em 1986 com o objetivo de proteger as espécies de aves migratórias e as amostras dos ecossistemas litorâneos do Rio Grande do Sul, que deles...
Parque Nacional da Furna Feia (Parna)- Turismo no Rio Grande do Norte
O Parque Nacional da Furna Feia é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral da natureza localizada no Rio Grande do Norte, na Mesorregião do Oeste Potiguar e Microrregião de...
Capitólio é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Se tornou um importante destino turístico de Minas Gerais, muito procurado nos últimos anos por conta de suas belas cachoeiras e rios de...
Turismo Étnico - Desenvolvido a partir do enaltecimento da cultura
O turista que o pratica é um indivíduo que busca conhecimentos relacionados ao legado cultural do homem em diferentes épocas e manifestações. Assim sendo, o turismo étnico é uma subdivisão do turismo...
Sítio Arqueológico Pedra do Ingá - Turismo em Paraíba
Itacoatiaras do Rio Ingá (PB) A Pedra de Ingá é um monumento arqueológico, identificado como "itacoatiara", constituído por um terreno rochoso que possui inscrições rupestres entalhadas na rocha,...
Parque Estadual do Ibitipoca - Turismo em Minas Gerais
Um dos parques mais visitados de Minas Gerais, o Parque Estadual do Ibitipoca (PEIb) recebe milhares de turistas anualmente que buscam conhecer o encanto de suas cachoeiras, trilhas, picos, piscinas...
Sabores de Norte a Sul para fazer Turismo Gastronômico no Brasil - O prazer de comer bem
Associar o deleite gastronômico com a possibilidade de conhecer outros lugares e culturas acabou resultando numa fórmula tão bem sucedida que deu origem a um novo segmento do mercado turístico...
São Paulo se destaca, por ser um dos maiores centros de saúde do mundo
Ao longo das últimas décadas o mundo passou por diversas transformações, dentre as quais se destacaram as de cunho social, econômico e tecnológico. O fenômeno de globalização, que se consolidou como...
Com novo formato, rally Sertões 2020 foca no social e adia expedições
Largada será em Mogi Guaçu (SP) no próximo sábado (31.10) e chegada em Barreirinhas (MA), no dia 07.11 - Por causa da pandemia de coronavírus, o Sertões 2020, o maior rally das Américas, traz...
Termos Técnicos do meio Turístico - Dicionário de Turismo - 3T oficial
Dicionário de Turismo. Termos Técnicos do meio Turístico. 3T oficialConceito Definições Siglas & Tipologias.Aplicações em Gestão de Turismo.Autor: Luis Falcão.Nº de...
Aqui tem Quilombo: passeio virtual pela Cidade Baixa
Originalmente previsto para ocorrer no 1° Semestre de 2020, como parte integrante das comemorações da Virada Sustentável, o roteiro "Aqui tem quilombo" agora está reformulado. Propomos um passeio...
Destinos de Pesca Esportiva - Principais pontos de pesca esportiva no Brasil
O turismo de pesca vem sendo importante no cenário do turismo nacional (Brasil), pois além de movimentar a economia, tem trazido benefícios como o estímulo à pesca esportiva (pesque e solte) e a...
Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque - Turismo no Amapá
O Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (PNMT) é uma Unidade de Conservação (UC) brasileira de proteção integral da natureza localizada nos estados do Amapá e do Pará, com território distribuído...
Turismo antirracista na prática: conheça a iniciativa que resgata a história afro-brasileira
Enraizado em nossa cultura e sociedade, ainda que mais da metade da população seja representada por negros e negras, o racismo está aí. Velado, muitas vezes ignorado. Mas basta você se colocar no...
Por economia e menos burocracia, Ministério do Turismo digitaliza mais de 40 serviços
Em todo o setor público federal, mil serviços ficaram mais acessíveis à população de forma on-lineEm um esforço de facilitar a consulta e de popularizar o acesso on-line, o Ministério do Turismo já...
Parceria entre MTur e Organização das Cooperativas Brasileiras visa ampliação da rede do Fungetur
Com o foco na atração e credenciamento de novas cooperativas de crédito junto ao Ministério do Turismo, OCB lança cartilha online com informações sobre o FundoCom o objetivo de ampliar a participação...
Experiência brasileira de turismo sustentável é reconhecida pelo G20
Pousada Uacari, do Amazonas, é um dos destaques de iniciativas modelo para o desenvolvimento comunitário inclusivo por meio do turismo. Cinco bangalôs que flutuam sobre as águas do rio Solimões no...
VII Jornada de Estudos Turísticos UERN - Conectando saberes e realidades do turismo em tempos da Covid-19
Entre os dias 18, 19 e 20 de novembro de 2020 será realizada a VII Jornada de Estudos Turísticos, com o tema: "Conectando saberes e realidades do turismo em tempos da Covid-19” organizada pelo...
MTur vai criar TV Turismo para qualificar e capacitar profissionais do setor
Canal irá possibilitar o desenvolvimento da carreira de profissionais, além de aprimorar a oferta de serviços e o atendimento a turistas no país. Ideia é capacitar profissionais do Turismo com cursos...
“A regulamentação dos turismólogos está na pauta”, diz secretário
Durante o Abav Collab, William França pontuou medidas do MTur e reforçou o papel da profissão para a retomadaDurante evento virtual, MTur ouviu o pleito de turismólogos e garantiu que está...
Brasil terá portal de investimentos em turismo até o final do ano, afirma Ministério do Turismo
Em live na ABAV Collab, secretário de Atração de Investimentos, Parcerias e Concessões do MTur destacou as ações da Pasta para a retomada do setorO secretário Nacional de Atração de Investimentos,...
Grupos para whatsapp de viagens e turismo - Turismólogo, Guia de Turismo e Mochileiros. link 2020 / 2021
Bem-vindo ao Blog Ciência do Turismo!O Ciência do Turismo Blog é um espaço para promover discussões, disseminar conhecimento e compartilhar um pouco mais da experiência dos nossos colaboradores,...
FRASES DE TURISMO E AFINS - LIVRO 2.280 Frases de Turismo.
LIVRO: FRASES DE TURISMO E AFINS - Frases de Turismo."Uma viagem entre as frases" LINKBem-vindo a "Frases de Turismo e Afins", uma jornada literária única que revela a essência poética de cada...
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