sábado, 13 de julho de 2019

Tropeirismo Caminho das Tropas - História e Turismo



Ao longo do século XVIII, a economia colonial crescia, e com ela, a necessidade de abastecer os centros urbanos que floresciam, e muitas das estradas que ligam os Estados brasileiros e os países vizinhos foram traçados pelos tropeiros.

O “Ciclo do Tropeirismo” teve início a partir dos anos de 1700, criando condições necessárias para a integração humana e territorial, não só de grande parte do Brasil continental, mas de toda a região meridional sul americana. Então, por que um tema tão importante na trajetória brasileira, nunca ou quase nunca, foi ensinado em nossas escolas? Imensa parcela de nossa população, praticamente a totalidade dos jovens, como também muitos dos mais vividos desconhecem a história e influências resultantes dessa epopéia brasileira vivida de forma tão intensa e difícil a partir do século XVII (SOLERA, 2006:451).

Essa epopeia teve início nos arraiais que se formavam em torno das novas jazidas, sobretudo nas Minas Gerais que necessitavam ser abastecidos por gêneros, transportados no lombo de mulas, únicos animais que conseguiam resistir com carga a percorrer grandes distâncias por caminhos muitas vezes impraticáveis. Aos grupos de animais reunidos para esse fim dava-se o nome de "tropas" e aos seus condutores, o de "tropeiros", condutor de tropa, arrieiro ou bruaqueiro é a designação dada aos condutores de tropas ou comitivas de muares e cavalos entre as regiões de produção e os centros consumidores no Brasil. Mais ao sul do Brasil, também são conhecidos como carreteiros devido às carretas “carro de boi” com as quais trabalhavam.
Almeida (1968:37) cita que o papel do tropeirismo foi o conjunto de fatos geográficos, históricos, sociais, econômicos e até psicológicos relacionados com o sistema de transporte em todo o país.

Outro ponto importante da história dos tropeiros se deu em Sorocaba, no interior de São Paulo aconteciam grandes feiras durante todo o ano, ali sendo comerciados animais e gêneros para os garimpeiros e exploradores. Os comerciantes deslocavam-se entre o Rio Grande do Sul e São Paulo, transportando bois, cavalos, mulas e gêneros regionais. Em 1680, os jesuítas estabeleceram-se na região das Missões, no atual Rio Grande do Sul. Que trouxeram com eles o gado que se multiplicou livre e grandemente nas pradarias dos Pampas gaúchos. Com o advento da descoberta do ouro nas Minas Gerais, houve um grande aumento na demanda de carne (charque) e, também, de couro para os alforjes do transporte do ouro até a metrópole portuguesa. Criou-se então, no Continente de São Pedro, hoje estado do Rio Grande do Sul, formada por paulistas, índios e castelhanos - o futuro homem gaúcho -, uma enorme rede de preação, abate de gado e salga. A Estância do Viamão era o grande mercado onde se comercializava esses produtos, por isso o nome Real Caminho do Viamão.
Almeida (1981:34) relata que o domínio tropeiro no Brasil durou 165 anos (1732–1897), transportando os diferentes tipos de mercadorias, proporcionando o surgimento de vilas e cidades, assim como o desenvolvimento e integração da unidade nacional.

O Caminho das Tropas começou a ser descrito e representado, em mapas e pinturas, a partir do início do século XIX, mas foi estabelecido ao longo do período colonial, com aproveitamento de vários caminhos indígenas anteriores ao século XVI: haviam servido ao comércio de charque do Rio Grande do Sul e de muares do Paraguai, nos séculos XVIII e XIX, mas anteriormente percorridas pelas bandeiras de apresamento de indígenas no século XVII, provavelmente sobre parte do antigo caminho indígena do Peabiru, que ligava a região da hoje São Vicente aos atuais Paraná e Paraguai.

Na “Estatística da Imperial Província de São Paulo” (1827), de José Antônio Teixeira Cabral, o autor indica, como a “7ª Estrada” (entre as sete estradas principais da Província de São Paulo), aquela que, no século XX, ligava São Paulo a Itapetininga (posteriormente convertida na Rodovia Raposo Tavares) e prosseguia para o Sul. De acordo com esse documento, a estrada iniciava-se na capital, com um trecho no sentido oeste passando por Cotia (com ramificação para Una, atual Ibiúna), São Roque (com ramificação para Santana de Parnaíba), Sorocaba, Itapetininga (com ramificação para Paranapanema), Itapeva e Faxina (com ramificação para Apiaí), seguido de trecho no sentido sudoeste, passando por Castro (antiga Iapó), e trecho no sentido sul, passando por Guarapuava e, em seguida, dividindo-se em um ramo que seguia para Curitiba e outro, mais longo, para a Vila do Príncipe (atual Lapa). A partir da Vila do Príncipe, prosseguia por 40 léguas, com o nome de Estrada da Mata, até a divisa com a Província de Santa Catarina e, daí, até o Rio Grande do Sul.

A maioria das paisagens desenhadas por Jean-Baptiste Debret em 1827 (provavelmente a partir de desenhos de outros artistas ou de integrantes de sua equipe), a oeste da cidade de São Paulo e ao sul da Província de São Paulo, foram realizadas em vilas ou freguesias nas estradas e ramificações do Caminho das Tropas: Itú, Porto Feliz, Sorocaba, Itapeva, Jaguariaíva (junto ao rio de mesmo nome), Castro (antiga Iapó), Ponta Grossa, Guarapuava, Curitiba, Lapa (antiga Vila do Príncipe), Paranaguá, Desterro (atual Florianópolis), São Pedro do Sul (atual Porto Alegre) e várias outras. As paisagens de Jean-Baptiste Debret são, portanto, as mais antigas imagens tomadas do Caminho das Tropas, as quais eram, basicamente, caminhos de terra de poucos metros de largura, sobre montanhas e vales sinuosos, por entre matas, capoeiras e campos, com algumas pontes rudimentares de madeira, e que, muitas vezes, incluíam a travessia de rios pela água.

Um dos mais antigos mapas que representam o Caminho das Tropas é o "Guia de Caminhantes", de Anastácio Santana (1817), porém dezenas de mapas, ao longo do século XIX, enfatizaram os troncos principais do caminho que ligava São Paulo a Castro e daí a Lapa, rumo a Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na segunda metade do século XIX e princípios do século XX, no entanto, os mapas do Brasil passaram a destacar as ferrovias, em período cuja tendência predominante foi a construção de redes ferroviárias. Ao longo do século XX, o Caminho das Tropas foi dividido em vários trechos, administrados por governos ou empresas privadas (e parcialmente asfaltado a partir da década de 1950), reaparecendo nos mapas como rodovias.


Descrição
Cada comitiva era dividida em lotes de sete animais, cada um aos cuidados de um homem que os controlava através de gritos e assobios. Cada animal carregava cerca de 120 quilogramas e chegava a percorrer até 3 000 quilômetros.

Num sentido mais amplo, também designa o comerciante que comprava tropas de animais para revendê-las, e mesmo o "tropeiro de bestas", que usava os animais para, além de vendê-los, transportar outros gêneros para o comércio nas várias vilas e cidades pelas quais passava. No sentido mais estrito, "tropeiro" é o peão cuja função, na pecuária extensiva brasileira (inclusive nas comitivas), consiste em reunir pela manhã, cuidar durante o dia e alojar à noite a tropa de cavalos de serviço que os peões campeiros trocam durante a jornada de trabalho. Além de seu importante papel na economia, o tropeiro teve importância cultural relevante como veiculador de ideias e notícias entre as aldeias e comunidades distantes entre si, numa época em que não existiam estradas no Brasil.

Um dos marcos iniciais do tropeirismo foi quando a Coroa Portuguesa instalou, em 1695, na Vila de Taubaté, a Casa de Fundição de Taubaté, também chamada de Oficina Real dos Quintos. A partir de então, todo o ouro extraído das Minas Gerais deveria ser levado a esta Vila e, de lá, seguia para o porto de Parati, de onde era encaminhado para o reino via cidade do Rio de Janeiro.

Ao longo das rotas pelas quais se deslocavam, ajudaram a fazer brotar várias das atuais cidades do Brasil. As cidades de Taubaté, Sorocaba, Santana de Parnaíba e São Vicente em São Paulo, Viamão e Cruz Alta no Rio Grande do Sul e Castro no Paraná são algumas das pioneiras que se destacaram pela atividade de seus tropeiros.
Ainda hoje, tropeiros atuam em algumas regiões do Brasil, como os que transportam queijos e doces da região de Itamonte, em Minas Gerais, para Visconde de Mauá, no Rio de Janeiro.


Comércio
Antes das estradas de ferro, e muito antes dos caminhões, o comércio de mercadorias era feito por tropeiros nas regiões onde não havia alternativas de navegação marítima ou fluvial para sua distribuição. As regiões interioranas, distantes do litoral, dependeram durante muito tempo desse meio de transporte por mulas. Desde fins do século XVII, as lavras mineiras, por exemplo, exigiram a formação de grupos de mercadores no comércio interiorano. Inicialmente chamados de homens do caminho, tratantes ou viandantes, os tropeiros passaram a ser fundamentais no comércio de escravos, alimentos e ferramentas dos mineiros.

Longe de serem comerciantes especializados, os tropeiros compravam e vendiam de tudo um pouco: escravos, ferramentas, vestimentas etc. A existência do tropeirismo estava intimamente relacionada ao ir e vir pelos caminhos e estradas, com destaque para a Estrada real - via pela qual o ouro mineiro chegou ao porto do Rio de Janeiro e seguiu para Portugal.

O constante movimento, o ir e vir das tropas, não só viabilizou o comércio como também se tornou elemento chave na reprodução econômica do tropeirismo. Os tropeiros transportavam uma grande variedade de mercadorias como açúcar mascavo, aguardente, vinagre, vinho, azeite, bacalhau, peixe seco, queijo, manteiga, biscoito, passas, noz, farinha, gengibre, sabão, fruta seca, chouriço, salame, tecido, alfaias, marmelada, coco, carne seca, algodão, sal, vidro para janela etc.

Controle e fiscalização
Devido ao crescente volume de riqueza explorado na região das Gerais, a Coroa Portuguesa procurou garantir o seu controle e fiscalização de maneira severa, instalando postos de inspeção (Registros) para arrecadar os diversos tributos sobre minerais (notadamente ouro e diamantes), mercadorias, escravos e animais (cavalos, muares, bovinos) em trânsito, instituindo mais tarde as chamadas Casas de Fundição e mantendo na região dois destacamentos de cavalaria, os chamados Dragões das Minas, além de um terceiro, no Rio de Janeiro.

Etimologia
"Arrieiro" vem de "arre", interjeição usada para incitar os animais a andarem. "Bruaqueiro" vem de "bruaca", saco de couro usado para transportar cargas no lombo de animais.
Mula, mulo, mu, muar, besta, burro, macho, ou jerico, (este último, nas ilhas da Madeira e Porto Santo e em algumas regiões do Brasil), em seu significado moderno comum, é o animal híbrido resultante do cruzamento de um jumento (Equus africanus asinus), com uma égua (Equus caballus). O cruzamento inverso, de um cavalo com uma jumenta, gera o bardoto. Mula é o termo usado para se referir ao híbrido do sexo feminino; o do sexo masculino é geralmente denominado de "macho" em Portugal, e "burro" no Brasil.

As principais trilhas
Os tropeiros seguiam por antigos caminhos indígenas e outros, abertos pelas tropas de mulas e pelas boiadas. Essas trilhas de e para o Sul eram chamadas genericamente de Caminho das Tropas, e compunham-se por quatro vias principais:

Caminho do Viamão, também designado como "Estrada Real", ou Caminho Real foi o nome dado em Portugal e em todo o Império Português aos principais caminhos construídos no país, regiões e colónias, cuja construção e manutenção eram responsabilidade da Coroa Portuguesa, a mais utilizada, partia de Viamão, atravessava os campos de Vacaria, Lages, Correia Pinto, Curitibanos, Santa Cecília, Papanduva, Monte Castelo, Mafra, Rio Negro, Campo do Tenente, Lapa, Palmeira, Ponta Grossa, Castro, Piraí do Sul, Jaguariaíva, Sengés, Itararé, alcançando Sorocaba. Na “Estatística da Imperial Província de São Paulo” (1827), o trecho desse caminho que ligava os atuais estados do Paraná a Santa Catarina também era denominada Estrada da Mata.

Estrada das Missões, partia dos campos de São Borja RS, seguia por Santo Ângelo, Palmeira das Missões, Rodeio, Chapecó SC, Xanxerê, Palmas PR, onde se bifurcava por União da Vitória MG e Palmeira, e por Guarapuava, Imbituva e Ponta Grossa SP.

Caminho da Vacaria, que interligava Cruz Alta a Vacaria, no Caminho do Viamão, passando por Passo Fundo e Lagoa Vermelha.

Caminho da Praia, que interligava a Colônia de Sacramento no atual Uruguai a Laguna, ia pelo Litoral desde a altura de Montevidéu, atravessando o Rio Chuí, depois o canal de Rio Grande onde desde 1725 havia a tarifação para o transporte do gado, atravessava o rio Mampituba na atual divisa dos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, cruzava o Rio Araranguá, que dá nome à cidade catarinense, e chegava a Laguna. Inicialmente era utilizado como forma de ligação entre Laguna, entreposto importante na expansão luso-brasileira para o Sul da América, na falta de segurança na navegação por conta dos conflitos contra a Espanha. No início da utilização dessa rota como caminho de tropa, a mesma ia até São Francisco do Sul e subia o caminho dos Ambrósios, na Serra Geral a caminho de Curitiba. Também foi aberta uma estrada que ligava Araranguá ao Planalto Catarinense, chamada de Caminho dos Conventos, uma opção para transpor a serra e pegar o Caminho do Viamão em direção a Sorocaba. Com o tempo foi ficando esquecido para o comércio com Sorocaba, pois a utilização do Caminho de Viamão facilitava o transporte e tarifação das tropas, ficando como caminho auxiliar na ligação das estâncias instaladas no litoral entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Caminho dos Ventos. Foi aberta em 1729, por Souza Faria, que saiu de Araranguá com destino à Cruz dos Tapes (atualmente São José dos Ausentes). Esse caminho tornou-se muito importante, pois conectava a Vacaria dos Pinhais ao caminho para a Feira de Sorocaba, para onde os animais como mulas e gado eram levados, assim como a tropeada de porcos, perus e outros animais que eram conduzidos a pé até a cidade de Araranguá e região.


O impulso povoador
A necessidade de paradas, por vezes longas para esperar que as chuvas cessassem e o nível das águas dos rios baixasse, exigia pernoites e alimentação aos tropeiros, assim como pastos para alimentar os animais, fazendo com que famílias fossem se estabelecendo, dedicadas ao cultivo e comércio para atender aos viajantes, fazendo nascer assim pequenas povoações. Com o passar das décadas e o aumento do movimento nas trilhas esses núcleos desenvolveram-se, possibilitando a gradativa integração das economias regionais. Muitos desses núcleos transformaram-se em grandes cidades, como se verifica hoje ao longo desses antigos caminhos.
Como na época a locomoção era mais lenta em função dos caminhos difíceis, os tropeiros não andavam mais do que 30 quilômetros por dia conduzindo os animais. E seus pontos de parada, com o passar dos anos, viraram aldeias, povoados, até se transformarem em cidades, graças ao fluxo tropeiro. No Paraná, isso pode ser percebido na distância entre onze cidades - de Rio Negro a Sengés.
No Rio Grande, a cidade de Viamão tornou-se um dos principais centros de comércio e formação de tropas que tinham como destino os mercados de São Paulo. Porém de outas regiões do sul partiam as tropas, quase sempre com o mesmo destino. Nesses trajetos, os tropeiros procuravam seguir o curso dos rios ou atravessar as áreas mais abertas, os "campos gerais" e mesmo conhecendo os caminhos mais seguros, o trajeto envolvia várias semanas. Ao final de cada dia era acesso o fogo, para depois construir uma tenda com os couros que serviam para cobrir a carga dos animais, reservando alguns para colocar no chão, onde dormiam envoltos em seu manto. Chamava-se "encosto" o pouso em pasto aberto e "rancho" quando já havia um abrigo construído. Ao longo do tempo os principais pousos se transformaram em povoações e vilas. É interessante notar que dezenas de cidades do interior na região sul do Brasil e mesmo em São Paulo, atribuem sua origem a atividade dos tropeiros.
Em torno dessa atividade primitiva nasceram e viveram com largueza várias profissões e indústrias organizadas, como a de "rancheiro", proprietários de "rancho" ou alojamento em que pousavam as tropas. Geralmente não era retribuída a hospedagem, cobrando o seu proprietário apenas o milho e o pasto consumidos pelos animais, porque as tropas conduziam cozinhas próprias. A profissão de ferrador também foi criada pelas necessidades desse fenômeno econômico-social, consistindo-a em pregar as ferraduras nos animais das tropas e acumulando geralmente a profissão de aveitar ou veterinário. A incumbência de domar os animais ainda xucros era também uma decorrência do regime de transportes e chamavam-se "paulistas", porque conduziam ao destino os animais adquiridos em Sorocaba.

A conversão do Caminho das Tropas em rodovias
O fim de um ciclo: A atividade de tropeiragem teve seu auge ente 1725 e o final do século, quando a atividade mineradora começou a declinar. Nessa época, entretanto, um novo produto permitiu que o Rio Grande do Sul continuasse a desempenhar o seu papel de fornecedor de outros centros produtores brasileiros. Era o charque, que começou a ser produzido na região de Pelotas por volta de 1780. Com ele, os rebanhos gaúchos encontrariam uma nova destinação.
A partir das décadas de 1910 e 1920, especialmente durante a atuação de Washington Luís, o Brasil iniciou a mudança de sua política de transportes, privilegiando a construção de redes rodoviárias destinadas a veículos motorizados e investindo cada vez menos nas redes ferroviárias. Foi nesse contexto, e por determinação de Washington Luís, enquanto governador do Estado de São Paulo, que se iniciou em 1922 a construção da Estrada São Paulo-Paraná (BR-2), inicialmente apenas com o trecho São Paulo-Cotia-São Roque, a principal região agrícola nas imediações da capital. A Estrada São Paulo-Paraná foi construída pelo alargamento do antigo Caminho de Sorocaba, com retificação de alguns trechos e construção de pontes, sobre o mesmo tronco do Caminho das Tropas, que prosseguia para Itapetininga, Itapeva, Castro, Guarapuava e Lapa. Em 1954, essa rodovia passou a ser administrada de forma independente do trecho que, de Itapetininga, prosseguia ao Paraná, e recebeu o nome de Raposo Tavares, em referência ao fato de que, em 1626, sua bandeira percorreu esse caminho (que na época correspondia ao braço principal do antigo caminho indígena do Peabiru, que ligava a atual São Vicente ao Paraná e ao Paraguai), rumo às reduções jesuíticas do Guairá, com a finalidade de captura e escravização de índios, tipo de ação que os historiadores do século XIX passaram a denominar "desbravamento". Os trechos da Estrada São Paulo-Paraná que, de Itapetininga, prosseguiam no sentido sudoeste para Itapeva, Castro e Ponta Grossa foram convertidas nas atuais Rodovias SP-127, SP-258 e PR-151.

Tropeiro e o turismo
O tropeirismo é um dos pilares do turismo cultural, que não se resume a datas, é uma atração permanente. Silva et all, in Souza (2001:19), afirma que o turismo rural é, na verdade, a soma do ecoturismo e turismo verde, turismo cultural, agroturismo e turismo de aventura, que são atividades realizadas em espaços abertos, fora do ambiente urbano, sendo, o meio rural, a base para competições e outras festividades.
Nos séculos XVII e XVIII, os tropeiros eram parte da vida da zona rural e cidades pequenas no sul do Brasil, dirigindo rebanhos e gado e levando bens comercializados por toda a região. Levar mercadorias e alimentos no lombo dos animais em direção às minas foi fundamental devido aos acidentes geográficos da região que dificultavam o transporte.
Segundo Fioreto (1996:3), o tropeirismo difundiu-se como atividade econômica no Brasil durante o século XVIII, ganhando destaque social e proporcionando integração regional das várias áreas do país, servindo de suporte a todos os períodos econômicos que se sucederam ao “Ciclo do Ouro”. Segundo a autora, o tropeirismo brasileiro teve sua origem na Espanha, onde prosperava antiga tradição de transportes de mercadorias por meio de tropas de muares, antes do descobrimento da América, sendo trazida ao Brasil pelos jesuítas espanhóis da Companhia de Jesus, fundadores das Missões do Rio Grande do Sul.
Em Sathler, (1999:37), o tropeiro pode ser considerado o primeiro operador turístico, já que fornecia com suas tropas serviços de transporte, guia, alojamento, alimentação e demais necessidades de viagem.
Redescobrir a história é reviver fatos que alicerçaram o desenvolvimento que hoje temos alcançado. É reconstruir a trajetória e refazer o percurso que gerou mudanças no nosso modo de vida, de entendimento e valorização do nosso mundo e, em especial, de nosso ambiente natural.
Percebemos a importância da atividade dos tropeiros de diferentes maneiras: o abastecimento da região mineradora e outras, sem os quais a exploração das jazidas seria impossível; a ocupação da região interior do Brasil, contribuindo para consolidar o domínio português, ao mesmo tempo em que fundaram diversas vilas e cidades. O comércio de animais foi fator determinante para integrar efetivamente o sul ao restante do Brasil, apesar das diferenças culturais entre as regiões da colônia, os interesses mercantis foram responsáveis por essa fusão e indiretamente, pela prosperidade tanto da grande propriedade estancieira gaúcha, como de pequenas propriedades familiares, em regiões onde predominaram populações de origem européia e que abasteciam de alimentos as fazendas pecuaristas.





ALMEIDA, A. de. O tropeirismo e a feira de Sorocaba. Sorocaba: Luzes, 1968. 228p.
__________. Vida e morte dos tropeiros. São Paulo: Livraria Martins, 1981. 212p.
FIORETO, L. F. O retrato do tropeiro – a permanência de um tipo sócio-profissional no Vale do Paraíba Paulista: o município de Cunha. Monografia apresentada no Departamento de Ciências Sociais e Letras – Universidade de Taubaté-SP, Taubaté, 1996. 69p.
SATHLER, E. Tropeiros & Outros Viajantes. Rio de Janeiro: FUNIVALE, 1999. 353p.
SOLERA, C. R. História & Bruacas: uma viagem ao mundo de muitos mundos. Curitiba: Progressiba, 2006. 613p.
SOUZA, L. M. M. de. Análise da atividade turística como alternativa econômica para o meio rural no município de Taubaté-SP. Monografia de conclusão do curso de Geografia – Universidade de TaubatéSP, Taubaté, 2001. 68p.


Postagens Relacionadas:

0 comentários:

Postar um comentário

Viajar é trocar a roupa da alma. (Mário Quintana)

Ciência do Turismo

. Resultado de imagem para viagens

. Resultado de imagem para turismo rio grande do sul

.

. Resultado de imagem para turismo fotos

Visitantes por País

História do Turismo: Conscientização Turismo

Páginas + Visitadas - Última semana

Compartilhe essa ideia!

O Ciência do Turismo Blog é um espaço para promover discussões, disseminar conhecimento e compartilhar um pouco mais da experiência dos nossos colaboradores, também é uma forma de atualizar os nossos visitantes sobre as novidades do Turismo.

Compartilhe essa ideia!
Para entrar em contato comigo, mande e-mail para cienciadoturismo@gmail.com ou deixe recado aqui no blog. Estamos sempre abertos a novas parcerias e dispostos a ajudar nossos leitores.
  • Grupos para whatsapp de viagens e turismo - Turismólogo, Guia de Turismo e Mochileiros. link 2020 / 2021

    Bem-vindo ao Blog Ciência do Turismo!O Ciência do Turismo Blog é um espaço para promover discussões, disseminar conhecimento e compartilhar um pouco mais da experiência dos nossos colaboradores,...
  • FRASES DE TURISMO E AFINS - LIVRO 2.280 Frases de Turismo.

    LIVRO: FRASES DE TURISMO E AFINS - Frases de Turismo."Uma viagem entre as frases" LINKBem-vindo a "Frases de Turismo e Afins", uma jornada literária única que revela a essência poética de cada...
  • Ficha catalográfica para livros e afins do Turismo

    Ficha Catalográfica - Livros e afins do Turismo| Uma ficha catalográfica é um registro bibliográfico padronizado que contém informações descritivas sobre uma obra, incluindo autor, título,...
  • Estação Ecológica da Serra das Araras | Parques do Brasil

    Na borda norte do Pantanal matogrossense existe um corredor de montanhas de topos planos formado há milhões de anos: a Província Serrana. Num pequeno trecho desta serra, entre os municípios de Porto...
  • Parques nacionais do Brasil - (Parques, Florestas e Reservas naturais do Brasil.)

    O Brasil possui, atualmente, 73 parques nacionais, uma das categorias de unidades de conservação de proteção integral da natureza definidas na Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da...
  • Livros de Turismo - Biblioteca Digital

    Biblioteca digital Livros de Turismo - Blog de TurismoBiblioteca digital (também conhecida como biblioteca online, biblioteca eletrônica, ou mediateca, é a biblioteca constituída por documentos...
  • Glossário de Termos TURISMÓLOGO

    Você tem dúvidas sobre o significado de algum termo da área do turismo? Então consulte o nosso glossário!Glossário de Termos AcadêmicoGlossário de Termos AcessibilidadeGlossário de Termos Alfabeto...
  • Conceitos e Definiçoes do Turismo - Blog Ciência do Turismo

    Para padronizar o uso de alguns dos termos e melhorar o entendimento sobre todos os processos, disponibilizamos este post com os Conceitos e Definições mais relevantes no turismo. Continue a leitura...
  • Turismo - Filmes para inspirar sua próxima viagem. dica da Equipe Ciências turismo

     Os filmes sempre nos inspiram e nos influenciam, até porque a vida imita a arte. Quando se trata de viagem, a vontade de fazer as malas e sair correndo é ainda maior, porque além de um bom...
  • Saudação de boas-vindas em diferentes idiomas ao Blog Ciência do Turismo

     Seja muito bem-vindo ao nosso local de trabalho! Que suas experiências profissionais sejam tão produtivas quanto a aventura e qualidade de vida que terá aqui conosco. No Blog disponibilizaremos...
  • Contado Ciência do Turismo

     Se você deseja entrar em contato com o Blog Ciência do Turismo para sugestões de pauta, propostas comerciais e quaisquer outros assuntos relacionados ao site. Fique à vontade, a casa é...
  • Grupo no WhatsApp - CIÊNCIA DO TURISMO BLOG ( código QR)

     Bem-vindo ao Blog Ciência do Turismo!O Ciência do TurismoBlog é um espaço para promover discussões, disseminar conhecimento e compartilhar um pouco mais da experiência dos nossos colaboradores,...
  • Bem-vindo ao Blog Ciência do Turismo! Quem somos...

     Bem-vindo ao Blog Ciência do Turismo!Guiados pelo objetivo em comum de disseminar o conhecimento, especialmente no contexto universitário, a fim de transcender os limites epistêmicos e...
  • Florianópolis - Beleza singular Brasileira. Turismo Santa Catarina Br

    Florianópolis é a capital do estado brasileiro de Santa Catarina, na região Sul do país. O município é composto pela ilha principal, a ilha de Santa Catarina, a parte continental e algumas pequenas...
  • Parque Nacional do Superagui - Turismo em Guaraqueçaba PR

    Localizado no litoral paranaense, o Parque Nacional do Superagui protege belíssimas paisagens de restinga, manguezal e floresta, emolduradas ao longe pelas montanhas da Serra do Mar, de um lado, e...
  • O que é Circuito turístico? - Estudo do Turismo (Circuitos Turísticos)

    Os Circuitos Turísticos são entidades sem fins lucrativos que caracterizam a política pública de Regionalização do Turismo. Cabe aos Circuitos Turísticos o papel de articular as entidades públicas,...
  • Comitê Global de Crise da OMT discute reativação do turismo mundial

    Governo Federal participa, de forma online e presencial, da 113ª Reunião do Conselho Executivo da OMT. O Ministério do Turismo e a Embratur participaram, nesta segunda e terça-feira (18 e 19.01), da...
  • Parque Nacional do Iguaçu - Turismo em Foz do Iguaçu PR

    Criado em 1939 e dirigido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Parque Nacional do Iguaçu recebe anualmente mais de 1 milhão de visitantes de vários lugares do...
  • MTur estuda criação da primeira Escola Nacional de Turismo em Alagoas

    A convite da prefeitura de Maceió, comitiva da Pasta esteve na capital alagoana para discutir o formato e a operacionalização do empreendimento. A primeira Escola de Turismo do Brasil deve ser...
  • Parque Nacional Viruá - Turismo em Caracaraí RR

    O Parque Nacional do Viruá foi criado em 29 de abril de 1998, em atendimento a compromissos assumidos pelo Brasil na Convenção da Diversidade Biológica. Localizado no município de Caracaraí,...
  • Políticas Públicas em Turismo - O papel do setor público no desenvolvimento turístico.

    O turismo é um setor bastante amplo e multidisciplinar, por isso necessita de ações que visem a seu desenvolvimento coerente e adequado, por vez, almejado intrinsecamente de um planejamento perspicaz...
  • Trabalho de Campo - Estudo do Turismo ensino/aprendizagem/produção do conhecimento.

    Relacionar os temas estudados em sala com o que ocorre fora dela é algo que deve estar no radar de todos os professores. Entre as formas de realizar essa tarefa, uma das mais consagradas é o trabalho...
  • Brasil - Índice de atividades turísticas cresce 7,6% em novembro, aponta IBGE

    Alta na movimentação econômica do setor é registrada pelo sétimo mês consecutivo no país. Nove das 12 unidades da Federação onde o índice é investigado apresentaram alta. O índice de...
  • Fundamentos do Lazer - A relação entre turismo e lazer

    O lazer é um dos fatores ma1s constantes que tem influenciado no desenvolvimento social da humanidade. O Lazer, que vem do latim ‘licere’ – ser lícito, ser permitido -, é normalmente definido como...
  • MTur lança cartilha com os principais programas e benefícios ofertados pela Pasta

    Documento digital tem o objetivo de ampliar o acesso às informações e a adesão dos prestadores de serviços turísticos. A fim de facilitar o acesso e o entendimento dos prestadores de serviços...
  • Parque Nacional Restinga de Jurubatiba - Turismo em Macaé RJ

    O Parque Nacional da Restinga da Jurubatiba (ou PARNA de Jurubatiba) é o primeiro Parque Nacional no Brasil a compreender exclusivamente o ecossistema de restinga, o menos representado no Sistema...
  • Turismo de Negócios - Vantagens e orientações

    O turismo de negócios pode ser considerado um conceito relativamente novo. Afinal, há alguns anos, quem viajava a negócios não era considerado um turista. Entretanto, para as indústrias de hotelaria,...
  • Governo recebe propostas para concessão de parques do Sul com investimentos de R$ 260 milhões

    O Governo Federal abriu, nesta segunda-feira (11.01), seis propostas de empresas interessadas na concessão dos Parques Nacionais de Aparados da Serra (RS) e Serra Geral (SC). Com um lance mínimo de...
  • Destinos Turísticos Esportivos Brasileiros - Turismo Esportivo

    Esportivo - Turismo de EsporteO Brasil é repleto de paisagens lindas, diversas, com cultura e culinária própria nos quatro cantos do país. Aqueles que se consideram mais radicais e destemidos podem...
  • Parque Nacional do Itatiaia - Turismo em Itatiaia RJ

    O Parque Nacional do Itatiaia faz parte da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, reconhecida pela UNESCO, e também está classificado pelo Ministério do Meio Ambiente como área de prioridade...
  • Turismo Esportivo: Renda, Educação e Lazer

    Analisar o homem e seus movimentos seja pelo lado de deslocamento como pela realização de atividades físicas, em qualquer circunstância pode ser um instigante e expressivo exercício na busca pela...
  • Turismo e Gestão Ambiental - Ações "socialmente justas, economicamente viáveis e ecologicamente corretas".

    A proteção do meio ambiente tornou-se um dos grandes desafios atualmente para todos os setores, e a atividade turística por ser uma prestadora de serviços, geradora de impactos positivos quanto...
  • A potencialidade do Brasil em turismo de natureza - “Nenhum país do mundo tem o potencial que o Brasil tem de crescimento”

     “Nenhum país do mundo tem o potencial que o Brasil tem de crescimento”, reforça ministro do Turismo. Em entrevista à jornalista Leda Nagle, Gilson Machado destacou a abundância de destinos de...
  • Ministério do Turismo e UFT vão ofertar capacitação para Guias de Turismo em atrativos culturais

    Ministério do Turismo e a Universidade Federal do Tocantins vão ofertar capacitação gratuita para Guias de Turismo que atuam nos 10 estados das regiões Norte e Centro-Oeste do país e no Distrito...
  • Parque Nacional do Alto Cariri - Turismo em Guaratinga

    O Parque Nacional do Alto Cariri é um parque nacional brasileiro, localizado na Bahia, e criado em 11 de junho de 2010. Possui cerca de 19.264 hectares, protegendo remanescentes de Mata Atlântica da...
  • Estudo do turismo - Abordagens básicas

    Uma preocupação bastante atual é a problemática que envolve as variáveis ambiente e sociedade. A idealização de qualquer projeto seja de construir hotéis, resorts, até mesmo projetos de abordagem...
  • Floresta Nacional do Aripuanã - Turismo no Mato Grosso

    A floresta está no bioma amazônico. Possui grande riqueza biológica, com pelo menos três espécies de primatas e duas de aves descobertas na década anterior à sua criação. A vegetação é principalmente...
  • Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba PARNA - Turismo no Piauí PI

    O Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaiba preserva uma rica fauna dentro de extensa região, ainda remota do nosso país. É uma das maiores e mais conservadas extensões de cerrado do Brasil, três...
  • Parque Nacional Grande Sertão Veredas "O Oásis do Sertão" - Turismo em Chapada Gaúcha

    O Parque Nacional Grande Sertão Veredas tem uma área de 230.854,42 hectares. O Parque foi criado em maio de 2004, e o nome é uma homenagem a uma das mais importantes obras literárias brasileiras, o...
  • Parque Nacional de Ilha Grande - Turismo no Paraná e Mato Grosso do Sul

    O Parque Nacional de Ilha Grande é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza. Seu território abrange as Ilhas Grande, Peruzzi, do Pavão e Bandeirantes, no rio Paraná,...
  • Formula Hubbart - Seu hotel gera lucro? Gestão Hoteleira

    A Fórmula de Hubbart possui uma abordagem que permite ser utilizada no cálculo da tarifa média de quartos em empresas hoteleiras. É considerada uma abordagem de baixo para cima para preços de quartos...
  • Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim - Turismo em Governador Celso Ramos SC

    A lha de Anhatomirim está situada na baía norte da ilha de Santa Catarina e pertence ao município de Governador Celso Ramos, no litoral do estado de Santa Catarina, no Brasil. Nela está localizada a...
  • Parque Nacional da Serra das Confusões PARNA - Turismo no Piauí

    O Parque Nacional da Serra das Confusões PARNA é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza localizada na região sudoeste do estado do Piauí. O território do parque...
  • Parque Nacional da Serra das Lontras - Turismo na Bahia

    O Parque Nacional da Serra das Lontras é um parque nacional (PARNA) brasileiro, localizado no estado da Bahia, e criado em 11 de junho de 2010. Possui cerca de 11.343,69 hectares protegendo...
  • Trem turístico centenário volta a ligar cidades históricas no litoral paranaense

    Após 3 décadas sem operar, atração retoma as atividades adotando todos os protocolos de biossegurança. Trem Caiçara é a locomotiva a vapor mais antiga em operação regular no país. Crédito: Divulgação...
  • Nova low cost entra com pedido para operar voos regionais no Brasil

    Nella Linhas Aéreas pretende atuar em regiões não alcançadas pela malha tradicional e deve começar a voar no primeiro semestre de 2021. A companhia Nella Linhas Aérea busca, junto à ANAC, iniciar...
  • Cesar Ritz é considerado pai da hotelaria moderna - O "REI" dos hoteleiros

    Na história da moderna hospitalidade e gestão hoteleira, ninguém se igualou a César Ritz. De um começo pouco promissor, Ritz alcançou o topo da indústria hoteleira e depois a transformou. Introduziu...
  • Código Numérico IATA, Código ICAO e País de Origem - Lista de companhias aéreas em atividade

    Esta é uma lista de companhias aéreas em atividade, incluindo seu código IATA.Os indicativos são códigos usados ​​pelas companhias aéreas para identificação em comunicações de rádio, horários,...
  • O que é milha de viagem - Quanto vale uma milha em reais - Turismo

     Milhas aéreas: o que são?- Milha é o nome que as companhias aéreas dão à pontuação gerada por seus programas de fidelidade, que foram criados para estreitar o relacionamento entre as empresas e...
  • Segmentação do Turismo Náutico - Subsegmentação por Tipo - Turismo Fluvial, Turismo em Represas, Turismo Lacustre, Turismo Marítimo

    O mistério das águas oceânicas (motivação de muitos turistas na escolha desse tipo de viagem), a complexidade do mercado, a qualidade no atendimento visando sempre a excelência, a ludicidade a bordo...
  • Ministério do Turismo vai ofertar capacitação para guias turísticos " Guia de Turismo"

    Qualificação é voltada para guias regionais e tem como foco atrativos culturais e naturais de todas as regiões do país. São mais de 21.600 guias regionais em todo o país que atuam no receptivo e...
  • Parque Nacional da Lagoa do Peixe - Turismo no Rio Grande do Sul

    O Parque Nacional (Parna) da Lagoa do Peixe foi criado em 1986 com o objetivo de proteger as espécies de aves migratórias e as amostras dos ecossistemas litorâneos do Rio Grande do Sul, que deles...
  • Parque Nacional da Furna Feia (Parna)- Turismo no Rio Grande do Norte

    O Parque Nacional da Furna Feia é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral da natureza localizada no Rio Grande do Norte, na Mesorregião do Oeste Potiguar e Microrregião de...
  • Parque Ecológico Capitólio - Cascata Eco Parque - Turismo em Minas Gerais

    Capitólio é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Se tornou um importante destino turístico de Minas Gerais, muito procurado nos últimos anos por conta de suas belas cachoeiras e rios de...
  • Turismo Étnico - Desenvolvido a partir do enaltecimento da cultura

    O turista que o pratica é um indivíduo que busca conhecimentos relacionados ao legado cultural do homem em diferentes épocas e manifestações. Assim sendo, o turismo étnico é uma subdivisão do turismo...
  • Sítio Arqueológico Pedra do Ingá - Turismo em Paraíba

    Itacoatiaras do Rio Ingá (PB) A Pedra de Ingá é um monumento arqueológico, identificado como "itacoatiara", constituído por um terreno rochoso que possui inscrições rupestres entalhadas na rocha,...
  • Parque Estadual do Ibitipoca - Turismo em Minas Gerais

    Um dos parques mais visitados de Minas Gerais, o Parque Estadual do Ibitipoca (PEIb) recebe milhares de turistas anualmente que buscam conhecer o encanto de suas cachoeiras, trilhas, picos, piscinas...
  • Sabores de Norte a Sul para fazer Turismo Gastronômico no Brasil - O prazer de comer bem

    Associar o deleite gastronômico com a possibilidade de conhecer outros lugares e culturas acabou resultando numa fórmula tão bem sucedida que deu origem a um novo segmento do mercado turístico...
  • São Paulo se destaca, por ser um dos maiores centros de saúde do mundo

    Ao longo das últimas décadas o mundo passou por diversas transformações, dentre as quais se destacaram as de cunho social, econômico e tecnológico. O fenômeno de globalização, que se consolidou como...
  • Com novo formato, rally Sertões 2020 foca no social e adia expedições

    Largada será em Mogi Guaçu (SP) no próximo sábado (31.10) e chegada em Barreirinhas (MA), no dia 07.11 - Por causa da pandemia de coronavírus, o Sertões 2020, o maior rally das Américas, traz...
  • Termos Técnicos do meio Turístico - Dicionário de Turismo - 3T oficial

    Dicionário de Turismo. Termos Técnicos do meio Turístico. 3T oficialConceito Definições Siglas & Tipologias.Aplicações em Gestão de Turismo.Autor: Luis Falcão.Nº de...
  • Aqui tem Quilombo: passeio virtual pela Cidade Baixa

    Originalmente previsto para ocorrer no 1° Semestre de 2020, como parte integrante das comemorações da Virada Sustentável, o roteiro "Aqui tem quilombo" agora está reformulado. Propomos um passeio...
  • Destinos de Pesca Esportiva - Principais pontos de pesca esportiva no Brasil

    O turismo de pesca vem sendo importante no cenário do turismo nacional (Brasil), pois além de movimentar a economia, tem trazido benefícios como o estímulo à pesca esportiva (pesque e solte) e a...
  • Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque - Turismo no Amapá

    O Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (PNMT) é uma Unidade de Conservação (UC) brasileira de proteção integral da natureza localizada nos estados do Amapá e do Pará, com território distribuído...
  • Turismo antirracista na prática: conheça a iniciativa que resgata a história afro-brasileira

    Enraizado em nossa cultura e sociedade, ainda que mais da metade da população seja representada por negros e negras, o racismo está aí. Velado, muitas vezes ignorado. Mas basta você se colocar no...
  • Por economia e menos burocracia, Ministério do Turismo digitaliza mais de 40 serviços

    Em todo o setor público federal, mil serviços ficaram mais acessíveis à população de forma on-lineEm um esforço de facilitar a consulta e de popularizar o acesso on-line, o Ministério do Turismo já...
  • Parceria entre MTur e Organização das Cooperativas Brasileiras visa ampliação da rede do Fungetur

    Com o foco na atração e credenciamento de novas cooperativas de crédito junto ao Ministério do Turismo, OCB lança cartilha online com informações sobre o FundoCom o objetivo de ampliar a participação...
  • Experiência brasileira de turismo sustentável é reconhecida pelo G20

    Pousada Uacari, do Amazonas, é um dos destaques de iniciativas modelo para o desenvolvimento comunitário inclusivo por meio do turismo. Cinco bangalôs que flutuam sobre as águas do rio Solimões no...
  • VII Jornada de Estudos Turísticos UERN - Conectando saberes e realidades do turismo em tempos da Covid-19

    Entre os dias 18, 19 e 20 de novembro de 2020 será realizada a VII Jornada de Estudos Turísticos, com o tema: "Conectando saberes e realidades do turismo em tempos da Covid-19” organizada pelo...
  • MTur vai criar TV Turismo para qualificar e capacitar profissionais do setor

    Canal irá possibilitar o desenvolvimento da carreira de profissionais, além de aprimorar a oferta de serviços e o atendimento a turistas no país. Ideia é capacitar profissionais do Turismo com cursos...
  • “A regulamentação dos turismólogos está na pauta”, diz secretário

     Durante o Abav Collab, William França pontuou medidas do MTur e reforçou o papel da profissão para a retomadaDurante evento virtual, MTur ouviu o pleito de turismólogos e garantiu que está...
  • Brasil terá portal de investimentos em turismo até o final do ano, afirma Ministério do Turismo

    Em live na ABAV Collab, secretário de Atração de Investimentos, Parcerias e Concessões do MTur destacou as ações da Pasta para a retomada do setorO secretário Nacional de Atração de Investimentos,...
  • Grupos para whatsapp de viagens e turismo - Turismólogo, Guia de Turismo e Mochileiros. link 2020 / 2021

    Bem-vindo ao Blog Ciência do Turismo!O Ciência do Turismo Blog é um espaço para promover discussões, disseminar conhecimento e compartilhar um pouco mais da experiência dos nossos colaboradores,...
  • FRASES DE TURISMO E AFINS - LIVRO 2.280 Frases de Turismo.

    LIVRO: FRASES DE TURISMO E AFINS - Frases de Turismo."Uma viagem entre as frases" LINKBem-vindo a "Frases de Turismo e Afins", uma jornada literária única que revela a essência poética de cada...
Previous Next